<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572</id><updated>2012-02-16T08:13:55.963-03:00</updated><title type='text'>Educação Especial: Igualdade na diferença.</title><subtitle type='html'>Este Espaço é dedicado à construção coletiva de um portfolio virtual da  disciplina “Fundamentos de Educação Especial” do Curso de Pedagogia da Universidade Estadual do Ceará (UECE). Criado em 16 de Julho de 2009. O blog é escrito a várias mãos e organizado com a intenção de compartilhar conhecimentos construídos e socializar as experiências vivenciadas na disciplina por todos os alunos com a supervisão e orientação da Profª. Drª. Rita Magalhães.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>63</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-1233747097786991936</id><published>2010-03-17T11:37:00.000-03:00</published><updated>2010-03-17T11:37:50.071-03:00</updated><title type='text'>Resenha do filme: Na ponta dos pés</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/S6DpJR02mUI/AAAAAAAAAFQ/rtcsO6hrcj4/s1600-h/na-ponta-dos-p%C3%A9s.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/S6DpJR02mUI/AAAAAAAAAFQ/rtcsO6hrcj4/s320/na-ponta-dos-p%C3%A9s.jpg" vt="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Alunas autoras: Karla Evangelista e Walquiria Carvalho&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme Na Ponta dos Pés (2003) aborda a questão do nanismo, e como o preconceito pode existir até mesmo dentro da própria família. A trama acontece em torno de um homem, Steven (Matthew Bright) e sua namorada Carol (Kate Beckinsale), que são muito felizes e apaixonados. O filme muda de rumo quando, Carol engravida, pois ela não sabe (só supõe) que Steven esconde um segredo que realmente o incomoda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Steven é um homem de estatura “normal”, mas toda sua família é anã. Ao saber da gravidez da namorada fica muito preocupado, pois há uma grande probabilidade de seu filho nascer anão, contudo não revela nada a ela, até o momento em que ela descobre a verdade sobre a família de Steven por causa de uma visita surpresa que seu futuro cunhado, o irmão gêmio e anão de Steve, Rolfe (Gary Oldman) a faz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Carol demonstra o preconceito no instante que conhece Rolfe e não consegue acreditar que Steven lhe omitiu algo tão sério. Apesar de tudo isso ela o procura e pergunta por que ele não contou antes e ele a sugere que eles não precisam passar por isso e que podem adotar um filho que seja normal, pois tem muito medo de seu filho nascer anão, mas ela não aceita.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesse momento, no filme, Steven se mostra mais preconceituoso que Carol, e o que nos chama a atenção aqui é que isso ocorre não pelo fato dele desconhecer sobre o assunto, e sim pelo conhecimento e aproximação que tem com sua família, ou seja, ele sabe todas as dificuldades, dores e sofrimentos que seu filho poderá passar se for anão e ele não quer que isso aconteça.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Carol e Rolfe acabam se aproximando, pois ela quer aprender mais sobre a vida dos anões para poder amar e cuidar do seu filho da maneira que ele nascer, anão ou não. E com isso ela vai aprendendo muito e desconstruindo todo preconceito que tinha antes de conhecer a família de Steven.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Chega então o dia dos pais da noiva conhecerem os pais do noivo e algo surpreendente acontece, os pais da noiva demonstram, mesmo tentando esconder, que tem algo esquisito acontecendo, seria o fato dos pais dos noivos serem anões? Não! A preocupação é outra, a família da noiva é judia e tinha medo de que o noivo e seus pais não aceitassem uma cerimônia judia, por saberem a maneira preconceituosa e marginalizada que os judeus são vistos e tratados em algumas sociedades, mas tudo se torna muito agradável quando essa situação é resolvida e eles se casam como os pais da noiva propuseram.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Chegamos então a parte mais crítica do filme, quando o bebê nasce anão, Carol que já passou toda a gravidez estudando e convivendo com anões para saber cuidar de seu filho está preparada, porém Steven não aguenta a situação - os choros do bebê de tanta dor, os tratamentos que ele precisa fazer para evitar maiores complicações - e acaba saindo de casa e se afastando do filho para o bem dele (e do bebê), pois não teria como lhe dar com seu próprio preconceito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Carol passa a morar com Rolfe que a ajuda a cuidar de seu filho e dela mesma. Um dia Steven vai visitá-los, entretanto continua achando que não está preparado para lhe dar com o filho anão e mesmo afirmando o grande amor que sente por Carol e pelo filho, vai embora novamente. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Rolfe e Carol se aproximam mais ainda durante a passagem dela na casa dele e o filme termina com um beijo entre os dois. O que nos leva a refletir sobre como as diferenças estão na maneira como as vemos, pois elas podem existir e não nos incomodar, assim como podem fazer toda a diferença para que um relacionamento chegue ao seu fim.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Na Ponta dos Pés” é um filme interessante e mostra uma realidade que poucas pessoas conhecem. Trata do preconceito de uma forma bem clara, na medida em que aborda a questão de pessoas que sofrem preconceitos e são estigmatizadas pela sociedade por não se adequarem aos padrões e, também, como o fato de conhecer a realidade dos “desviantes” desses padrões, não necessariamente, nos torna livres de preconceitos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os anões estão nesse grupo de desviantes sociais pelo fato de terem como característica preponderante a baixa estatura e trazem em sua formação física problemas em seu desenvolvimento que geram doenças como dores intestinais por exemplo, mesmo com todas as suas dificuldades este filme nos mostra como eles podem ter uma vida normal a sua maneira e como a visão estigmatizada nos impede de vermos como realmente são, pessoas capazes, produtivas, felizes e amorosas, se assim o quiserem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não podemos esquecer de falar como a sociedade acaba criando barreiras para essas pessoas, as tratando de forma infantilizada e ridicularizada. Temos um exemplo bem claro no filme quando dois anões e uma mulher vão se hospedar em um hotel e o dono do hotel faz piada dizendo que eles querem um quarto para duas crianças e uma mulher.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda no que diz respeito a esse assunto, o que muita gente não sabe é que o nanismo pode ocorrer em qualquer pessoa, mesmo sem histórico na família. As causas podem ser tanto endócrinas quanto por mutação genética, como é o caso da Acondroplasia (o tipo mais conhecido e comum de nanismo desproporcional). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro fato é que apesar do preconceito, os anões podem ter vida social e constituir família como qualquer pessoa, sendo tanto melhor sucedido quanto maior for a aceitação e o apoio recebido da família e da sociedade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para conhecer melhor sobre o tema, recomendamos que você assista ao filme e também que faça uma breve pesquisa na internet, você vai se surpreender assim como nós!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-1233747097786991936?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/1233747097786991936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/03/resenha-do-filme-na-ponta-dos-pes.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/1233747097786991936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/1233747097786991936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/03/resenha-do-filme-na-ponta-dos-pes.html' title='Resenha do filme: Na ponta dos pés'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/S6DpJR02mUI/AAAAAAAAAFQ/rtcsO6hrcj4/s72-c/na-ponta-dos-p%C3%A9s.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-8788155349225037761</id><published>2010-03-17T11:13:00.001-03:00</published><updated>2010-03-17T11:14:39.128-03:00</updated><title type='text'>Conceitos sobre Altas Habilidades/Superdotação</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Alunos autores: Cezanildo Ferreira Lima e José Orlando de Sousa Júnior&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O quê são Pessoas com Altas Habilidades? Quais são essas Altas Habilidades? Muitas pessoas não sabem o que vem a ser essa necessidade educacional especial. Os professores acabam achando que são crianças “prontas”, que já sabem tudo ou que tem a habilidade de aprender tudo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitos sofrem discriminação nas escolas e são tachados de “CDF”, “nota 10 em tudo”, “exibido”, dentre outras formas de rotulação que lhes são dadas. Alguns professores até os consideram problemáticos, por serem questionadores e não admitirem respostas infundadas, ou regras sem fundamentação lógica, por isso às vezes sofrem perseguições inclusive dos próprios professores por terem um sentimento de “inveja”, “desprezo” ou “revanche”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Organização Mundial de Saúde calcula que cerca de 3,5% a 5% de toda a população mundial possua alguma categoria de Alta Habilidade. É necessário que se compreenda quem são e como trata-los para que se desenvolva uma educação humanitária que tem como princípios a igualdade e o respeito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, não existe uma concordância entre os estudiosos sobre o que seria a superdotação ou altas habilidades. Um dos conceitos mais citados vêm de Joseph Renzulli, que criou a teoria dos três anéis. A respeito desse conceito NICOLOSO E FREITAS dizem:&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este conceito atribui aos Portadores de Altas Habilidades um conjunto constante de características que se mantém estáveis ao longo de suas vidas. Habilidade acima da média, alta criatividade e um grande envolvimento com as tarefas, ou seja uma alta motivação. Estes grupos se entrelaçam entre si e precisa haver uma interseção destes três "anéis" para que se possa afirmar que alguém é portador de altas habilidades.(NICOLOSO E FREITAS,2002)&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Renzulli define as Altas Habilidades em duas categorias distintas, a superdotação acadêmica e a produtivo criativa. A primeira é facilmente identificada pela realização de testes de QI, pois tem relação com a aprendizagem de conteúdos, principalmente com as áreas lingüísticas ou lógico-matemáticas. A respeito dos alunos com Altas Habilidades que possuem nessa categoria Stobäus e Mosquera (orgs.), 2004 dizem que:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O seu desenvolvimento tende a enfatizar a aprendizagem dedutiva, o treinamento estruturado no desenvolvimento dos processos de pensamento e a aquisição, armazenamento e recuperação das informações.(STOBÄUS E MOSQUERA, orgs. 2004, p. 239).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já a segunda relaciona-se com a criação do ser humano e sua criatividade, sendo quase impossível medi-la pelos atuais testes de QI. Geralmente o possuidor dessa categoria de Altas Habilidades, trabalha nos problemas e áreas que têm relevância para ele. Stobäus e Mosquera (orgs.), 2004 dizem que:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A pessoa com Altas Habilidades produtivo-criativa geralmente se destaca por ser mais questionadora; extremamente imaginativa e inventiva e dispersiva, quando a tarefa não lhe interessa, não apreciando a rotina e tendo modos originais de abordar e resolver os problemas, pelo que muitas vezes tem baixo desempenho e falta de motivação.(STOBÄUS E MOSQUERA, orgs. 2004, p. 240).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda sobre a pessoa com Altas Habilidades produtivo-criativa é importante ressaltar que como dificilmente podem ser identificados pelos atuais testes de QI, acabam por não serem tratados como PAH (pessoa com Altas Habilidades), e como desenvolvem-se mais nas áreas de criação, que não é muito contemplada pelos sistemas educacionais atuais e currículos, tende a ter um baixo rendimento escolar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um outro estudo pode ser relacionado com a teoria de Renzulli, é o estudo de Gardner (2005) sobre os tipos de inteligência, que são: inteligência lingüística, inteligência lógico-matemática, inteligência espacial, inteligência musical, inteligência sinestésica, inteligência interpessoal, inteligência intrapessoal, inteligência naturalista e inteligência existencial ou espiritualista.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo Gardner (2005), um indivíduo pode desempenhar bem atividades relacionadas a um tipo de inteligência e atividades de outras inteligências não, de forma que seu rendimento escolar pode ser comprometido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitos estudos e pesquisas definem que o aluno com altas habilidades nem sempre pode ser identificado por obter um escore superior a 120 ou 130 nos testes tradicionais de QI.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo o Ministério da Educação (2001), nas Diretrizes Nacionais para a Educação Básica, podem ser consideradas superdotadas as crianças que: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;apresentam notável desempenho e elevada potencialidade em qualquer dos seguintes aspectos, isolados ou combinados: capacidade intelectual geral, aptidão acadêmica específica, pensamento criador ou produtivo, capacidade de liderança, talento especial para artes e capacidade psicomotora. (MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, 2001).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todos os conceitos citados concordam na questão de que a superdotação ou Altas Habilidades colocam o aluno em uma posição de destaque, seja na superdotação acadêmica, quando o aluno tem uma grande capacidade de assimilação do conhecimento na sala, ou na superdotação produtivo-criativa, onde o aluno usa da criatividade com muita habilidade, e que nem sempre é contemplado nos currículos escolares com essa capacidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma questão polêmica merece destaque nessa pequena resenha, diz respeito á educação dessas crianças com Altas Habilidades, pois muitos acham que elas já chegam prontas para aprender, ou já sabem de tudo e são boas em tudo, isso é um mito, pois como qualquer criança necessitam de um acompanhamento sério e competente. Cabe ao professor deixar de lado seus paradigmas e entender a criança como ser humano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GARDNER, H. (1995). Inteligências múltiplas: a teoria na prática. Porto Alegre: Artes Médicas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (2001). Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica - Resolução nº 02 de 11 de setembro de 2001. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;STOBÄUS, Claus Dleter; MOSQUERA, Juan José Mouriño. Educação Especial: em direção à educação Inclusiva. 2ª ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NICOLOSO, Claudia Maria Ferreira; FREITAS, Soraia Napoleão. A escola atual e o atendimento aos portadores de Altas Habilidades. 2002. Disponível no site: WWW.coralx.ufsm.br/revce/ceesp/2002/01/a2.htm. Acesso em 12/03/2010 às 15:00h.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-8788155349225037761?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/8788155349225037761/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/03/conceitos-sobre-altas.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/8788155349225037761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/8788155349225037761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/03/conceitos-sobre-altas.html' title='Conceitos sobre Altas Habilidades/Superdotação'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-918340097822945125</id><published>2010-03-17T11:06:00.000-03:00</published><updated>2010-03-17T11:06:08.964-03:00</updated><title type='text'>Surdo oralizado apresenta a música para o surdo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os&amp;nbsp;vídeos apresentados abaixo&amp;nbsp;pretendem&amp;nbsp;mostrar como é passada&amp;nbsp;a música para os surdos. Assim fizemos uma entrevista com o Lairton que é um surdo oralizado e com o Jonny que é intérprete de LIBRAS, e desenvolve um trabalho de tradução de música para os surdos. Mas você deve se perguntar: “Será que os surdos só podem compreender a letra da música?”, Não! Eles também sentem o som, através da vibração e por isso os dois entrevistados apresentaram o trabalho que eles realizam de adaptação dos aparelhos de som e televisão convencional, para um que possa transmitir a vibração com mais intensidade, fazendo com que os surdos sintam a música. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;Vídeo I&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KRsTQw8YqeY&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/KRsTQw8YqeY&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;Vídeo II&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0fku1EgPiig&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/0fku1EgPiig&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-918340097822945125?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/918340097822945125/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/03/surdo-oralizado-apresenta-musica-para-o.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/918340097822945125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/918340097822945125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/03/surdo-oralizado-apresenta-musica-para-o.html' title='Surdo oralizado apresenta a música para o surdo'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-3159007037298615466</id><published>2010-03-10T22:32:00.001-03:00</published><updated>2010-03-17T11:16:59.216-03:00</updated><title type='text'>Algumas questões sobre o autismo</title><content type='html'>&lt;b&gt;Alunas autoras: Bruna Eliza, Cinthia Loyola e Priscila Fernandes&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que é o autismo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É um transtorno global no desenvolvimento (TGD), caracterizado por prejuízos qualitativos nas habilidades de interação social recíproca, habilidades de comunicação ou presença de estereotipias de comportamento, interesses e atividades. Vem sendo estudado pela ciência a cerca de seis décadas, mas ainda apresenta muitas divergências e perguntas sem respostas claras. Tem origem na infância e persiste ao longo de toda a vida, aparece nos três primeiros anos de vida, acomete cerca de 20 entre cada 10 mil nascidos e é quatro vezes mais comum no sexo masculino do que no feminino. Apesar de ser um distúrbio do desenvolvimento recorrente, o autismo ainda é visto com surpresa. Talvez isso aconteça por apresentar uma infinidade de características peculiares e também pelo fato de que a criança autista apresenta uma aparência física totalmente normal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quais as características e sintomas mais comuns que identificam a síndrome do autismo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Segundo a ASA - American Society for Autism (Associação Americana de Autismo), a maioria dos sintomas está presente nos primeiros anos de vida da criança variando em intensidade de mais severo a mais brando, não sendo obrigatório que a criança apresente necessariamente todas essas características e sintomas. &lt;br /&gt;1. Dificuldade de relacionamento com outras crianças;&lt;br /&gt;2. Riso inapropriado;&lt;br /&gt;3. Pouco ou nenhum contato visual;&lt;br /&gt;4. Não quer ser tocado;&lt;br /&gt;5. Isolamento, modos arredios;&lt;br /&gt;6. Gira objetos;&lt;br /&gt;7. Cheira ou lambe os brinquedos, inapropriada fixação em objetos;&lt;br /&gt;8. Perceptível hiperatividade ou extrema inatividade;&lt;br /&gt;9. Ausência de resposta aos métodos normais de ensino;&lt;br /&gt;10. Aparente insensibilidade à dor;&lt;br /&gt;11. Acessos de raiva - demonstram extrema aflição sem razão aparente;&lt;br /&gt;12. Procedimento com poses bizarras (fixar objeto ficando de cócoras; colocar-se de pé numa perna só; impedir a passagem por uma porta, somente liberando-a após tocar de uma determina maneira os alisares);&lt;br /&gt;13. Ecolalia (repete palavras ou frases em lugar da linguagem normal);&lt;br /&gt;14. Insistência em repetição, resistência à mudança de rotina;&lt;br /&gt;15. Age como se estivesse surdo;&lt;br /&gt;16. Dificuldade de comunicação em expressar necessidades - usa gesticular e apontar no lugar de palavras;&lt;br /&gt;17. Não tem real noção do perigo;&lt;br /&gt;18. Irregular habilidade motora - pode não querer chutar uma bola, mas pode arrumar blocos;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Que aspectos especificamente são comprometidos em uma criança autista?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O autismo se configura em uma síndrome que compromete três fatores extremamente necessários ao desenvolvimento humano acarretando, assim, desvios qualitativos na comunicação – é possível encontrar crianças que não desenvolvem a linguagem verbal ou que têm dificuldades em qualquer outra forma de comunicação (expressão facial e gesticulação), e a própria linguagem verbal por vezes é repetitiva e não comunicativa; na sociabilização – dificuldade de compartilhar gostos, emoções e sentimentos, e de distinguir as pessoas; e na imaginação – apresentam pensamento, linguagem e comportamento rígidos e inflexíveis, dificuldades de aceitar mudanças (por mais simples que elas possam parecer) e, também, dificuldade nos processos criativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;De que maneira a educação pode contribuir para o desenvolvimento cognitivo e social da criança autista?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A educação é um dos melhores recursos que pode auxiliar no desenvolvimento de uma criança autista. Na instituição educacional essa criança terá profissionais e abordagens específicas voltados para suas necessidades. O estímulo ao desenvolvimento cognitivo se dá a partir da realização de atividades baseadas em métodos de educação especializados para autistas, onde é realizada primeiramente uma avaliação para se definir os objetivos de acordo com as áreas de aprendizado. Sem contar com o fato de que o ambiente escolar proporciona o contato com outras pessoas, autista ou não, estimulando o desenvolvimento de sua capacidade de sociabilização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;De que maneira é realizada a abordagem escolar com essas crianças?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, o enfoque das abordagens escolares é fazer com que essas crianças aprendam conceitos básicos da vida em sociedade a fim de proporcionar seu melhor funcionamento no meio social. As escolas, atualmente, priorizam o tratamento individualizado para cada criança. Dentre os modelos educacionais o mais importante, neste momento, é o método TEACCH (Treatment and Education of Autistic and related Communication Handicapped CHildren), desenvolvido pela Universidade da Carolina do Norte na década de sessenta e que tem como postulados básicos de sua filosofia: &lt;br /&gt; Propiciar o desenvolvimento adequado e compatível com as potencialidades e a faixa etária do paciente; &lt;br /&gt; Funcionalidade (aquisição de habilidades que tenham função prática); &lt;br /&gt; Independência (desenvolvimento de capacidades que permitam maior autonomia possível); &lt;br /&gt; Integração de prioridades entre família e programa, ou seja, objetivos a serem alcançados devem ser únicos e a estratégias adotadas devem ser uniformes. &lt;br /&gt;Dentro desse modelo, é estabelecido um plano terapêutico individual, onde é definida uma programação diária para a criança autista. O aprendizado parte de objetos concretos e passa gradativamente para modelos representacionais e simbólicos, de acordo com as possibilidades da criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como é obtido o diagnóstico de autismo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Um diagnóstico preciso só pode ser dado por profissionais qualificados, e deve ser baseado no comportamento, anamnese (levantamento detalhado dos dados fisiológicos e patológicos pregressos do doente e seus familiares) e observação clínica do paciente. O diagnóstico é clínico e não pode ser obtido somente com a realização de testes ou escalas de avaliação. Os sistemas de avaliação mais utilizados para realizar o diagnóstico são o DSM-IV-TR e CID-10. Avaliações de ordem psicológica, fonoaudiológica e pedagógica são importantes para uma avaliação global do paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Que tipo de tratamento é realizado com autistas? Ele dever ser exclusivamente médico e à base de medicamentos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O que se propõe é que seja feito um tratamento composto por uma equipe multi- e interdisciplinar – tratamento médico (pediatria, neurologia, psiquiatria e odontologia) e tratamento não-médico (psicologia, fonoaudiologia, pedagogia, terapia ocupacional, fisioterapia e orientação familiar), profissionalizante e inclusão social, uma vez que a intervenção apropriada resulta em considerável melhora no prognóstico. A farmacoterapia (através da utilização de neurolépticos, anfetaminas, anti-opióides, complexos vitamínicos associados ao Aspartato de Magnésio e o uso de ácido Fólico) continua sendo componente importante em um programa de tratamento, porém nem todos os indivíduos necessitarão utilizar medicamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Considerações&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O que nós buscamos com o nosso trabalho foi esclarecer as questões mais básicas de ordem conceitual, educacional e clínica em relação ao autismo de uma maneira simples e objetiva. Perceber que há tratamento e acreditar no potencial de uma criança autista é permitir que ela tenha oportunidade de crescer como qualquer outra criança. Com amor, paciência e determinação, tudo é possível! Esperamos que tenham gostado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;GAUDERER, E. Christian. Autismo e outros atrasos do desenvolvimento: uma atualização para os que atuam na área. Ministério do bem-estar social. Brasília, 1993.&lt;br /&gt;KIRK, Samuel A., 1994 – Educação da criança excepcional / Samuel A. Kirk, James J. Gallagher; [tradução Marilia Zanella Sanvicent]. 3ª Ed. – São Paulo: Martins Fontes, 1996. &lt;br /&gt;Site:&amp;nbsp;www.ama.org.br&lt;br /&gt;Site:&amp;nbsp;http://www.autismo.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-3159007037298615466?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/3159007037298615466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/03/algumas-questoes-sobre-o-autismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/3159007037298615466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/3159007037298615466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/03/algumas-questoes-sobre-o-autismo.html' title='Algumas questões sobre o autismo'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-876322593734319931</id><published>2010-03-08T11:28:00.000-03:00</published><updated>2010-03-08T11:28:33.943-03:00</updated><title type='text'>Altas habilidades: resenha do filme Gênio Indomável</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/S5UGEE0eueI/AAAAAAAAAFI/F92000lXYZE/s1600-h/76021_676.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" kt="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/S5UGEE0eueI/AAAAAAAAAFI/F92000lXYZE/s320/76021_676.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Alunas autoras: Mayara Hemellyn Lopes Mendes e Mônica Larissa Alves de Souza&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme Gênio Indomável (1997) nos revela como a superdotação pode nascer mesmo nos ambientes mais desfavoráveis, onde existem pressões sociais e financeiras. Com Direção de Gus Van Sant, com os atores Matt Damon e Ben Affleck – que também são os roteiristas - Robin Williams, Minnie Driver e Stellan Skarsgard. O filme teve nove indicações para o Oscar e ganhou em duas categorias: Melhor Roteiro e Melhor Ator Coadjuvante (Robin Williams).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tudo começa quando o professor Lambeau, de uma conceituada instituição universitária norte-americana, coloca no quadro-negro um problema matemático que julga ser de impossível solução pelos alunos que frequentam suas aulas. Alguns dias depois de ter apresentado o aparente "enigma da pirâmide", o professor é surpreendido com a resposta anotada numa das lousas do corredor da universidade. O que foi descoberto a seguir surpreendeu ainda mais o professor, pois o autor de tal feito foi um dos jovens responsáveis pela limpeza e manutenção do ambiente, uma pessoa que nem ao menos frequentava os cursos e que circulava pelo local como servente da instituição: Will Hunting (Matt Damon).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Will é um gênio, mas não consegue aceitar seu dom e prefere usar a máscara de um jovem encrenqueiro, debochado e violento. Ele tem vinte anos, é órfão e escolhe para amigos pessoas pouco ou nada recomendáveis. Will apresenta memória fantástica, ampla leitura, talento para ciências e imensa capacidade de resolver problemas lógico-matemáticos extremamente complexos com rapidez e facilidade. No entanto, ele possui uma ficha criminal composta por vários delitos, procura empregos que não exigem grandes habilidades intelectuais e trabalha então como servente (faxineiro).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O professor Lambeau descobre o dom de Will e deseja tê-lo em sua equipe de matemática. O que não é tão simples, pois, o Will foi preso em decorrência das confusões em que se envolveu. Com a ajuda de Lambeau, Will sai da prisão sob a determinação legal de duas condições: que ele trabalhe com o professor e que faça terapia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O professor universitário passa a buscar o auxílio de renomados psicólogos para resolver os dilemas de Will e, dessa forma, encaminhá-lo para uma brilhante carreira. O único que parece entendê-lo é Sean McGuire (Robin Williams), mesmo Will tendo passado, sem sucesso, pelas mãos de pessoas mais estimadas ou consideradas que McGuire.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sean identifica o medo existente por trás das atitudes agressivas de Will, leva o jovem a refletir e analisar seu comportamento, seus valores e escolhas. Os dois (paciente e terapeuta) são teimosos, mas tornam-se amigos, porque Sean é o único que consegue quebrar as defesas do jovem, o único que consegue fazê-lo baixar as armas. O diálogo que se estabelece entre eles parece ser a possibilidade de resolução dos problemas que se acumulam desde o passado do jovem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por trás da narrativa leve e sedutora, por trás da maravilhosa capacidade de prender a atenção do público, há um vasto universo mental e filosófico. Em uma sociedade onde a ambição é supervalorizada e que não entende os traumas mais íntimos e as seguranças mais legítimas; não entende o motivo pelo qual Will, um superdotado, não busca sua “vitória” nos gloriosos espaços onde desfilam os reis da matemática. Segundo o diretor do filme, Gus Van Sant, Não é a glória que se deve procurar, é a felicidade pura.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Partindo da análise do filme, trazemos à tona um questionamento que precisa ser discutido no intuito de encontrarmos caminhos no que se diz respeito ao desenvolvimento de indivíduos com altas habilidades na escola atual. Qual deve ser a postura do professor em relação ao aluno possuidor de altas habilidades?&amp;nbsp; Muitas vezes, o aluno com altas habilidades é visto com suspeita por parte dos professores, que se sentem ameaçados diante de questionamentos, perguntas e comentários, isso ocorre, na maioria das vezes, pela falta de uma preparação especial ou conhecimentos na área da superdotação, gerando certo desinteresse ou mesmo hostilidade por parte deste professor, podendo levar o aluno a esconder alguns dos seus talentos e competências.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitos dos problemas enfrentados por alunos que se destacam por um potencial superior têm a ver com o desestímulo e frustração diante de um currículo que prima pela repetição e monotonia e também por um clima em sala de aula desfavorável a expressão do potencial superior. Podendo gerar uma rejeição por parte do aluno em relação à escola e até mesmo levá-lo a duvidar de suas próprias habilidades e seu valor. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acreditamos que o professor precisa refletir sobre como: ajudar o aluno a desenvolver suas habilidades; trabalhar a auto-estima; ajuda-lo a desenvolver bons hábitos de estudo; respeitar o ritmo de cada indivíduo; criar um clima favorável a aprendizagem, fazendo com que o aluno se sinta valorizado, respeitado e estimulado a dar o melhor se si; priorizar a dimensão afetiva, contribuindo para o desenvolvimento social do aluno e a educação do caráter; criar estratégias que estimulem a investigação e permitir uma aprendizagem mais profunda em tópicos selecionados pelo aluno.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo GALLAGHER e GALLAGHER (1994), no que diz respeito à educação para pessoas com altas habilidades o “professor deve inspirar, o conteúdo deve intrigar, e o ambiente da escola deve ser planejado para fortalecer as oportunidades de aprendizagem”. Mas essa não deveria ser a educação de todos os alunos, independente de suas necessidades? Será que o problema não estaria na própria estrutura da escola atual? &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-876322593734319931?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/876322593734319931/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/03/altas-habilidades-resenha-do-filme.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/876322593734319931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/876322593734319931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/03/altas-habilidades-resenha-do-filme.html' title='Altas habilidades: resenha do filme Gênio Indomável'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/S5UGEE0eueI/AAAAAAAAAFI/F92000lXYZE/s72-c/76021_676.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-8409411784258144549</id><published>2010-03-08T10:09:00.005-03:00</published><updated>2010-03-17T11:27:36.108-03:00</updated><title type='text'>Vídeo sobre exposição Na ponta dos dedos</title><content type='html'>&lt;b&gt;Alunas: Stephanie Barros e Sarah de Andrade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O vídeo a seguir trata de um trabalho construído com base em um texto produzido por nós (Stephanie Barros e Sarah de Andrade) durante disciplina de Fundamentos da Educação Especial, com a professora Rita de Cássia. A Exposição Na Ponta dos Dedos, comemora os 200 anos de nascimento de Louis Braille, e foi realizada no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Inicialmente pensávamos que seria apenas uma simples visita, no entanto, não foi. Lá tivemos a oportunidade de encontrar alunos da escola presente no Instituto dos Cegos. Com isso, podemos ver como uma pessoa com deficiência visual interage com os objetos que lhes são familiares, mas que para quem não tem nenhuma deficiência visual parece tão "estranho". O nosso guia, era um rapaz deficiente visual, o que nos trouxe certa naturalidade e leveza naquilo que ele expunha. O que podemos dizer que ficou foi uma grande lição, a cerca do respeito pelo espaço do outro, algo que foi bem firmado por toda a estrutura da exposição e o aprendizado do valor das coisas que para nós são tão insignificantes, mas que para quem não tem, ou tem mais pouco, fazem muita diferença.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_ppEobKRw-U&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/_ppEobKRw-U&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-8409411784258144549?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/8409411784258144549/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/03/video-sobre-exposicao-na-ponta-dos.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/8409411784258144549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/8409411784258144549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/03/video-sobre-exposicao-na-ponta-dos.html' title='Vídeo sobre exposição Na ponta dos dedos'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-1920802716425411742</id><published>2010-03-01T23:28:00.001-03:00</published><updated>2010-03-17T11:29:24.615-03:00</updated><title type='text'>Resenha do livro – Preconceito contra as pessoas com deficiência: as relações que travamos com o mundo</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Alunas autoras: Aurilene Rodrigues Pontes e Edna dos Santos&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;João Ribas nasceu em São Paulo em 1954. Graduou-se em Ciências Sociais pela PUC/SP. Terminou o mestrado em Ciências Sociais (Antropologia) pela UNICAMP e doutorou-se pela USP, tendo feito pesquisa sobre Inclusão de Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho. Foi professor universitário por 12 anos, consultor do Ministério da Educação, do Departamento Nacional do SENAI e da Fundação Banco do Brasil para projetos sobre Empregabilidade de Pessoas com Deficiência. É coordenador do Programa Serasa de Empregabilidade de Pessoas com Deficiência. João Ribas é paraplégico e usa cadeira de rodas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na obra publicada pela editora Cortez – Preconceito contra as pessoas com deficiência: as relações que travamos com o mundo – doutor João Ribas aborda duas faces do problema: uma delas é aquela que finge desconhecer as particularidades do outro, desrespeitando seus direitos (paradigmas de uma sociedade que não está preparada para conviver com a diversidade); a outra consiste na falsa piedade que considera o deficiente um sujeito insuficiente, incapacitado de deter uma realização pessoal e profissional. Mostra também trajetórias de pessoas revestidas de forças e determinação que superaram preconceitos, estigmas e barreiras que, muitas vezes, são demarcações de fronteiras sociais e não impossibilidades individuais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O livro está dividido em vinte e dois capítulos curtos, que estão baseados em situações de convivência cotidiana contada pelo o autor.Essas situações mostram que é possível um portador de deficiência ter uma vida ativa, produtiva, normal, conviver com suas limitações, superando a cada dia. Por outro lado existe pessoas com deficiência que ainda não conseguiram se libertar do próprio preconceito, achando-se inválido, incapaz de exercer qualquer atividade, vivendo uma vida sem propósito. A família em alguns casos não consegue ajudar essas pessoas, pois também com o mesmo sentimento, criam um mundo limitado e protegido, impedindo o deficiente de ter autonomia, de buscar superação. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É como o autor afirma:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Os nossos limites reais não estão na possibilidade ou impossibilidade que temos de andar, enxergar, ouvir ou pensar da forma como acreditamos que todos fazem. Os nossos limites estão na dificuldade que encontramos nas relações que travamos com o mundo. Por isso, os nossos limites reais estão na nossa alma. Não existe nada mais deficiente do que um espírito amputado. E para esse espírito não há prótese”. (p. 115).&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os capítulos podem ser lidos independentes, não tem uma ordem lógica, pois João Ribas afirma que a vida não é uma seqüência de fatos. A leitura é agradável, por sua linguagem acessível e argumentação veemente. Ela fornece subsídios fundamentais para uma reflexão na prática sobre a questão de inclusão social e profissional de pessoas portadoras de deficiência física, visual, auditiva ou mental.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo João Ribas, para que a inclusão social das pessoas com deficiência tenha êxito é necessário que as atitudes e que a visão da sociedade mudem, bem como as das pessoas com deficiência sobre si mesmas e sobre o mundo ao seu redor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todos devem agir e contribuir para o bem comum e para a construção de uma sociedade inclusiva. A sociedade inclusiva nada mais é do que a conseqüência da visão social de um mundo democrático, onde se anseia respeitar direitos e deveres. Nesta sociedade todos são iguais e a limitação de um indivíduo não diminui seus direitos. As pessoas com deficiência são cidadãos e fazem parte da sociedade, e esta deve se preparar para lidar com a diversidade humana. A sociedade inclusiva tem como principal objetivo oferecer oportunidades iguais para que cada pessoa seja autônoma e auto-suficiente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O autor colocou paixão nos textos, muita perseverança, e certa sofreguidão nas suas páginas. O objetivo principal do autor, neste livro, é contribuir para que o relacionamento entre as pessoas se fortaleça a fim de que o mundo não se esvazie de significado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O conhecimento do próximo tem isto de especial: passa necessariamente pelo o conhecimento de si mesmo. (Italo Calvino)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Suas publicações mais recentes são: O que são Pessoas Deficientes. SP: Brasiliense (Coleção Primeiros Passos), 1983; Viva a Diferença: Convivendo com as Nossas Restrições e Deficiências. SP: Moderna, 1996; As Pessoas com Deficiência na Sociedade Brasileira. Brasília: CORDE (Ministério da Justiça), 2000.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-1920802716425411742?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/1920802716425411742/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/03/resenha-do-livro-preconceito-contra-as.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/1920802716425411742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/1920802716425411742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/03/resenha-do-livro-preconceito-contra-as.html' title='Resenha do livro – Preconceito contra as pessoas com deficiência: as relações que travamos com o mundo'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-7115696761387152393</id><published>2010-03-01T23:10:00.000-03:00</published><updated>2010-03-01T23:10:53.638-03:00</updated><title type='text'>A Politica educacional da educação Especial na Cidade de Horizonte com base no Centro de Atendimento Clínico e Educacional Maria de Nazaré Domingos - CACE</title><content type='html'>Alunas autoras: Isabel Cristina de Lima; Maria José de Lima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O objetivo central dessa pesquisa é procurar explorar como se dá o tratamento da educação especial na cidade de Horizonte, tendo como foco central no Centro de Atendimento Clínico e Educacional Maria de Nazaré Domingos (CACE). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para isso, entregamos para Maria Édna Lopes, diretora do CACE, e Alessandra Maria Almeida, coordenadora da Educação Especial, um roteiro com 13 com o objetivo de&amp;nbsp;averiguar um pouco da política educacional vigente neste município cearense.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Buscamos dados que favoreçam a compreensão a respeito do acolhimento de “pessoas especiais” na cidade, dando ênfase ao CACE, em que são atendidas pessoas com necessidades especiais, assim desenvolvendo a política educacional voltada para a educação especial. O núcleo funciona atualmente na escola Maria Regiana e em breve terá um ambiente próprio para atender. No entanto, não se trata de uma instituição segregada, mas sim um centro que dá apoio necessário às pessoas que com necessidades especiais estão sendo incluídas na escola regular.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. Qual a origem do Núcleo de Educação Especial Maria de Nazaré?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;R: No ano de 1998, a secretaria de educação inicia a oferta de serviço de atendimento para pessoas com deficiência. Em 1999 inicia as matrículas na primeira sala de educação especial na EMEF Maria Regiana da Silva. Em 2000 o município de Horizonte inaugura o Núcleo de Educação Especial Maria de Nazaré Domingos e amplia o quadro de especialistas formando uma equipe com: Terapeuta ocupacional, psicóloga, psicomotricista, psicopedagoga, professores para educação de cegos e surdos e laboratório de informática.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 2009 o núcleo re-significa sua identidade e passa a ser Centro de Atendimento Clínico e Educacional Maria de Nazaré Domingos, seguindo as orientações da política Nacional da Educação Especial na perspectiva da Educação inclusiva.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. Qual o objetivo central do CACE?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;R: Atender Pessoas com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, superdotação/altashabilidades, dificuldades de aprendizagem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3. Qual a faixa etária e o público alvo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;R: Todos os alunos com idade escolar. Prioritariamente alunos matriculados na rede pública de ensino de Horizonte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4. Atualmente, quantas pessoas são beneficiadas?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;R: Atualmente atende-se 210 alunos. Com a nova estruturação este número será ampliado. Atendemos alunos com deficiência mental, deficiência visual, auditiva, transtornos global do desenvolvimento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5. Atualmente, quantos profissionais trabalham para o melhor desempenho do CACE?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;R: Uma direção, uma coordenação, uma terapeuta ocupacional, um psicólogo, um psicomotricista, uma psicopedagoga, um fonoaudiólogo, dois assistentes administrativos, três auxiliar de transportes, um auxiliar de serviços gerais, um professor de Atendimento Educacional Especializado, dois professores de educação de cegos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;6. Como é o dia-a-dia do público favorecido pelo núcleo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;R: Os alunos com deficiência ficam em sala de aula e alunos da sala e de outras escolas recebem atendimento clínico em horário contrário o da sala de aula.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;7. Eles participam de algum projeto que melhora a rotina deles com a sociedade, bem como lhe possibilite a construção do conhecimento?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;R: Dança no Centro Cultural e Coral de surdos “mãos que cantam e encantam.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;8. Qual a metodologia para desenvolver a aprendizagem e ajudar a motivar os alunos para sua presença, sua participação e sua construção do conhecimento? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;R: A metodologia desenvolvida na sala de Educação Especial é a mesma utilizada nas salas de ensino regular, baseada na proposta pedagógica do PAIC (Programa de Alfabetização na Idade Certa).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;9. Há índices de evasão?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;R: Não há índices de evasão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;10. Os profissionais têm capacitação adequada para atuar na área da educação especial?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;R: A capacitação é adquirida de acordo com a necessidade do profissional na sua área de atuação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;11. O que você acha da educação integrada? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;R: A política Nacional da Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva não recomendava a educação integrada, e sim uma Educação Inclusiva, participativa e envolvente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;12. Qual seria a melhor forma de Educação para atender esse público?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;R: A melhor maneira de atender as pessoas com deficiência é a Educação Inclusiva.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;13. Você acha que a sociedade aceitaria abertamente a integração de todos?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;R: Você acha que uma sociedade preconceituosa acostumada a excluir às minorias aceita abertamente uma pessoa com deficiência? (Reflitam).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-7115696761387152393?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/7115696761387152393/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/03/politica-educacional-da-educacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/7115696761387152393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/7115696761387152393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/03/politica-educacional-da-educacao.html' title='A Politica educacional da educação Especial na Cidade de Horizonte com base no Centro de Atendimento Clínico e Educacional Maria de Nazaré Domingos - CACE'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-5168494541233433321</id><published>2010-02-25T00:32:00.000-03:00</published><updated>2010-02-25T00:32:11.190-03:00</updated><title type='text'>Pedagogia Hospitalar: Atuação do novo pedagogo</title><content type='html'>&lt;b&gt;Alunas autoras: Ana Carolina Cardoso e Sheila Rocha Bandeira&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este artigo aborda o papel do pedagogo em instituições não escolares – no caso, hospitais - a partir de uma breve contextualização e de seu papel nos dias atuais. É uma apresentação objetiva e simples que teve como base pesquisas na internet sobre pedagogia hospitalar. Apesar da grande quantidade de fontes para a pesquisa o foco foi dado aos artigos de Wolf e Esteves. Para isso, abordamos o surgimento da Classe Hospitalar e a atuação dos pedagogos neste ambiente nos dias de hoje. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse estudo nos serviu para compreender como a pedagogia pode ser eficaz em diferentes ambientes, pois existem diversos lugares que necessitam de auxílio não só médico, mas de auxílio educativo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo ESTEVES, com a Segunda – Guerra Mundial há o aparecimento de crianças e adolescentes mutiladas e atingidas pela guerra de alguma forma. Por essa razão, em 1935, Henri Sellier cria a Classe Hospitalar com o objetivo de amenizar as dificuldades destes indivíduos em relação à educação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1939, o cargo de Professor Hospitalar surge com o Ministério da Educação na França. O seu objetivo é mostrar que o espaço educativo não se restringe somente ao ambiente escolar, mas a educação pode chegar à lugares antes não viáveis.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Até hoje muitos profissionais defendem a criação de Classes Hospitalares, especialmente os médicos, pois sabem que o seu envolvimento com o paciente, através de intervenções e outros tipos de atividades, irá contribuir para a sua melhora (em relação à doença) e o seu contínuo desenvolvimento educativo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A escola, enquanto espaço de socialização de indivíduos, repentinamente deixa de existir para crianças e adolescentes que possuem alguma deficiência ou são acometidos por alguma doença grave e são obrigados a passar grandes temporadas de internamento em hospitais, passando a conviver com o isolamento, privado de amigos e às vezes até mesmo esquecido por seus parentes. Por esse motivo se vê privado de sua escolaridade, necessitando de um atendimento educacional que lhe permita manter-se aprendendo, sem ruptura com o processo de educação.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para WOLF, o serviço hospitalar, tradicionalmente, foi o espaço de atuação exclusiva dos profissionais da área da saúde. No entanto, a partir de meados do século XX, o pedagogo pôde atuar em diversas áreas, de forma terapêutica e educacional, passando a estabelecer vínculos que se estabelecem na relação ensinar e aprender, proporcionando uma melhoria de ensino para crianças que necessitam de atendimento especial em ambientes não convencionais, como a escola.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A diversidade já se inicia na Universidade, na formação, quando os diferentes tipos de ciências encontram-se nos mais variados ambientes. Essa prática transdisciplinar traz para o paciente tudo que há de mais avançado e a melhor maneira de ter o indivíduo como sujeito inteiro, não só uma parte dele. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com o intuito de haver uma melhor qualidade de vida para os pacientes em período escolar, a Pedagogia Hospitalar utiliza a visão humanística, olhando o ser como todo, com sua singularidade e sua subjetividade, e não apenas um sintoma ou uma doença aparente. Por isso, faz-se necessário a melhor capacitação profissional, além de uma melhor estrutura para realizá-la. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sentimentos como medo e ansiedade são típicos em jovens e crianças em processo hospitalar, mas a pedagogia hospitalar com profissionais qualificados atenderá os pacientes de forma a desenvolver as condições necessárias e adequadas para cada jovem e para cada criança. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Wolf diz que os pedagogos hospitalares têm como funções: atuar nas unidades de internação, na ala de recreação e no ambulatório, buscando atender de forma humanística o paciente e a sua família – que também recebe o auxílio dos profissionais que ali atuam. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As principais atuações do pedagogo são atividades lúdicas - que agem como forma de estratégias para a motivação e recuperação do paciente no hospital – com jogos, dramatizações, pinturas e desenhos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O pedagogo atualmente é um novo profissional, pois deve ser preparado não só para o ambiente escolar, mas para diversos outros, como por exemplo, o ambiente hospitalar. Para isso, é necessário – também - um mínimo de sensibilidade, pois não haverá apenas um sintoma, uma patologia, uma doença, mas haverá um ser humano em desenvolvimento emocional, afetivo e cognitivo, que precisa de uma orientação escolar no período em que se encontra enfermo ou que se recupera de algum tipo de doença.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Pedagogia Hospitalar abrange não só o momento em que o indivíduo requer cuidados médicos, mas requer também cuidados afetivos, além das atividades escolares que são imprescindíveis e necessárias a qualquer jovem e criança.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pudemos perceber, também, que o pedagogo é um novo profissional em busca da integração escolar seja qual for o ambiente. Favorecendo ao bem – estar social e a melhor qualidade de vida dos pacientes que em algum momento necessitam de auxílio de profissionais das mais diversas áreas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Bibliografia:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;ESTEVES. Cláudia R. Pedagogia Hospitalar: um breve histórico. Em: http://www.smec.salvador.ba.gov.br/site/documentos/espaco-virtual/espaco-educacao-saude/classes-hospitalares/WEBARTIGOS/pedagogia%20hospitalar....pdf&lt;br /&gt;Dia de acesso: 24 de janeiro de 2010 às 18h39.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WOLF, Rosângela Abreu do Prado. Pedagogia Hospitalar: a prática do pedagogo em instituição não-escolar. Em: http://www.uepg.br/revistaconexao/revista/edicao03/artigo11.pdf&lt;br /&gt;Dia de acesso: 24 de janeiro de 2010 às 19h30&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-5168494541233433321?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/5168494541233433321/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/02/pedagogia-hospitalar-atuacao-do-novo.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/5168494541233433321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/5168494541233433321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/02/pedagogia-hospitalar-atuacao-do-novo.html' title='Pedagogia Hospitalar: Atuação do novo pedagogo'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-6858493780680338421</id><published>2010-02-12T22:41:00.000-03:00</published><updated>2010-02-12T22:41:57.342-03:00</updated><title type='text'>Resenha conceitual do artigo Desempenho Escolar e Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade</title><content type='html'>&lt;b&gt;Alunas autoras: Patrícia Fonseca Alves e Rebecca Mendes Ferreira&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Através de uma resenha conceitual do artigo “Desempenho Escolar e Transtorno do déficit de Atenção e Hiperatividade” escrito por Giuseppe Mário C. Pastura - Médico Mestre em Clínica Médica, setor de Saúde de Criança e do Adolescente da UFRJ -, Paulo Mattos – Médico Doutor em Psiquiatria, Professor Adjunto de Psiquiatria da UFRJ - e Alexandra P. Q. Campos Araújo – Médica Doutora em Neurologia, Professora Adjunta de Neurologia Infantil da UFRJ – que tem por objetivo trazer a relação entre desempenho escolar e transtorno déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), buscamos esclarecer dúvidas e estabelecer a importância do diagnostico deste transtorno à vida do individuo portador. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com os autores, há uma grande influência do TDAH na vida da pessoa portadora, podendo acarretar prejuízos em diversas áreas, como na adaptação ao ambiente acadêmico, nas relações interpessoais e no desempenho escolar. Estes fatores, não são observados como uma regra, mas frequentemente aparecem caracterizando o portador.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Estudos comprovam que o desempenho escolar depende de vários fatores relativos à escola, à família e ao individuo. Fatores que vão da estrutura escolar ao coeficiente de inteligência (QI) do aluno. Ressaltando que o aluno com TDAH tem dificuldade de aprendizado, e não um transtorno de aprendizado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns testes são utilizados na avaliação do desenvolvimento escolar, entre eles destacam-se: os subtestes de matemática e leitura do Basic Achievement Skills Individual Screener (BASIS), o subteste de aritmética do Wide Range Achievement Test- Revised (WRAT) e o subteste de leitura do Woodcock Reading Mastery Test-Revised.O diagnostico de MDE varia dependendo do critério que tenha sido utilizado. &lt;a href="http://www.4shared.com/file/220908912/a2499d2e/ResenhaDuplaPatriciaRebecca.html"&gt;Baixe em PDF,&amp;nbsp; arquivo na íntegra.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No entanto, a definição do mau desempenho escolar (MDE) é bastante relativa, devido às muitas variáveis utilizadas para avaliar esse diagnóstico. McCall (1994) diz que “o indivíduo portador de MDE não necessariamente tem notas ruins, ele apenas não possui notas tão boas quanto o esperado. De fato, há maior consenso em se considerar mau desempenho aquele substancialmente abaixo do esperado para as habilidades do paciente”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No método de avaliação de MDE utilizado por Rutter e Yule, 1975, é preciso inicialmente definir uma área de interesse para depois fazer uma comparação entre o desempenho escolar e o QI do aluno. Estabelecendo a leitura como essa área de domínio, “compara-se o desempenho em testes de leitura do aluno com aqueles esperados pela sua idade e o desempenho em testes de leitura com aquele esperado para sua idade e QI”. Porém, não há como realizar essa avaliação em crianças muito pequenas e em séries iniciais. Outra crítica é o fato de não considerar a melhora do desempenho do aluno em testes padronizados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Compreendemos, assim, a necessidade de avaliarmos um conjunto de fatores, como a alocação em turmas especiais, repetência, notas baixas, suspensão e pontuação abaixo do esperado. Não restringindo a análise do MDE à discrepância entre desempenho em testes padronizados de cálculo e leitura e QI, para que seja considerado cada caso individualmente, pensando na particularidade da capacidade de cada um, tendo suas próprias habilidades como padrão para medida do desempenho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os estudos feitos mostram uma maior quantidade de meninos com MDE do que de meninas, em uma proporção que varia de 2:1 a 3:1, havendo divergência entre os autores no que diz respeito ao fator desse fenômeno. Outros fatores estudados, utilizando amostras representativas, como pior nível socioeconômico, divórcio de pais e influência de irmãos mais velhos, provaram não haver relação com o mau desempenho escolar. “Não há estudos sistemáticos investigando a relação entre MDE e as características de professores e da escola”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O mau desempenho escolar precisa ser trabalhado com profissionais que acompanhem o aluno, o que exige certo nível financeiro, pois pode trazer prejuízo acadêmico e pessoal, devido ao sofrimento vivido pelo aluno e pela família. E que acarreta na vida adulta influenciando a baixa-estima e as relações interpessoais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os autores citam estudos que trazem a relação do TDAH com o MDE, trazendo como exemplo a pesquisa feita com 61 jovens portadores de TDAH e 41 indivíduos-controle, onde observaram que, dentre os primeiros, apenas 69% concluíram seus estudos ante a 90% do grupo sem o transtorno. Outra pesquisa compara o desempenho escolar de 158 crianças com TDAH e 81 crianças “normais” e constata que os primeiros tinham três vezes mais chance de repetirem ou serem suspensos e oitos vezes mais chance de serem expulsos que os segundos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A presença do TDAH parece piorar o prognóstico de crianças portadoras de transtornos de aprendizado mais do que em crianças com transtornos internalizantes, como a depressão. Estudo feito em 1999, por Heiligentein et al., que utilizou notas escolares de alunos com MDE em TDAH e alunos controle mostrou notas bem inferior nos alunos do primeiro grupo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns autores tentaram explicar as razões pelas quais os portadores de TDAH têm uma maior freqüência de mau desempenho escolar. Para Gaddes (1983) esta relação deve-se a algum grau de disfunção neuropsicológica que leva tanto ao distúrbio de atenção, quanto ao distúrbio de aprendizado. Para Keogh (1971), o paciente portador de TDAH toma decisões apressadas, sem avaliar as situações, impulsivo, o que resulta em tomadas de decisões equivocadas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estudos realizados também comprovam que portadores do TDAH do tipo desatento apresentam QIs maiores do que os portadores do tipo hiperativo, embora apresentem um pior desempenho acadêmico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Concluem atribuindo às dificuldades de aprendizado, grande quantidade de queixas que levam as pessoas a procurarem especialistas. E o TDAH como potencial causa tratável de MDE, traz-nos a compreensão da necessidade do diagnóstico desse transtorno, para que seja adequadamente tratado e acompanhado, pensando na diminuição dos prejuízos do MDE e melhoria de vida do portador. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-6858493780680338421?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/6858493780680338421/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/02/resenha-conceitual-do-artigo-desempenho.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/6858493780680338421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/6858493780680338421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/02/resenha-conceitual-do-artigo-desempenho.html' title='Resenha conceitual do artigo Desempenho Escolar e Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-7742679343617453224</id><published>2010-02-07T14:05:00.001-03:00</published><updated>2010-02-07T14:07:53.216-03:00</updated><title type='text'>Entrevista com psicóloga escolar sobre a Síndrome de Asperger</title><content type='html'>&lt;b&gt;Alunas Autoras: Patrícia Fonseca Alves e Rebecca mendes Ferreira&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo “síndrome de Asperger” foi utilizado pela primeira vez por Lorna Wing em 1981, num jornal médico, que pretendia desta forma honrar Hans Asperger, um psiquiatra e pediatra austríaco que resolveu estudar o comportamento e habilidades que, como descreveu, ocorria preferencialmente em meninos; denominou-o de psicopatia autista, uma desordem da personalidade que incluía: falta de empatia, baixa capacidade de formar amizades, conversação unilateral, intenso foco em um assunto de interesse especial e movimentos descoordenados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa Síndrome diferencia-se do autismo por não comportar necessariamente atraso ou retardo no desenvolvimento cognitivo ou da linguagem do indivíduo. Asperger chamava as crianças que estudou de pequenos professores, devido a sua habilidade de discorrer sobre um tema detalhadamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversamos com a psicóloga da escola inclusiva &lt;strong&gt;Creche Escola Casa da Tia Léa, Alice Damasceno&lt;/strong&gt;, que trabalha com crianças portadoras dessa síndrome e esclarecemos e tiramos várias duvidas, a partir de exemplos concretos, acerca desse transtorno de desenvolvimento invasivo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ALUNAS. Quais são as características da síndrome de Asperger?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A.D.&lt;/strong&gt; A síndrome de Asperger é do espectro autismo, tido como o mais leve. A pessoa portadora tem um quadro de comprometimento menor, onde existe “alta funcionalidade”, ou seja, a criança responde bem às estimulações que lhes são feitas e mesmo apresentando uma dificuldade na interação e na comunicação, não são tão severas quanto o autismo. Diferente de outras síndromes que tem traços físicos bem demarcados, na síndrome de Asperger não há características físicas específicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ALUNAS. O que diferencia a síndrome de Asperger do Autismo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A.D.&lt;/strong&gt; No autismo há uma limitação maior na comunicação e na interação e, se observa movimentos estereotipados constantes. É como se o mundo não fosse interessante para a criança, ela não busca entendê-lo, interagir com ele na forma como nos disponibilizamos, a criança autista parece ter sua própria lógica, seu mundo particular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No autismo, as crianças às vezes começam a falar cedinho, a balbuciar (‘ma ma’, ‘pa pa’), mas há um corte, e, quando ela retoma, faz repetições de palavras até mesmo pequenas frases, muitas vezes de forma descontextualizada com o ambiente em que está inserida. Com a estimulação adequada, essas falas começam a ser feitas com sentido e diálogos podem ser estabelecidos. Quanto mais interação, quanto mais estímulo de troca houver, mais a comunicação começa a exercer sua função social, de se fazer entender pelo outro e de conseguir o que ela quer nessa relação. &lt;br /&gt;Eles podem ter, em termos de processamento sensorial, incomodo com o barulho, com som muito alto; interesse por objetos que giram, como ventilador, objetos que eles colocam girando. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, alguns estudos trazem traços orgânicos para essa síndrome. São crianças que podem apresentar alguma falha neurológica, nos neurônios espelhos, que são neurônios que possibilitam a empatia, que fazem com que eu me interesse por você e você se interesse por mim. Não é mais como antigamente, quando o autismo restringia-se a relação mãe e filho. Hoje, levantam-se possibilidades, do orgânico a interação social. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na síndrome de Asperger, observa-se uma dificuldade na fala e uma interação restrita com as pessoas, dificuldade em se colocar no lugar do outro, só compreendem uma a idade cronológica, mas outras não. Têm aí uma defasagem na simbologia, principalmente da leitura e da escrita que tem tudo a ver com o código lingüístico, que diz respeito a interação com o mundo em volta. Para algumas crianças, é mais difícil conseguir decodificar as letras e as palavras. A partir do momento em que se consegue interagir mais, ela fica mais presente na relação com o outro e evolui-se nesse aspecto cognitivo.&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.4shared.com/file/216987847/2bda9e9d/EntrevistaDuplaRebeccaPatricia.html"&gt;Baixe aqui&amp;nbsp;entrevista na íntegra em PDF.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;ALUNAS. Como é feito o diagnóstico da síndrome de Asperger? Que características devem ser observadas pelo professor em sala de aula?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A.D.&lt;/strong&gt; O diagnóstico desta síndrome é demorado, merece ser feito com muito critério e cuidado. Se considerarmos sua descoberta na década de 80, percebemos o quanto é novo, temos o que 30 anos? Na ciência é pouco tempo. Além da avaliação médica, a avaliação psicológica também é fundamental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, particularmente, não reverencio o diagnóstico, apesar de considerar sua importância. Creio que é fundamental para o professor em sala de aula conhecer seu aluno, quem é aquela criança que está diante dele. Aqui na escola, os professores conversam com todos os pais de seus alunos antes das aulas começarem. Com os alunos, o primeiro objetivo é interagir, conhecer, criar vínculos afetivos. E conhecer, significar olhar a criança, senti-la em sua inteireza, olhar além das limitações, das faltas, olhar o que lhe traz alegria, o que ela gosta de fazer, pelo que demonstra interesse, quais suas habilidades... olhar o ser humano. Todos nós temos pontos fortes e fragilidades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O brincar diz muito. Quanto mais a criança brinca, troca com o outro, mais dentro do contexto ela está, mais envolvida no mundo e, o desenvolvimento dela possivelmente estará acontecendo dentro do esperado. Quanto menos interação, mais indícios, de que algo precisa ser cuidado. Nesses casos, fazem-se os encaminhamentos para os especialistas, não cabe a escola, o diagnóstico, nos cabe sim, buscar as estratégias educacionais que vão favorecer o desenvolvimento da criança na escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós temos, por exemplo, o caso de uma criança que recebeu o diagnóstico a partir de um encaminhamento da escola. Ela concluiu agora o infantil 5, apresentando um outro quadro, interagindo mais com as outras crianças, utilizando a fala de forma contextualizada, estabelecendo diálogos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ALUNAS. O nível de comprometimento desta síndrome se trabalhado desde cedo, pode ser reduzido?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A.D.&lt;/strong&gt; Temos observado que quanto mais cedo a intervenção adequada é realizada, a evolução é evidente. As crianças interagem mais, brincam, usufruem das atividades e de tudo que a escola pode proporcionar com mais leveza. As mudanças e as evoluções são possíveis a partir do momento em que se investem nelas, família, especialistas e escola. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ALUNAS. Quais os tipos de intervenções e métodos utilizados no acompanhamento de crianças que possuem a síndrome de Asperger?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A.D.&lt;/strong&gt; Acredito que o sócio-interacionismo coloca-se como fundamento básico da prática educacional. O foco é a interação humana, é olhar no olho, é carinhosamente me por próximo ao outro, fazer-me presente, demonstrar interesse pelo que ele faz, pelo que diz, mostrar aos poucos, que a criança faz parte daquele grupo, inseri-lo devagar na rotina e atividades, valorizar suas conquistas, adaptar o que for necessário para favorecer sua inserção no que está sendo trabalhado em sala. Fazer parcerias com a família e os especialistas, também é essencial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ALUNAS. Quais os profissionais que acompanham essas crianças?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A.D.&lt;/strong&gt; Geralmente, uma equipe multidisciplinar, neurologista ou psiquiatra, psicólogo, terapeuta ocupacional e fonoaudiólogo, dependendo de como está à criança. O psicólogo é básico, por contribuir para estruturação de um sujeito que tenha uma maior noção de si e de suas relações no mundo, aprendendo a conviver com seus potenciais e limitações. Também no apoio e na orientação aos familiares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ALUNAS. No tratamento dessas crianças é utilizado algum tipo de medicamento?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A.D.&lt;/strong&gt; Não é utilizado nenhum tipo de medicamento para tratar a síndrome de Asperger. O que pode acontecer é o uso da medicação para sintomas como déficit de atenção, insônia, hiperatividade e outros que possam surgir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ALUNAS. Como funciona o acompanhamento das famílias de portadores da síndrome de Asperger?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A.D.&lt;/strong&gt; A escuta, o apoio e a parceria é o que vamos construindo na relação com essas famílias. A aceitação da criança pela família é fundamental para seu crescimento, para que possa estimulá-la, interagir com a criança sem peso, sem culpa. Às vezes, as famílias subestimam, achando que a criança não é capaz, que não vai dar conta. Então, não interagem, não estimulam, às vezes há um movimento de fuga. No primeiro momento, quando a família recebe o diagnóstico, tem uma negação muito grande, achando que ela só tem dificuldade com limite, que é mais imatura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O importante é que a criança tenha o acompanhamento e o estímulo adequado ao seu ritmo, considerando que ela está em processo de desenvolvimento e que cada caso é único. Ela precisa contar com o apoio do “tripé”, que consiste em família, escola e acompanhamento profissional específico e mais do que isso, com pessoas que dêem afeto, que acreditem em seu potencial e em sua capacidade de desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Para saber mais:&lt;br /&gt;Site: Inspirados pelo autismo (Programa Sonrise)&lt;br /&gt;http://www.inspiradospeloautismo.com.br/&lt;br /&gt;Filme: Meu filho, meu mundo.&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-7742679343617453224?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/7742679343617453224/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/02/entrevista-com-psicologa-escolar-sobre.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/7742679343617453224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/7742679343617453224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/02/entrevista-com-psicologa-escolar-sobre.html' title='Entrevista com psicóloga escolar sobre a Síndrome de Asperger'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-3182230915014841474</id><published>2010-02-07T13:26:00.000-03:00</published><updated>2010-02-07T13:26:35.710-03:00</updated><title type='text'>Gabriel: des-caminhos de um surdo</title><content type='html'>Autoras: Camila Maria Rodrigues; Regiane Maciel de Almeida&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Este relato trata da história de vida de um rapaz surdo, que aqui chamaremos de Gabriel. A entrevista foi realizada em sua casa com a ajuda de sua irmã mais velha que traduziu o que ele dizia em libras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o menino nasceu ninguém sabia da sua deficiência, todos o achavam “normal” por não apresentar nenhuma deficiência aparente. A criança não recebia muita atenção das pessoas. A mãe não brincava com ele, não proporcionava atividades para que ele desenvolvesse logo a fala. Já o pai passava a maior parte do seu tempo no trabalho e quando chegava a sua casa já era para dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o passar do tempo, no seu aniversário de dois anos, ganhou um presente que fazia muito barulho. Foi neste momento que sua mãe percebeu que havia algo de estranho, pois o brinquedo fazendo todo aquele barulho não chamava atenção de Gabriel. Neste momento veio a preocupação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mãe então decidiu levar seu filho a um médico no hospital Albert Sabin. Chegando lá foram feitos vários exames e detectaram a perda de audição. Após a descoberta, Gabriel passou 2 anos fazendo tratamento no hospital. Ao completar cinco anos iniciou o jardim I em uma escola regular. Com muitas dificuldades, não conseguiu aprender nada. Mesmo assim, passou 2 anos nessa escola e após este período a mãe o colocou em uma outra escola regular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na nova escola em que entrou, tornou-se agressivo por não ser compreendido pelos colegas e professores. Como só se expressava com as mãos, os coleguinhas achavam que ele tinha outra opção sexual, dentre outras dificuldades... E assim passou mais dois anos nesta escola. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como não conseguia aprender nada, sua mãe fazia sempre com que ele repetisse o ano. Sua irmã mais nova conseguiu alcançá-lo na mesma série e ela começou a chorar dizendo que não queria estudar como o irmão por que tinha vergonha dele. E por isso aproveitando que seu pai é policial, ela fez teste de seleção para o colégio da policia militar e passou a estudar lá para ficar longe do irmão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse conflito todo, a diretora da escola, que também era psicóloga, indicou para a mãe de Gabriel aulas de fonologia na UNIFOR, lá o tratamento era gratuito e eram fornecidas as passagens do transporte. Nesse tempo, com a mãe já ficando distante, quem levava ele para a UNIFOR era a avó e a tia, e com o passar do tempo ele começou a ir sozinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na UNIFOR viram que ele tinha uma dificuldade muito grande para falar, aliás nem falava, e indicaram a ele outro colégio CAS – Centro de Atendimento às Pessoas com Surdez, cujo objetivo é criar condições adequadas para o desenvolvimento pleno das potencialidades do educando. É uma escola especializada para atender pessoas com surdez. Chegando lá, logo ele se identificou com as libras, que era um meio muito mais fácil para a sua comunicação. Assim Gabriel deixou até o tratamento de fonologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Gabriel estudou nesse colégio até concluir o ensino médio. Nesta escola ele se identificava com todos, não havia preconceitos contra ele, e ainda construiu várias amizades. Com o passar do tempo o rapaz tornou-se um aluno tão desenvolvido que até hoje, mesmo já tendo terminado o ensino médio alguns colegas da escola vão até a sua casa para tirar dúvidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ele terminou o ensino médio não conseguiu entrar na faculdade, pois o governo não fornece tantos recursos para os deficientes. Então fez vários cursos que ajudou no seu profissionalismo e se inscreveu nos programas de trabalho que oferecem vagas para os deficientes e assim conseguiu um emprego. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gabriel depois que entrou no colégio para surdos não contou mais com a ajuda da mãe que já era pouca, ele por si só fez cursos, foi atrás de empregos, criou vários amigos, compra com seu dinheiro suas necessidades, e conseguiu superar os preconceitos que infelizmente ainda existem. Hoje ele se diz muito feliz por poder ganhar seu próprio dinheiro e não depender mais tanto de sua mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua relação com a família não é boa. Sua mãe só se preocupa em trabalhar e em cuidar de si própria. Seu pai também só vive para o trabalho. Já as irmãs, uma tem pouquíssimo contato por não saber e nem se interessar em aprender libras, e a outra é a única que ainda conversa com ele, pois se interessou em saber um pouco de libras. Mas, mesmo com todas essas dificuldades Gabriel continua forte, e tem muita garra para ir à busca de seus sonhos sem deixar que ninguém o desmotive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje Gabriel é visto como um exemplo de superação onde sua deficiência e o preconceito não foram maiores do que a sua perseverança. Porém muitos deficientes desistem dos seus sonhos, e o principal fator da sua desistência não chega a ser a sua deficiência, mas sim a forma de como a sociedade o encara.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-3182230915014841474?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/3182230915014841474/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/02/gabriel-des-caminhos-de-um-surdo.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/3182230915014841474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/3182230915014841474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/02/gabriel-des-caminhos-de-um-surdo.html' title='Gabriel: des-caminhos de um surdo'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-6577818125744860583</id><published>2010-02-07T12:23:00.001-03:00</published><updated>2010-02-07T12:24:16.516-03:00</updated><title type='text'>Como é tratado o turismo para pessoas com deficiência?</title><content type='html'>&lt;b&gt;Alunas autoras do trabalho: Havenna Lima e Renata Gomes&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Arjc4swh4_g&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Arjc4swh4_g&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Esse vídeo traz em sua essência o descaso das políticas públicas atuais que asseguram condições básicas de acessibilidade para portadores de deficiência. Segundo a Setfor, o Turismo para portadores de Necessidades Especiais, em Fortaleza, encontra-se somente na teoria, em projetos. A música If I can dream interpretado por Elvis Presley e Celine Dion descreve um mundo diferente do que temos hoje, um lugar “onde todos os meus irmãos caminham de mãos dadas”. Abaixo traremos a tradução da música If I can dream de Elvis Presley.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;IF I CAN DREAM (SE EU POSSO SONHAR)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Elvis Presley &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Deve haver luzes mais brilhantes em algum lugar,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Tem que haver pássaros voando mais alto em um céu mais azul.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Se eu posso sonhar com uma terra melhor,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Onde todos os meus irmãos caminham de mãos dadas, &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;diga-me: por que meu sonho não pode se realizar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Deve haver paz e compreensão muito breve,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Ventos fortes com a promessa&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;De empurrar para longe a dúvida e o medo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Se eu posso sonhar com um sol mais brilhante&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Que ilumine a esperança sobre todo o mundo,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Diga-me: porque esse sol não vai aparecer?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Estamos perdidos numa nuvem espessa de chuva,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Estamos presos num mundo perturbado pela dor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Mas enquanto um homem tiver forças para sonhar,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Ele pode libertar sua alma e voar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;No fundo do meu coração há uma pergunta ansiosa&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Mas estou certo que a resposta virá de alguma forma&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Lá fora no escuro há uma vela acenando&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;E enquanto eu puder pensar, enquanto eu puder falar&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Enquanto eu puder ficar em pé, enquanto eu pude andar,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Enquanto eu puder sonhar, por favor,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Deixem meu sonho se tornar realidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Agora mesmo!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-6577818125744860583?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/6577818125744860583/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/02/como-e-tratado-o-turismo-para-pessoas.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/6577818125744860583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/6577818125744860583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/02/como-e-tratado-o-turismo-para-pessoas.html' title='Como é tratado o turismo para pessoas com deficiência?'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-9082056897428727014</id><published>2010-02-03T09:14:00.001-03:00</published><updated>2010-02-03T09:16:13.027-03:00</updated><title type='text'>Reitor Assis Araripe conhece o Projeto UECE Acesso</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/S2lpBLaLfAI/AAAAAAAAAFA/bplXyqmOSEo/s1600-h/fotonoticia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" kt="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/S2lpBLaLfAI/AAAAAAAAAFA/bplXyqmOSEo/s320/fotonoticia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O Projeto de Acessibilidade e Mobilidade das Pessoas com Deficiência na UECE - UECE Acesso, que vai possibilitar discussões sobre metas e programas de ações que possam assegurar a inclusão social e educacional, o acesso e a mobilidade de todas as pessoas com ou sem deficiência na UECE, foi mostrado na manhã desta segunda-feira (01/02), ao Reitor da Universidade Estadual do Ceará (UECE), prof. Francisco de Assis Moura Araripe. A coordenadora geral do projeto, profa. Tarcileide Maria Costa Bezerra fez uma exposição detalhada sobre o trabalho, no gabinete do Reitor, e disse que os investimentos para sua implantação serão da ordem de R$ 334 mil, já autorizados pelo Governador Cid Gomes.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Professora Tarcileide anunciou, na ocasião, que o projeto será lançado, oficialmente, ainda no primeiro semestre de 2010, durante o “I Seminário Inclusão de pessoas com deficiência na UECE: desafios e caminhos”. Entre as ações previstas estão: Acessibilidade Física; Acessibilidade Pedagógica com adequação da Biblioteca Central; Formação Pedagógica de Professores, que consistirá das seguintes atividades: Seminário, Oficinas e Atividades de Extensão (Cursos e Pesquisas).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O projeto inclui ainda outros objetivos como a criação de fluxo de comunicação na UECE, visando articular ações que possibilitem a acessibilidade e mobilidade para todos; o de sensibilizar professores, funcionários e alunos para a inclusão educacional no ensino superior; discussões alternativas para formação docente no âmbito dos processos de educação inclusiva no ensino superior; e socializar experiências docentes e discentes relacionadas à educação das pessoas com deficiência na UECE.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Comissão de Elaboração do Projeto UECE Acesso, que tem a coordenação geral da professora Tarcileide Maria Costa Bezerra (da Pró-Reitoria de Graduação - PROGRAD e da Faculdade de Filosofia Dom Aureliano Matos - FAFIDAM, em Limoeiro do Norte), é integrada ainda pelas professoras Elivânia da Silva Moraes (PROGRAD/CESA- Centro de Estudos Sociais Aplicados), Maria de Lourdes Fernandes (CED - Centro de Educação), Renata Rosa Russo Pinheiro Costa Ribeiro (CED), Rita de Cássia Magalhães (CED), da aluna do Mestrado Acadêmico em Educação da UECE, Ana Paula Lima Barbosa Cardoso, e do engenheiro civil da UECE, Gerardo Oliveira de Almeida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estiveram presentes no gabinete do Reitor para conhecer o projeto o Vice-Reitor, prof. Antônio de Oliveira Gomes Neto, os Pró-Reitores do Planejamento, Vladimir Spinelli, de Graduação, profa. Lineuda Murta, de Extensão, profa. Celina Ellery, e todos que integram a comissão de elaboração do projeto. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contato: professora Tarcileida Bezerra, telefone 3101-9622 &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: http://www.uece.br/&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-9082056897428727014?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/9082056897428727014/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/02/reitor-assis-araripe-conhece-o-projeto.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/9082056897428727014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/9082056897428727014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/02/reitor-assis-araripe-conhece-o-projeto.html' title='Reitor Assis Araripe conhece o Projeto UECE Acesso'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/S2lpBLaLfAI/AAAAAAAAAFA/bplXyqmOSEo/s72-c/fotonoticia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-2774922909954583850</id><published>2010-01-25T16:20:00.001-03:00</published><updated>2010-01-25T17:03:11.419-03:00</updated><title type='text'>Já ouviu falar em Síndrome de Rett?</title><content type='html'>&lt;b&gt;Alunas autoras: Lidiane Sousa Lima e Luana Gurgel de Alencar &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto a seguir tem como o objetivo conceituar a síndrome de Rett. Apresentaremos a sua origem, os primeiros estudos feitos sobre essa doença, suas causas, sintomas e tratamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A síndrome de Rett é uma doença neurológica de causa genética que afeta uma a cada 10.000 a 15.000 meninas nascidas vivas. É a segunda causa mais freqüente de deficiência mental em meninas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criança começa a desenvolver os sintomas entre os 6 a 18 meses de vida e que evoluem em quatro estágios progressivos. Compromete progressivamente as funções motoras, intelectual assim como distúrbios de comportamento e dependência. Ela perde gradativamente habilidades adquiridas como fala, capacidade de andar e surgem as estereotipias manuais (movimentos repetitivos e involuntários das mãos), que é característica marcante da doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A síndrome de Rett foi descrita inicialmente em 1966, pelo pediatra austríaco Andreas Rett (1924-1997), que observou algumas meninas com sintomas parecidos, de acordo com (apud, Rett, 1992) citado por (MONTEIRO 2007) são: comportamento autístico, demência, apraxia, estereotipias manuais e perda da expressão facial o que despertou nele a curiosidade de estudar aquela doença procurando outras pacientes com os mesmos sintomas. &lt;br /&gt;Em 1966, Dr. Rett publicou os resultados da sua pesquisa sobre essa doença e continuou a divulga artigos nos anos seguintes, no entanto seu trabalho não teve muita repercussão, pois era publicado em alemão. O médico sueco Dr. Bengt Hagberg (1923) também fez estudos sobre a mesma doença e foi a partir dele que o interesse se universalizou. Em 1983, o Dr. Hagberg publicou o primeiro trabalho científico em inglês sobre a síndrome de Rett. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil a primeira publicação foi realizada por Rosemberg et AL em 1987 com a descrição de 5 casos. Em 1990, o Serviço de Neuropediatria do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (HC-UFPR) publicou 7 casos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São vários os sintomas dessa doença que podem ser identificados em um exame clínico por um pediatra ou neurologista. Diminuição do crescimento da cabeça à medida que a idade aumenta; Perda do uso propositado das mãos; Movimentos manuais estereotipados (torcer, agitar, esfregar, bater palmas); Afastamento do convívio social; Regressão de aquisições já adquiridas, como andar e falar, prejuízos na compreensão, raciocínio e comunicação; Alterações no comportamento, como choro intenso sem motivo aparente e auto-agressão. Algumas pacientes podem apresentar distúrbios respiratórios (hiperventilação, apneia, expulsão forçada de ar e saliva, aerofagia); Bruxismo (ranger os dentes); Distúrbios do sono; Tônus muscular anormal; Uma fraca circulação das extremidades inferiores deixando as pernas e os pés muitas vezes frios e com um aspecto azulado ou arroxeado. Cifose/escoliose progressiva; Retardo no crescimento; Pés e mãos pequenos e finos; Crises convulsivas entre 50% e 70% dos casos. &lt;a href="http://www.4shared.com/file/207220067/c0827656/ResenhaDuplaLidianeLuana.html"&gt;Leia aqui&amp;nbsp;texto na íntegra&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;A síndrome de Rett pode ser de duas formas: clássica e atípica. Na forma clássica ela vem dividida em quatro estágios que são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Estágio 1 - de 6 a 18 meses de idade.&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa fase os sintomas começam a aparecer, mais muitas vezes não são percebidos, na maioria das vezes a criança é diagnosticada como portadora de autismo ou paralisia cerebral. Algumas aquisições motoras como andar, sentar, são levemente atrasadas. Há pouca interação da criança com o meio, o que pode ser confundida com uma criança calma. Alteração do tônus muscular e desaceleração do perímetro cefálico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Estágio 2 - de 2 a 4 anos de idade.&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desenvolvimento motor fino e mental permanecera paralisado ou podem regredir. Inicia-se a perda da fala e do uso intencional das mãos, ocorrem também distúrbios respiratórios, distúrbios do sono e manifestações de comportamento autístico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Estágio 3 - de 4 a 10 anos de idade.&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A regressão é mais forte neste estágio e os problemas motores, crises convulsivas e escoliose são sintomas acentuados. A interação social e comunicação melhoram, elas tornam-se mais tranqüilas e as características autísticas diminuem. Inabilidade de comunicação verbal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Estágio 4 - a partir dos 10 anos de idade.&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A puberdade chega na época esperada. Nesse estágio pode ocorrer melhora no contato afetivo e as crises convulsivas são controladas. Redução da mobilidade, escoliose, rigidez muscular e distúrbios vasomotores periféricos são sintomas característicos. Os movimentos manuais involuntários diminuem em freqüência e intensidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na forma atípica não é necessário o surgimento de todos os sintomas e a idade para que isso aconteça pode diferente da esperada. Até 1997 acreditava-se que a síndrome de Rett afetava exclusivamente meninas, sendo letal para o sexo masculino. Porém, em 1998, foi relatado o caso de um menino com dois anos e nove meses de idade, que tinha um fenótipo da síndrome de Rett clássica associado à síndrome de Klinefelter (MORAES, BESADA e BASTOS, 2010).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, sabe-se que isso se deve ao fato de haver inúmeras mutações no gene que causa essa doença, assim o sexo masculino a desenvolve quando associada a outras encefalopatias graves ou a síndrome de Klinefelter (idem). A partir dos anos 80 cresce a busca pela causa da síndrome de Rett e várias hipóteses são levantadas até se chegar à conclusão de que a doença tinha uma causa genética. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na década de noventa, descobriu que a síndrome de Rett é causada por alterações em um gene localizado no cromossomo X. Este gene, chamado MECP2 (do inglês methyl-CpG binding protein 2) é muito importante no controle do funcionamento de outros genes, desde o desenvolvimento embrionário. Ele produz uma proteína chamada MeCP2 que controla a expressão de vários genes importantes para o desenvolvimento dos neurônios. A síndrome de Rett resultará provavelmente de uma expressão excessivos de alguns genes que habitualmente se encontram omissos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa doença não tem cura, mais para garantir uma melhor qualidade de vida das portadoras dessa doença é preciso o envolvimento de uma equipe multidisciplinar de médicos, fisioterapeutas, professores/ educadores, terapeutas de fala, psicólogos, esse profissionais devem trabalhar articulados. É preciso trabalhar a cognição, a comunicação, o lado social e a afetividade desses indivíduos assim como as habilidades motoras desses indivíduos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O papel do professor é garantir a melhora do nível cognitivo, sócio- afetivo e motor dessas crianças/adultos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No blog &lt;a href="http://www.sindromederett.com.br/"&gt;http://www.sindromederett.com.br/&lt;/a&gt; podemos observa novas pesquisas relacionadas à síndrome de Rett o que pode representar um pouco de esperança para famílias que tem parentes com essa doença. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 23 de fevereiro de 2007 foi publicado um artigo considerado um dos marcos recentes na pesquisa sobre a síndrome de Rett. O artigo relata os resultados da pesquisa chefiada pelo Dr. Adrian Bird, que demonstrou que os sintomas da síndrome de Rett são reversíveis em camundongos. O trabalho consistiu, resumidamente, no uso de uma linhagem de camundongos geneticamente modificada, que teve um trecho de DNA introduzido na região do gene MECP2, o qual teve sua expressão bloqueada, e por consequência os animais apresentavam sintomas da síndrome de Rett. A remoção deste trecho de DNA foi induzida quando os animais receberam injeções de uma droga chamada tamoxifeno e após algumas semanas eles deixaram de apresentar os sintomas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes resultados são a penas um teste experimental de um estudo sobre a síndrome de Rett, ainda não é a cura. Assim, o que este trabalho evidenciou foi à reversibilidade dos sintomas da doença em modelos animais. Este foi um estudo preliminar e por isso requer aprofundamento. Até chegar às pesquisas com pacientes será uma longa caminhada. Apesar disso, os resultados obtidos por pesquisas anteriores indicam que há uma esperança para o desenvolvimento de terapias que possam restabelecer algumas das habilidades das pacientes e, talvez, levar à cura da síndrome de Rett.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências Bibliográficas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MONTEIRO, Carlos Bandeira de Mello, Habilidades Funcionais e Necessidades de Assistência na Síndrome de Rett, São Paulo: FMUSP, 2007. 126 p. Tese (Doutorado)- Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2007. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MORAES, Paula, BESADA Caroline, BASTOS Hugo Victor, Modalidades de intervenção fisioterapêuticas na Síndrome de Rett. Disponível em: http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/neuro/rett_victorhugo.htm; Acesso em 07 de jan. de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.sindromederett.blogspot.com.br; Acesso em 09 de jan. de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.marimar.com.br/boletins/sindrome_de_rett.htm; Acesso em 09 de jan. de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.bengalalegal.com/rett.php; Acesso em 09 de jan. de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://edif.blogs.sapo.pt/43281.html; Acesso em 11 de jan. de 2010.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-2774922909954583850?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/2774922909954583850/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/01/ja-ouviu-falar-em-sindrome-de-rett.html#comment-form' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/2774922909954583850'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/2774922909954583850'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/01/ja-ouviu-falar-em-sindrome-de-rett.html' title='Já ouviu falar em Síndrome de Rett?'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-66156636554546016</id><published>2010-01-25T00:42:00.001-03:00</published><updated>2010-01-25T17:15:01.170-03:00</updated><title type='text'>Arte e Deficiência Visual</title><content type='html'>&lt;b&gt;Alunas responsáveis pelo trabalho: Ana Carolina Cardoso Avelino e Sheila Rocha Bandeira&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;object height="339" width="420"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.dailymotion.com/swf/xbzbiv" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.dailymotion.com/swf/xbzbiv" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="339" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.dailymotion.com/swf/xbzbiv"&gt;Arte e Deficiência Visual&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A seguinte atividade proposta para a disciplina de Fundamentos da Educação Especial trata de uma entrevista feita com Alexandre Cassiano: um estudante do curso de Música na Universidade Estadual do Ceará – UECE. A escolha por ele se deu pela curiosidade já que sempre o víamos pelos corredores da universidade usando a blusa do curso de Música. Sua presença nos chamava atenção e tínhamos muita vontade de conversar com ele, então, fizemos deste trabalho esta oportunidade de conhecê-lo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 26 de Dezembro a entrevista foi realizada em sua casa e quem nos recebeu foi sua mãe – Dona Edite. Nosso roteiro de perguntas envolvia questões sobre sua realidade como deficiente e de como a música surgiu em sua vida. Alexandre nos relatou que o seu caso foi ocasionado por um acidente com arma, quando ainda era criança. Ele já possuía gosto pela música e nos contou que costumava escutar algumas músicas de Elvis... E assim foi desenvolvendo suas habilidades artísticas a partir dessa situação. Confira o vídeo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-66156636554546016?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/66156636554546016/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/01/arte-e-deficiencia-visual.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/66156636554546016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/66156636554546016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/01/arte-e-deficiencia-visual.html' title='Arte e Deficiência Visual'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-4841353152080522497</id><published>2010-01-23T22:37:00.000-03:00</published><updated>2010-01-23T22:37:08.029-03:00</updated><title type='text'>Identidade e Cultura Surda</title><content type='html'>&lt;b&gt;Alunos autores do trabalho: José Orlando Jr. Cezanildo Lima&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;&lt;object height="364" width="445"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/nSSrTPzmck0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/nSSrTPzmck0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem já se viu diante de um diálogo entre surdos? Quem já não se perguntou se aqueles sinais feitos com as mãos não seriam apenas sinais? Um novo horizonte se abre diante daqueles que começam a descobrir uma nova realidade como a Cultura Surda. O vídeo é uma entrevista com Francisco Elvis de Lacerda, um surdo que faz nível superior e que já foi presidente da Associação dos Surdos de Maracanaú. No vídeo mostra a opinião dele sobre diversos temas como LIBRAS, mercado de trabalho, educação, família, dentre outros, sempre buscando ver a realidade da vida dos surdos e de suas organizações, em um rápido pensar sobre os seus problemas. O vídeo nos provoca a repensar nossos conceito e a valorizar não só os surdos, mas também as mais diversas diferenças.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-4841353152080522497?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/4841353152080522497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/01/identidade-e-cultura-surda.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/4841353152080522497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/4841353152080522497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/01/identidade-e-cultura-surda.html' title='Identidade e Cultura Surda'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-3081186705627581509</id><published>2010-01-20T17:37:00.002-03:00</published><updated>2010-01-20T17:47:51.188-03:00</updated><title type='text'>A Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e a educação</title><content type='html'>&lt;b&gt;Autoras: Alunas Isabel Cristina de Lima e Maria José de Lima&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presente trabalho propõe um estudo sobre a Língua Brasileira de Sinais, entendendo desde seu surgimento aqui no Brasil até dias atuais. Outro fator importante que será mencionado neste trabalho é fato de LIBRAS se tornar uma disciplina obrigatória, assim tornando possível maior abertura para o processo de inclusão. Trata-se de uma resenha conceitual embasada nos textos referendados na bibliografia citada no final do trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) constitui como uma das mais importantes linguagens para possibilitar o estabelecimento de comunicação entre os indivíduos com deficiência auditiva como também destes com os ouvintes, estabelecendo relações sociais que os integram. Na sociedade ouvinte a LIBRAS representa uma forma natural de linguagem emergida da necessidade de comunicação social. Além de ter o papel de compreensão da língua a LIBRAS representa a expressão cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Menezes (2006), o Brasil passava pelo o período de colonização portuguesa, governado pelo o Imperador Pedro II, quando a língua de sinais para surdo chegou aqui no Brasil. O conde francês Ernest Huet que era surdo foi o que teve iniciativa de trazer um manual francês e alguns sinais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, entende-se por Libras de acordo com a Legislação de Libras do Brasil da Lei nº 10. 436 de 24 de abril de 2002 art. 1º, parágrafo único:&lt;br /&gt;A forma de comunicação e expressão, em que o sistema lingüístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constituem um sistema lingüístico de transmissão de idéias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A surdez apesar de condicionar um comprometimento sensorial, não priva sujeito algum de desenvolver outras áreas, como cognitiva ou física. Sendo assim infere-se que é preciso valorizar as variadas formas de comunicação como é o caso da LIBRAS que é um meio pelo qual o deficiente auditivo pode estabelecer sua integração social, o que condicionará aspectos positivos para o seu processo de aprendizagem. &lt;a href="http://www.4shared.com/file/202528752/1403f06f/ResenhaDuplaIsabelMariaJose.html"&gt;Baixe aqui arquivo na íntegra.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O indivíduo surdo ou com deficiência auditiva em geral, deve ter acesso o mais cedo possível a LIBRAS. Como destaca Quadros (1997, p.27):&lt;br /&gt;Se há um dispositivo de aquisição -LAD- comum a todos os seres humanos que precisa ser acionado mediante a experiência lingüística positiva, visível à criança, então a criança surda brasileira deve ter acesso à LIBRAS o quanto antes para acionar de forma natural esse dispositivo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, nos faz pensar sobre um ambiente inclusivo que seja desenvolvido para conceder as condições necessárias para integrar todos entre todos, como um ambiente escolar que repense seu próprio modelo pedagógico.&lt;br /&gt;Há uma contradição em relação, pois os profissionais que trabalham com a filosofia oralista. Acreditam que a língua de sinais é prejudicial à aquisição da língua oral. A abordagem bilíngüe apresenta uma versão diferente explicitando que a língua de sinais fornecerá todo aparato lingüístico necessário para a estruturação do pensamento e aquisição de outras línguas (Quadros, 1997).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No processo educacional, tem-se o decreto n° 6.626, de 22 de dezembro de 2005, que estabelece LIBRAS como disciplina curricular obrigatória nos cursos de formação dos professores. A importância deste decreto está no número de pessoas que desconhecem ou não se consideram com habilidades adequadas para o uso desta língua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado disso é a precariedade no nosso sistema de ensino inclusivo, tendo em vista que muitas vezes o aluno surdo deixa de aprender num sistema regular por falta de profissional capacitado. Isso faz com que ele se limite mais a um grupo minoritário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante dos argumentos observados, conclui-se que a língua de sinais permite a melhor interação entre pessoas surdas e, nas escolas, entre professores e alunos surdos e entre estes e seus colegas.&lt;br /&gt;A linguagem permite ao ser humano planejar e regular sua ação e somente por ela é possível fazer leitura do mundo e da palavra, mesmo porque uma não acontece sem a outra. Essas formas de leitura constituem a base de linguagem que se dá pela interação social, a interação entre os sujeitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É de suma importância ver a LIBRAS não apenas como forma de comunicação entre os surdos, mas como forma de integração entre todos num ambiente social. Essas discussões relacionadas a controversas que afirmam ser a LIBRAS uma implicação à oralização servem para entender o quão é possível aprofundar o estudo em se tratando de entender melhor sobre esse método de comunicação e expressão tão importante quanta outra forma de linguagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências Bibliográfica&lt;br /&gt;BORTOLOTI, Rose Terezinha. LIBRAS como possibilidade e alternativa para o ensino da língua portuguesa para o aluno surdo. Disponível em:&lt;br /&gt;www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/1067-4.pdf. Acesso: 11/01/2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CUORE, Raul Enrique. A Importância de conhecer a estrutura lingüística da LIBRAS para o educador. Disponível em: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/a-importancia-de-conhecer-a-estrutura-linguistica-da-libras-para-o-educador-945026.html. Acesso: 11/01/2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEGISLAÇÃO DE LIBRAS. Linguagem Brasileira de Sinais. Disponível em: www.libras.org.br/leilibras.htm. Acesso: 11/01/2010&lt;br /&gt;PÉRISSÉ, Paulo M. LIBRAS: Uma porta para o mundo dos surdos... e dos ouvintes também. Disponível em: http://www.dicionariolibras.com.br/website/download.asp?cod=124&amp;amp;idi=1&amp;amp;moe=6&amp;amp;id_categoria=12. Acesso: 08/01/2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUADROS, Ronice Müller de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artmed, 1997.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-3081186705627581509?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/3081186705627581509/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/01/lingua-brasileira-de-sinais-libras-e.html#comment-form' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/3081186705627581509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/3081186705627581509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/01/lingua-brasileira-de-sinais-libras-e.html' title='A Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e a educação'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-5095015773639635619</id><published>2010-01-20T15:13:00.002-03:00</published><updated>2010-01-20T15:26:06.195-03:00</updated><title type='text'>Uma reflexão sobre Autismo</title><content type='html'>&lt;b&gt;Alunos autores: Giuseppe Bonazi Moura e Thiago Halley Santos de Lima&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O autismo é encarado pela sociedade com e preconceito e muita desinformação, pois nossa sociedade valoriza os indivíduos que são considerados “normais” e não busca compreender a complexidade e as especificidades pelo fato de não querer reconhecê-la socialmente. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A tendência natural da sociedade é discriminar e estereotipar os portadores de qualquer deficiência. Contudo, uma reflexão aprofundada acerca do tema, faz-se necessária, para a mudança do pensamento, da postura e de atitudes frente a essa realidade cada vez mais latente. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Percebemos que atualmente as atenções da sociedade tem se voltado, de forma mais evidente aos grupos minoritários como: deficientes auditivos, visuais, físicos, afrodescendentes e etc., ou seja, aos indivíduos, que de alguma modo, estão excluídos. O presente trabalho almeja elucidar algumas questões conceituais referente a pessoa autista.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A etimologia da palavra “autismo” vem do grego “autos” que significa “próprio” ou “de si mesmo” (SOUSA &amp;amp; SANTOS, 2005). O autismo pode ser entendido como um problema no qual os indivíduos apresentam certo desprezo com o mundo exterior possuindo um alto grau de concentração em si mesmo, assim, encontra grandes dificuldade em relacionar-se com o outro e com o mundo a sua volta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Descrito pela primeira vez, de modo mais cientifico, por Kanner em 1943, quando este psiquiatra americano agrupou um conjunto de comportamentos aparentemente característicos que teoricamente podiam identificar as crianças com autismo. A partir deste fato começou a delimitação e o estudo científico desta síndrome. &lt;a href="http://www.4shared.com/file/202437399/86322474/ResenhaDuplaGiuseppeThiago.html"&gt;Baixe aqui arquivo na íntegra.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O conjunto de características que definem os indivíduos autistas, segundo a primeira descrição feita por Kanner em 1943, resumem-se por: incapacidade para desenvolver relações com os outros indivíduos, atraso na aquisição da linguagem, uso não-comunicativo da linguagem verbal (mesmo depois do seu desenvolvimento), ecolalia, jogo repetitivo e estereotipado, manutenção do “sameness”, boa memória de repetição e aparência física normal. (Sousa &amp;amp; Santos, 2005, p. 4)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portanto, são identificadas como principais características apresentadas pelo individuo autista: dificuldades de desenvolver interações sociais; linguagem repetitiva e não comunicativa; falas descontextualizadas e aparentemente sem sentido; extrema obsessividade, preocupação e perseverança; resistência a mudanças (sameness ); e, ações estereotipadas como ficar balançando a cabeça. Vale ressaltar que ao contrario do que se pensa nem todo autista é igual podendo apresentar outras características própria de acordo com seu estado de desenvolvimento e cuidados.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com o desenvolvimento de novas pesquisas científicas os resultados demonstraram que o autismo não é um distúrbio de caráter afetivo/emocional, mas sim, do desenvolvimento neurológico como afirma Sousa &amp;amp; Santos. Estes autores esclarecem ainda que o autismo não é uma doença, nem tão pouco contagiosa, não havendo indícios que se adquira através do contato com o meio ou com o portador da síndrome. Consideram ainda que é uma disfunção neurológica que pode surgir quando a criança nasce e que se manifesta antes dos três anos de idade, mas sua causa específica ainda não se sabe.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As características como distanciamento social, dificuldade em desenvolver a leitura e escrita e oralidade desconexas - comuns aos indivíduos autistas - são constantemente usadas como impedimentos a escolarização regular. Justificando a ausência dessas pessoas nas escolas regulares e o encaminhamento a espaços reeducativos com a finalidade de adaptar o comportamento (VASQUES, 2008). &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Demonstrando, assim, uma tentativa discriminatória de fazer a pessoa autista a responder as expectativas impostas pela sociedade como padrão, não respeitando as especificidades dos portadores desta síndrome.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em suas manifestações cognitivas, os autista, demonstram ser capazes de produzir ideias próprias e originais, revelando que a aprendizagem mecânica/decorativa, é muito difícil de ser implantas nos processos de ensino-aprendizagem deles, principalmente, nas áreas da leitura, escrita e aritmética. Demonstrando frequentemente surpreendente maturidade e sensibilidade pela arte, desenvolvem interesses incomuns aos das demais crianças da sua idade. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São bons observadores do seu espaço, de si mesmo e das pessoas, por isso, qualquer mudança no seu espaço de convivência é percebida, proferindo surpreendentes, adequadas e maduras observações sobre o que lhe faz bem ou mal. Contudo, na maioria das vezes os aspectos positivos que o individuo autista apresenta não superam os aspectos negativos, assim, observamos verdadeiros gênios, que surpreendem professores com respostas próprias e bem elaboradas, entretanto, falham em suas lições simples e apresentam sérios distúrbios mentais, comunicativos e sociais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Constatamos que a pessoa autista apresenta necessidades especiais em todos os espaços de convivência: escolar, social e familiar. Para que possa desenvolver suas potencialidades e possam viver em sociedade, de forma, plena e integrada, faz-se necessária, uma atenção especial e formação específica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências Bibliograficas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;SOUSA, Pedro Miguel L. de &amp;amp; SANTOS, Isabel Margarida S. C. dos. CARACTERIZAÇÃO DA SÍNDROME AUTISTA. Publicado em 2005 Disponível em: &lt;a href="http://www.psicologia.com.pt/artigos/textos/A059.pdf"&gt;http://www.psicologia.com.pt/artigos/textos/A059.pdf&lt;/a&gt; Acessado em: 11 de janeiro 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VASQUES, Carla K. CARTOGRAFIA DE UM NOVO OLHAR... SOBRE A ESCOLARIZAÇÃO DE SUJEITOS COM AUTISMO E PSICOSE INFANTIL. Publicado em 2008. Disponível em: http://proxy.furb.br/ojs/index.php/atosdepesquisa/article/view/1226/888/artigos/textos/A0259.pdf Acessado em: 11 de janeiro 2010.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-5095015773639635619?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/5095015773639635619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/01/uma-reflexao-sobre-autismo.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/5095015773639635619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/5095015773639635619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/01/uma-reflexao-sobre-autismo.html' title='Uma reflexão sobre Autismo'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-1864472006539639526</id><published>2010-01-20T14:03:00.003-03:00</published><updated>2010-01-20T15:28:01.997-03:00</updated><title type='text'>Um lugar especial chamado Instituto Moreira de Sousa: Relatório de visita</title><content type='html'>&lt;b&gt;Alunas autoras: Mayara Hemellyn Lopes Mendes e Mônica Larissa Alves de Souza&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/S1dER0qKndI/AAAAAAAAAE4/Oi4XDA1PVn0/s1600-h/FotoDuplaMayara%26Monica.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" mt="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/S1dER0qKndI/AAAAAAAAAE4/Oi4XDA1PVn0/s320/FotoDuplaMayara%26Monica.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Fundado em fevereiro de 1972, por Dagmar Moreira Leitão, o &lt;a href="http://www.institutomoreiradesousa.org.br/"&gt;Instituto Moreira de Souza&lt;/a&gt; tem contribuído para reabilitação e educação de indivíduos com deficiência intelectual, síndrome de down, paralisia cerebral, deficiências múltiplas, autismo e dificuldades na aprendizagem, trabalhando o desenvolvimento das potencialidades e a inclusão dos alunos na família, na escola e na sociedade. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para isso, conta com uma equipe composta por profissionais das mais diversas áreas: assistentes sociais, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, médicos, pedagogas, psicomotricistas, psicólogos, docentes especializados, instrutores de cursos e recreadores. Vale ressaltar, que esses profissionais não ficam isolados em suas área de atuação, mas interagem entre si, para realização de um acompanhamento transdiciplinar de seus usuários, além de otimizar seus serviços.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Instituto é uma organização não governamental, filantrópica sem fins lucrativos, considerado de utilidade pública municipal e estadual. Hoje, atende aproximadamente 300 pessoas, a maioria pertencente à periferia de Fortaleza, submetida a uma situação sócio-econômica pouco favorável.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Grande parte de seus alunos estão matriculados em escolas regulares como prevê a nova política de educação especial. Pois, a instituição prima por contribuir para inclusão destes indivíduos em todos os âmbitos da sociedade, inclusive no escolar. Todavia, segundo consta, uma pequena parcela dos alunos ainda não está incluída em salas de aula regular, devido à falta de estrutura de algumas escolas de Fortaleza.&amp;nbsp; &lt;a href="http://www.4shared.com/file/202440803/94877d6b/ResenhaDuplaMayaraMonica.html"&gt;Baixe aqui arquivo na íntegra.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;No que tange a estrutura física, o Instituto Moreira de Souza é amplo e arborizado, conta com salas de aula que comportam aproximadamente 10 alunos cada, possui uma sala de arte, laboratório de informática, refeitório, sala de fisioterapia, terapia ocupacional, pedagogia, entre outras; além de uma quadra de esportes em construção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Diretoria e a Coordenadoria Pedagógica do Instituto são responsáveis pelo projeto de Atendimento Educacional Especializado (AEE), que consiste na utilização de salas temáticas, que facilitam o desenvolvimento da aprendizagem e o desempenho do aluno. Atualmente, dispõe-se de sete salas temáticas na entidade, são elas: Letramento I / II / III; Lógico-Matemático; Arte-Cultura; Contação de Histórias; Conhecimento de Mundo; Jogos Inteligentes; Cantinho da Pintura.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Instituto Moreira de Sousa assina um convênio com o SUS e a Secretária de Saúde do Município de Fortaleza. Este convênio possibilita o funcionamento do Projeto de Atendimento de Saúde à Pessoa com Deficiência Intelectual e/ou Autismo, que oferta serviços de saúde por intermédio de uma equipe multiprofissional, utilizando métodos e técnicas terapêuticas específicas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para reduzir as desigualdades sociais e melhorar a qualidade de vida, fornecendo condições mais favoráveis para os aprendizes, o Instituto desenvolveu o projeto Primeira Chance, que prepara os alunos para o mercado de trabalho através de cursos de informática, cursos de artes, curso teórico e prático de formação cidadã e curso de formação para o trabalho. A oportunidade de ter uma formação profissional também é fornecida para algumas mães de alunos, com o objetivo de melhorar a renda familiar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na oficina de Arte os alunos confeccionam tapetes de tamanhos, cores e formas diversas, feitos a partir de tecidos de malha reaproveitados. Esse é um processo terapêutico e lúdico, que também faz parte do projeto Primeira Chance, e que possibilita o crescimento pessoal e a inclusão social destes alunos, além de arrecadar recursos para o Instituto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O projeto do Grupo Operativo estimula a socialização dos alunos adolescentes, proporciona uma vivencia grupal, melhora a auto-estima do aluno e, mais importante, trabalha a independência em atividades da vida diária e da vida prática. Facilitando, assim, a inclusão do aluno no grupo familiar, escolar e comunitário.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estes são alguns dos vários projetos desenvolvidos pelo Instituto Moreira de Sousa, que proporciona o desenvolvimento de seus alunos com deficiência intelectual e/ou dificuldade de aprendizagem, e contribui para a inclusão destes no âmbito social.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lembramos que a maior parte dos recursos utilizados pelo Instituto provém de doações, portanto, para manter os projetos e toda a estrutura em funcionamento, é necessária a contribuição de toda a população, até mesmo através de doação de notas fiscais. Entre em contato com o &lt;a href="http://www.institutomoreiradesousa.org.br/"&gt;Instituto Moreira de Sousa&lt;/a&gt;: Av. Dedé Brasil, 4241 - Serrinha - Fortaleza - Ceará. 32991089. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agradecemos especialmente a Dra. Tereza, fisioterapeuta e coordenadora técnica do Instituto, por ter nos recebido prontamente e nos acompanhado durante nossa visita.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-1864472006539639526?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/1864472006539639526/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/01/um-lugar-especial-chamado-instituto.html#comment-form' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/1864472006539639526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/1864472006539639526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/01/um-lugar-especial-chamado-instituto.html' title='Um lugar especial chamado Instituto Moreira de Sousa: Relatório de visita'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/S1dER0qKndI/AAAAAAAAAE4/Oi4XDA1PVn0/s72-c/FotoDuplaMayara%26Monica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-3287213050039907624</id><published>2010-01-14T22:10:00.001-03:00</published><updated>2010-01-14T23:22:06.349-03:00</updated><title type='text'>Outro olhar para Uma Lição de Amor*</title><content type='html'>&lt;b&gt;Alunas autoras Bruna Eliza de sousa Lima e Priscila Fernandes de Souza&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Uma Lição de Amor” conta a história de Sam (Sean Penn), um homem com uma deficiência mental que limita sua capacidade intelectual a de uma criança de sete anos. O drama de Sam começa quando a guarda de sua filha Lucy (Dakota Fanning) lhe é tirada partindo do pressuposto de que ele seria incapaz de cuidar da criança, uma vez que a capacidade intelectual da menina já começa a ultrapassar a do pai. A partir desse fato é que se desenrola toda a trama, quando Sam recebe ajuda de seus amigos e da advogada Rita (Michelle Pfeiffer) para ter de volta a guarda de sua filha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pai e filha são abandonados pela mãe logo após o nascimento da menina, então Sam fica com a tarefa de cuidar sozinho dela, recebendo apenas alguma ajuda de uma vizinha e amiga, e de seus outros amigos. Ele tem uma rotina normal, trabalha em uma cafeteria, cuida da filha, sai com os amigos. Mas sua vida sofre uma reviravolta no dia do aniversário de sete anos de Lucy, quando uma assistente social vai até a casa de Sam buscar a garota para levá-la a um abrigo para menores já que a justiça determina que ele não tem condições de educar nem cuidar da menina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de todo o drama que cerca a vida de Sam, é possível nos depararmos com cenas e fatos bem engraçados. O fato de ele ser um apaixonado por Beatles e saber de todas as informações sobre a banda (músicas, álbuns e suas respectivas datas de lançamento, etc.) e informações pessoais sobre cada um de seus integrantes, assim como também as cenas em que ele contracena com seus quatro amigos que também possuem deficiências mentais. São momentos que dão certo toque de humor e leveza ao filme, deixando de lado, por alguns instantes, a tensão que Sam e Lucy vivem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme busca abrir nossos olhos para o fato de que a deficiência mental não interfere nem limita a capacidade de amar de uma pessoa. Muitas vezes acreditamos que a deficiência mental faz com que seu portador não tenha noção alguma de sentimentos, ou seja, que ele não saiba o que é amor ou mágoa, por exemplo. Talvez até dependendo do grau e da deficiência ele não tenha uma definição exata do que representam esses sentimentos, mas isso não o impede de sentir. Sam tem a idade mental, a inocência e a sinceridade de uma criança de sete anos, mas isso não o impede de amar sua filha e lutar com todas as suas forças para tê-la ao seu lado novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Esta é a segunda resenha que o blog apresenta sobre o filme Uma lição de Amor. &lt;a href="http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/uma-licao-de-amor-e-um-filme-que-conta.html"&gt;Leia primeira&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-3287213050039907624?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/3287213050039907624/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/01/outro-olhar-para-uma-licao-de-amor.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/3287213050039907624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/3287213050039907624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/01/outro-olhar-para-uma-licao-de-amor.html' title='Outro olhar para Uma Lição de Amor*'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-9120414714275680615</id><published>2010-01-11T23:45:00.001-03:00</published><updated>2010-01-12T00:16:13.980-03:00</updated><title type='text'>A  contribuição do psicopedagogo na aprendizagem do Sistema Braille</title><content type='html'>&lt;b&gt;Aurilene Rodrigues Pontes e Edna dos Santos Leite Brito&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentaremos aqui uma resenha conceitual sobre monografia de Ruth Teixeira que ressalta a importância da psicopedagogia no processo da aprendizagem do Sistema Braille, com o objetivo de oferecer informações sobre a situação sociocultural do cego, seu desempenho escolar e a sua integração social e profissional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A monografia está dividida em três capítulos. No primeiro capítulo Ruth Teixeira apresenta a conceituação e um breve percurso histórico da deficiência visual. A autora aqui vai ressaltar que as pessoas com deficiência visual eram considerados como estorvos pelos povos antigos e quando não eram eliminadas ao nascer, eram vítimas de preconceitos e viviam a margem da sociedade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante muito tempo, as pessoas portadoras de cegueira assim como as demais deficiências, sofreram grandes discriminações, que ainda hoje são constatadas por parte da sociedade, decorrente do fato de que “o ‘deficiente’ muitas vezes é tido como ‘cidadão de segunda classe’, o qual foge ao familiar, ao usual, ao esperado, ao simétrico, ao belo, ao perfeito... “(Amaral 1992) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram descritos também no primeiro capítulo os procedimentos e recursos metodológicos da aprendizagem do sistema Braille. O sistema Braille criado pelo francês Louis Braille é um código universal de leitura e escrita, o qual permite as pessoas que não possuem visão, não só ler como escrever, tendo acesso a livros dos mais variados tipos, integrando-lhes no universo cultural da palavra escrita. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para escrita Braille o deficiente visual utiliza a reglete (uma prancheta de madeira, metal ou plástico), uma régua que possui as janelas correspondentes às alas Braille, um punção que forma o símbolo Braille (o ponto) correspondentes às letras, números ou abreviaturas desejadas e folhas de papel tipo CHAMEX 40 kg, para garantir a melhor impressão do sistema em relevo. O tato é o sentido decisivo na capacidade de utilização do Braille. &lt;a href="http://www.4shared.com/file/194732623/77804602/ResenhaDuplaAurileneEdnaLeitur.html"&gt;Leia artigo na íntegra. (PDF)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Na reglete, escreve-se o Braille da direita para a esquerda e a leitura é feita normalmente da esquerda para a direita. Além da reglete, o Braille pode ser produzido através de máquinas especiais de datilografia Braille de sete teclas: cada tecla corresponde a um ponto e ao espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Ruth Teixeira o sistema Braille constitui-se um recurso adequado e insubstituível para a reintegração do portado do deficiente visual, uma vez que lhe dará a independência para ler e escrever e fazer sua própria interpretação do mundo que o cerca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No segundo capítulo Ruth Teixeira vai trazer uma abordagem psicopedagogica, pelo qual se pode compreender a questão da aprendizagem e suas dificuldades. Para autora existem casos de deficientes visuais, que demonstram falta de interesse em aprender a ler e escrever, por motivos de se sentirem rejeitados pela família, pela falta de estímulo desde o início de sua aprendizagem. A demora da família em procurar atendimento médico e uma escola especializada dificulta muito no processo de aprendizagem do portador de deficiência visual, surgindo o desinteresse pelo aprendizado e afetando a auto-estima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A autora ressalta que a atuação do psicopedagogo é fundamental nesse processo. Trabalhando para resgatar auto-estima do aprendiz com dificuldade de aprendizagem e na relação do aprendiz com a família e a escola. Seu papel é levar o sujeito a reintegração à vida escolar respeitando as suas possibilidades e interesses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro fator importante que a autora vai destacar é que o psicopedagogo procura trabalhar com o aprendiz de forma que ele consiga superar a deficiência através da aprendizagem do sistema Braille levando-o a uma independência, elevando sua auto-estima, ensinando-o a enfrentar obstáculos para conquistar seu lugar e direitos perante a sociedade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante também que a família tenha interesse em aprender o sistema Braille, dessa forma o aprendiz irá sentir-se apoiado e encorajado em buscar mais conhecimentos, vencendo as barreiras, despertando sua potencialidade e adquirindo maior interesse pela leitura e escrita Braille.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No terceiro capítulo a autora vai apresentar os resultados de uma pesquisa de campo realizada com 260 alunos deficientes visuais do Instituto dos cegos Dr. Hélio Góes Ferreira no ano de 2003. Na pesquisa constata-se que a maioria dos alunos entrevistados abandonava os estudos ou demorava a concluí-los devido as inúmeras dificuldades que encontravam para compreender o sistema. O grau de dificuldade está, na maioria das vezes, relacionado a faixa etária do aprendente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ruth Teixeira finaliza mostrando que é necessário uma ação conjunta entre a escola e a família como premissa para o desenvolvimento integral do portador de deficiência visual. E também considera de fundamental importância a intervenção psicopedagógica junto ao corpo docente, ao apoio as famílias e o assessoramento aos professores quanto sua prática pedagógica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma o deficiente visual poderá potencializar suas capacidades através da utilização da leitura e escrita em Braille, construindo a sua história de vida, seus interesses, projetos e realizações como agente transformador da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Referência Bibliográfica&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Ruth Teixeira Queiroz. A Psicopedagogia na Aprendizagem do Sistema Braille para deficientes visuais. 2003. Monografia. (Curso de Especialização em Psicopedagogia) - Universidade Estadual do Ceará.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-9120414714275680615?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/9120414714275680615/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/01/contribuicao-do-psicopedagogo-na.html#comment-form' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/9120414714275680615'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/9120414714275680615'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/01/contribuicao-do-psicopedagogo-na.html' title='A  contribuição do psicopedagogo na aprendizagem do Sistema Braille'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-9189437098718680008</id><published>2010-01-06T17:18:00.003-03:00</published><updated>2010-01-06T17:50:22.456-03:00</updated><title type='text'>Deficiência Mental e/ou intelectual: teorias e fases.</title><content type='html'>&lt;b&gt;Alunas autoras: Karla Evangelista e Walquiria Carvalho&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O texto que segue é uma resenha conceitual e histórica sobre Deficiência Mental/Intelectual dos artigos “O deficiente mental nos artigos da Revista Educação (1927-1946)”, de Maria Vilela e “Deficiência Mental” de Ana Santana. Tratam sobre os diferentes conceitos adotados ao longo da história sobre deficiência mental e como esse processo de mudanças ocorreu e se refletiu na sociedade e, por conseguinte na educação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Santana a deficiência mental decorre de problemas situados no cérebro que causam baixa produção de conhecimento, dificuldade de aprendizagem e um baixo nível intelectual.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para os positivistas, como afirma Vilela, a deficiência mental era uma patologia, o sendo por “fugir” dos padrões de normalidades estabelecidos socialmente onde, a normalidade estaria ligada a saúde e a anormalidade à patologia (doença).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Skrtic (1996), segundo Vilela, apoiava que existem dois modelos teóricos para se pensar o que seria a normalidade e a anormalidade, o modelo patológico, baseado em sintomas biológicos; e o estatístico, baseado numa média calculada sobre um atributo real em uma sociedade, podendo o individuo se encontrar em quantidades de anormalidades pequenas ou grandes em relação a característica calculada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa visão é utilizada como bases por vários autores para fundamentar suas diferentes concepções a respeito da deficiência mental/intelectual, mesmo que em alguns pontos estes autores entrem em desacordo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Constatamos ainda que as pessoas que portam essa deficiência são vistas como “incapazes” e que ao longo da história vem sendo tratadas e atendidas de inúmeras maneiras, entre elas uma das mais fortes é a assistencialista e nós ainda temos visto isso atualmente. É bem complicado falar sobre essa deficiência pois, a cognição humana é uma área onde não existem verdades absolutas e nem permanentes. &lt;a href="http://www.4shared.com/file/189992245/1277f4e2/ResenhaDuplaKarlaWalquiriaDM.html" target="_blank"&gt; Baixe aqui texto na íntegra em PDF &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;A dificuldade que existe em se descobrir as causas, de fazer o diagnóstico, a falta de clareza sobre a deficiência mental e as restrições (limitações) inerentes as pessoas deficientes mentais são fatores que nos fazem ter tantas duvidas sobre a realidade dessas pessoas e de suas necessidades.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conceitos novos e antigos se misturam quando estudamos sobre esse assunto e algo que costuma aparecer é a divisão da deficiência mental/intelectual entre leve, moderada, grave e profunda e as condições e limitações diferenciadas que cada nível desses de deficiência apresentam.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Modificações mais recentes foram integradas a conceituação da deficiência mental. Podemos citar o peso que os resultados dos testes de inteligência, vistos por meio do Quociente de Inteligência (QI), que antes era determinante e hoje não mais, pois a Associação Americana de Deficiência Mental (AAMR), órgão importante para a luta dos deficientes mentais, considera, baseando-se no manual escrito por Grossman (1973 e 1977), de que outros fatores também devem ser observados para seu diagnóstico e consequentemente para sua conceituação, assim como as dificuldades de comportamento adaptativo dos sujeitos e se essa deficiência ocorrer no período de desenvolvimento do sujeito, ou seja, até antes dos 18 anos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem algumas causas conhecidas pela ciência que acarretariam na deficiência mental: fatores genéticos, problemas durante a gestação ou parto e também pós-parto. Mas ainda existem fatores desconhecidos e por este motivo existe a tentativa por parte da sociedade de prevenir e/ou amenizar as consequências desta deficiência através de medidas como exame pré-natal e acompanhamento médico e educacional especial para o sujeito portador dessa deficiência.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Voltando-nos a história, os deficientes já foram vistos como pessoas limitadas e por isso foram perdendo valor social Passaram por fases de piedade e assistencialismo. Momentos em que o Estado provia parte das necessidades instrumentais e educacionais e outros momentos em que as iniciativas privadas lhe assistiram, além de fases em que a educação passa a ser seletiva utilizando testes e provas de admissão, impossibilitando o acesso aos grupos de pessoas tidas como “limitadas” e “incapazes” e também o surgimento de instituições especializadas para educá-los.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Questões como a inclusão de alunos portadores de deficiência em salas de aula regulares e/ou especializadas para atendê-los poderiam estar em fase mais avançada do processo social se não fossem levados em conta mais sua limitações e dificuldades que suas habilidades e conquistas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vale ressaltar que há grande diferença entre deficiência mental e doença mental. A deficiência mental atinge a inteligência do sujeito, já a doença mental atinge outras áreas cerebrais e é refletida em seu comportamento, como no exemplo dado por Santana, no poder de concentração e no humor e não em sua capacidade cognitiva.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Interessante também registrar que o deficiente mental não obrigatoriamente apresenta aparência física diferente, pode haver um deficiente mental que não apresente nenhuma diferença, pois, essa diferença comumente ocorre em casos de níveis mais elevados (graves e profundos) da deficiência.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje os deficientes mentais já conquistaram muitos direitos se compararmos a um passado próximo, mas essas conquistas ainda estão aquém do que realmente seria necessário para melhorar suas condições de vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As autoras terminam por nos fazer um convite a que nós pensemos os deficientes não como eles vem sendo rotulados, mas como eles realmente são e para refletirmos sobre nossas ações em relação aos deficientes mentais, principalmente nós educadores.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;BIBLIOGRAFIA:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• SANTANA, Ana Lúcia. Deficiência Mental. Disponível em: &lt;http: deficiencia-mental="" psicologia="" www.infoescola.com=""&gt;. Acesso em 30 de dezembro de 2009.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• VILELA, Maria Aparecida Augusto Satto. O Deficiente Mental nos Artigos da Revista Educação (1927-1946). Disponível em: &lt;http: 269mariaaparecidaaugustosattovilela.pdf="" anais="" arquivos="" colubhe06="" www.faced.ufu.br=""&gt;. Acesso em 15 de dezembro de 2009.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-9189437098718680008?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/9189437098718680008/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/01/deficiencia-mental-eou-intelectual.html#comment-form' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/9189437098718680008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/9189437098718680008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/01/deficiencia-mental-eou-intelectual.html' title='Deficiência Mental e/ou intelectual: teorias e fases.'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-4785212301558066571</id><published>2010-01-06T00:37:00.003-03:00</published><updated>2010-01-06T01:00:25.517-03:00</updated><title type='text'>Deficiência Física</title><content type='html'>&lt;b&gt;Alunas Autoras Havenna Lima e Renata Gomes&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O presente trabalho tem como objetivo a delimitação conceitual de Deficiência Física. Serão mencionados, também, dados estatísticos e algumas causas da deficiência.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Convenção sobre os direitos das pessoas com deficiência foi promulgada pela Assembléia-Geral das Nações Unidas (ONU), no dia 3 de dezembro de 2006, e, assinada pelo Brasil no dia 30 de maio de 2007. Segunda ela, “pessoas com deficiência são aquelas que têm impedimentos de natureza física, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade com as demais pessoas”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No contexto nacional, o Decreto 3.298/99 faz as devidas distinções entre a deficiência, deficiência permanente e a incapacidade. Em seu artigo 4°, estipula que é considerada pessoa portadora de deficiência física a que “apresenta alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Devemos considerar que as alterações podem ocorrer em vários níveis: ósseo, articular, muscular e nervoso. Dentro dessa classificação, observamos não só as alterações anatômicas, mas também as alterações fisiológicas do aparelho locomotor. Em síntese podemos dizer que a deficiência física é a perda total ou parcial dos movimentos de um ou mais membros onde, dependendo do grau de comprometimento pode ser uma paralisia ou paresia. &lt;a href="http://www.4shared.com/file/189404518/801b44ec/ResenhaDuplaRenataHavennaDF.html" target="_blank"&gt; Baixe aqui texto na íntegra em PDF &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A paralisia é a privação que uma pessoa adquire na sua capacidade de contração muscular causado por uma interrupção orgânica ou funcional na via motora, onde o regresso dos movimentos torna-se impossível. O termo paresia vem do grego PARESIS e quer dizer debilidade ou relaxação. Uma pessoa quando leva um tiro na mão, por exemplo, tem como consequência, o movimento do dedo limitado influenciando na força muscular, na precisão e amplitude do movimento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo a Profa. Dra. Lígia A. Amaral, são considerados portadores de deficiência física os indivíduos que apresentam problemas ortopédicos que incidam sobre a possibilidade de motricidade voluntária, impedindo-os total ou parcialmente, dentro de padrões considerados normais para a espécie humana. A deficiência física pode ser chamada de deficiência mecânica ou motora.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo a Organização Mundial de Saúde calcula que entre 10% e 15% da população mundial (quase um bilhão de pessoas) sofre de algum tipo de deficiência. No Brasil, o Censo de 2000 apontou que 14,5% da população eram portadoras de alguma necessidade especial, totalizando 24,5 milhões de pessoas, sendo metade (48%) vítimas de deficiência visual, 22% de deficiência motora, 16% auditiva, 8% mental e 4% física. No Nordeste, o percentual é o maior do País, 16,5% dos habitantes da região são deficientes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;A deficiência apresenta várias causas, mas nos fixaremos nas principais, que são: &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Pré-natais: são problemas que surgem durante a gestação, ocasionados muitas vezes por tentativas de aborto, perda de sangue durante a gravidez e etc.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Perinatais: são problemas que ocorrem no momento do nascimento da criança como: respiratórios, prematuridade, cordão umbilical enrolado no pescoço e outros.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Pós-natais: são problemas como: parada cardíaca, meningite e infecção hospitalar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Câncer; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Amputações: ocasionados por problemas vasculares, traumas, malformações congênitas. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Lesão Medular;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Aneurisma;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Acidente vascular cerebral (AVC);&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Poliomielite;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Acidentes de trânsito.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;A deficiência física pode ser classificada em:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Monoplegia: é quando um membro (inferior ou superior) é afetado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Diplegia: é quando os membros superiores são afetados, ocasionado por uma paralisia cerebral.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Hemiplegia: é quando são afetados os membros de um mesmo lado (esquerdo ou direito) do corpo, causado por uma lesão ou distúrbio cerebral.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Triplegia: é quando três membros podem ser afetados.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Quadriplegia (Tetraplegia): é quando são atingidos todos os membros.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Paraplegia: é quando são afetados os membros inferiores, podendo ter como causa uma lesão medular torácica ou lombar. Este trauma modifica a função medular produzindo déficits sensitivos, motores, alterações viscerais e sexuais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem doenças (a maioria de natureza neurológica) que não são, especificamente, nenhum tipo de deficiência, mas podem acarretar em uma, como é o caso da hidrocefalia, microcefalia, doença de Parkinson, artrite reumatóide e distrofia muscular progressiva. Muitas dessas doenças atingem no desenvolvimento cognitivo e motor que causam um dano maior nos processos de aprendizagem da criança. Vale ressaltar que os problemas de aprendizagem não estão ligados diretamente à condição de deficiência.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Podemos afirmar que a maior carência no atendimento das crianças com deficiência é um desconhecimento de suas próprias capacidades, limites e de seus caminhos para a aprendizagem. As pessoas com deficiências físicas ou funcionais têm uma forma peculiar de relacionar-se com o mundo, e, portanto de aprender, que está relacionado com sua deficiência específica. Mas, na prática o que se vê é uma tentativa de impor a elas a maneira que nós consideramos correta de aprender e fazer as coisas, ao invés de procurarmos compreender e nos inteirar da sua própria maneira. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Atualmente, há associações que reúnem pessoas portadoras de necessidades especiais, elas trabalham na conscientização da sociedade com o intuito de socializar o deficiente em seu contexto, aprender a valorizar sua capacidade de trabalho, modificar as infra-estruturas arquitetônicas para viabilizar o direito de ir e vir que é para todos e, facilitar o acesso ao ensino escolar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Bibliografia&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Convenção sobre os Direitos das pessoas com Deficiência&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;http://www.assinoinclusao.org.br/downloads/convencao.pdf&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acesso: 05 jan.2010&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Deficiência Física http://ies.portadoresdedeficiencia.vilabol.uol.com.br/deficienciafisica.htm &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acesso: 23 dez.2009&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Jus Navigandi&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=8632&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acesso: 05 jan.2010&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• LFG :Rede de Ensino Luis Flavio Gomes&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;http://www.lfg.com.br/public_html/article.php?story=20080806111337100&amp;amp;mode=print&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acesso: 05 jan.2010&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Psicopedagogia Online: Educação e Saúde.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;http://www.psicopedagogia.com.br/entrevistas/entrevista.asp?entrID=89&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acesso: 27 dez.2009&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Rede SACI: solidariedade, apoio, comunicação e informação. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;http://www.saci.org.br/?modulo=akem&amp;amp;parametro=1669 &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acesso: 27 dez.2009  &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-4785212301558066571?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/4785212301558066571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/01/alunas-autoras-havenna-lima-e-renata.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/4785212301558066571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/4785212301558066571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2010/01/alunas-autoras-havenna-lima-e-renata.html' title='Deficiência Física'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-1034304177290539849</id><published>2009-12-15T16:48:00.028-03:00</published><updated>2010-01-06T01:53:32.458-03:00</updated><title type='text'>Algumas considerações sobre Deficiência Múltipla</title><content type='html'>&lt;b&gt;Alunas autoras: Camila Maria Rodrigues; Regiane Maciel de Almeida &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto que segue é uma resenha conceitual de Deficiência Múltipla do Programa de Capacitação de Recursos Humanos do Ensino Fundamental: Deficiência Múltipla e objetiva destacar alguns aspectos dessa deficiência no material citado organizado pelo MEC &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto aborda o conceito de Deficiência Múltipla e diz que esta sofre variações entre os estudiosos da área. Alguns consideram que a deficiência múltipla pode ser dada pela ocorrência de apenas uma deficiência, uma vez que esta traga conseqüências em outras.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros autores consideram o que está contido na Política Nacional de Educação Especial do Ministério da Educação (1994), que defende que a deficiência Múltipla se dá coma ocorrência simultânea de mais de uma deficiência, tais como; psíquica, física e sensorial, sem haver relação de dependência entre elas. Tais deficiências que independem uma da outra são denominadas deficiências primárias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A impressão que se tem ao pensar em deficiência múltipla é que constitua grave condição humana, um pressuposto equivocado (2000, pág. 49). Quando as pessoas pensam em deficiência múltipla vem logo á mente o preconceito ligado as diversas limitações e dependências, porém várias vezes uma deficiência, como a mental, pode ser mais comprometedora em termos de funcionamento do que a deficiência múltipla, como a associação da física com a visual. &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/file/174034001/82d14448/ResenhaDuplaCamilaRegiane.html" target="_blank"&gt;Baixe aqui texto na íntegra em PDF&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gravidade das deficiências depende de vários aspectos, tais como: as atitudes que a família pode tomar em relação à aceitação do deficiente; como se estimula à autonomia e à criatividade; como se trabalha a integração da pessoa ao ambiente físico e social, etc. Quanto mais cedo estas intervenções são trabalhadas, melhores condições de desenvolvimento, aprendizagem e integração o indivíduo com múltipla deficiência terá. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se trabalha deficiência múltipla na escola os professores não podem generalizar as pessoas quando elas têm as mesmas deficiências, no mesmo nível, pois elas têm necessidades individuais, não sendo semelhantes em suas condições funcionais e potencialidades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É necessário levar em consideração o ambiente e a cultura onde cada pessoa com deficiência múltipla vive para compreender a gravidade e a extensão do comprometimento da deficiência. Dessa forma, de acordo com os critérios individuais e socioculturais, a pessoa com múltipla deficiência pode ser vista como mais eficiente ou mais limitada em suas ações.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra questão interessante no desenvolvimento, nas realizações e na aprendizagem, seria a presença de apoios adequados como: tecnológico, material, espiritual, psicológico, etc. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se recebe apoio adequado, o deficiente revela com muito mais ganho, pois incentiva no desempenho e alcança melhorias na aprendizagem encorajando assim em novas tentativas e conquistas que ajudam no processo de interação. A deficiência múltipla pode se manifestar envolvendo diversas dimensões, algumas delas são: - Física e psíquica; - Sensorial e psíquica; - Sensorial e física; - Psíquica, física e sensorial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A psíquica pode envolver deficiência ou transtorno mental; a sensorial está ligada a deficiência auditiva ou visual; e a física aos movimentos do corpo humano. &lt;br /&gt;As principais formas de prevenção da deficiência múltipla estão na realização de programas de combate a doença causadora de deficiência, como campanha de vacinação; programas de prevenção materna sobre o uso de drogas e álcool; tentativa de reduzir os efeitos da deficiência já ocorrida, através de tratamentos de saúde; participação nos programas de atendimento educacional de saúde, que melhora o nível de funcionamento da pessoa com deficiência, entre outros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O apoio adequado no tempo necessário, tanto familiar, como educacional, colaboram no desenvolvimento e na melhoria da funcionalidade e qualidade de vida do portador de deficiência múltipla.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Bibliografia &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Programa de Capacitação de Recursos Humanos do Ensino Fundamental: Deficiência Múltipla vol. 1. Fascículo I – II – III / Erenice Natália Soares de Carvalho. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 2000._______P. (Série Atualidades Pedagógicas; 5).  Em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me000467.pdf&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-1034304177290539849?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/1034304177290539849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/12/algumas-consideracoes-sobre-deficiencia.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/1034304177290539849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/1034304177290539849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/12/algumas-consideracoes-sobre-deficiencia.html' title='Algumas considerações sobre Deficiência Múltipla'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-7458398723966353759</id><published>2009-12-08T23:45:00.000-03:00</published><updated>2009-12-08T23:45:41.087-03:00</updated><title type='text'>Aula produtiva</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sx8N59df5_I/AAAAAAAAAEw/hePMSxgS1I0/s1600-h/Est%C3%A1gio+Doc%C3%AAncia+Educa%C3%A7%C3%A3o+Especial.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sx8N59df5_I/AAAAAAAAAEw/hePMSxgS1I0/s320/Est%C3%A1gio+Doc%C3%AAncia+Educa%C3%A7%C3%A3o+Especial.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;A turma reunida por equipes para trabalhar as principais categorias dos textos: 1) Deficiência: da diferença ao desvio de Sadao Omote e 2) traduções para as palavras diferença/deficiência: um convite a descoberta de Rita Magalhaes. Quem se habilita aqui a pontuar tais categorias?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-7458398723966353759?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/7458398723966353759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/12/aula-produtiva.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/7458398723966353759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/7458398723966353759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/12/aula-produtiva.html' title='Aula produtiva'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sx8N59df5_I/AAAAAAAAAEw/hePMSxgS1I0/s72-c/Est%C3%A1gio+Doc%C3%AAncia+Educa%C3%A7%C3%A3o+Especial.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-5005947785783438272</id><published>2009-11-24T22:51:00.006-03:00</published><updated>2009-12-17T00:25:31.080-03:00</updated><title type='text'>Fátima Denari cede entrevista a alunos da UECE</title><content type='html'>&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 11" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 11" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CCarol%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;o:smarttagtype name="PersonName" namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-parent:"";	margin:0cm;	margin-bottom:.0001pt;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:12.0pt;	font-family:"Times New Roman";	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";}@page Section1	{size:595.3pt 841.9pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:35.4pt;	mso-footer-margin:35.4pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Alunos Autores: Iasmin Marinho e Renato Mesquita&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;1. Comente, com base em seus estudos e vivências na inclusão, quais suas expectativas dos avanços e retrocessos da inclusão educacional no Brasil futuramente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;- Entendo que a Educação Especial é parte da educação básica e geral e a escola tem por uma de suas responsabilidades, organizar-se de forma a permitir aos educandos, a aprendizagem de conteúdos específicos de cada nível ou série. Nesta compreensão, as necessidades educacionais especiais referem-se à presença de dificuldades para aprender alguns conteúdos do currículo básico. Paradoxalmente, espera-se que o sistema escolar deva adequar-se ás necessidades dos alunos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;- Quanto a avanços e retrocessos: inegavelmente, conquistamos muito com o aporte legal vigente. Em termos de garantia de direitos, desde a Constituição da República Federativa (1988), passando pelo ECA, pela LDBEN 9394/96, pelos decretos de 2001/2002, até os mais atuais que abordam a educação dos surdos (Libras) esses instrumentos ainda nos instigam à reflexão. Contraditoriamente, são alguns destes mesmos instrumentos, os algozes da inclusão: como indicar, preferencialmente, a educação de crianças e jovens com deficiências na escola regular, se as primeiras barreiras encontradas são em relação à constituição de pessoa? Como definir quem é ou está deficiente (ao menos no que reporta ao “nó” da deficiência intelectual)? Ora, quem pretende dar a primazia a algo ou alguém, pode acabar abrindo a porta da exceção... Garantir que o aluno deficiente esteja matriculado, não garante, de forma alguma, a sua permanência: esta, está ligada e entendimentos, políticas, planos que ultrapassam a legislação; envolve pessoa e envolve qualidade. Os índices só retratam o aumento de matrículas, mas não mostram quantos permanecem, efetivamente, e quantos são alijados do sistema e se deslocam para a EJA, por exemplo. Neste sentido, desconfio das boas intenções da inclusão (se se pretende incluir é porque alguém está de fora!!!!!)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;- Percebe-se, pois, que a história da profissão docente não se dissocia do lugar que seus membros ocupam nas relações de produção e do papel que desempenham na manutenção da ordem social. No momento em que a escola se impõe como um instrumento privilegiado de estratificação social, os professores também passam a ser investidos de ilimitado poder: podem promover a ascenção (integração/inserção/inclusão) do aluno diferente ou a sua estagnação (exclusão). Neste caso, a diferença não é vista como sinônimo de diversidade: diferença tem o peso do entendimento negativo, em que ao aluno são atribuídas características que o transformam &lt;st1:personname productid="em deficiente. Dadas" w:st="on"&gt;em deficiente. Dadas&lt;/st1:personname&gt; as peculiaridades, cada aluno deveria receber atendimentos diferenciados, sem que isto se constituísse demérito e desencadeasse um processo de marginalização. Ao contrário, tais entendimentos justificar-se-iam na medida em que se reconhecesse que todas as pessoas diferenciam-se umas das outras, e que podem conviver, harmonicamente, a partir desta diferenciação. E esta convivência não deveria ser interpretada como uma concessão de um determinado grupo a outros, mas sim, como um direito que a sociedade reconhece que todos têm, sem discriminação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;- Desta forma, para garantir o êxito dos trabalhos na escola inclusiva, algumas condições devem ser consideradas, quais sejam: apoio de especialistas, unificando os dois sistemas e adaptando-os às necessidades de todos os alunos; a potencialização das formas de intervenção, isto é, a aplicação dos sistemas consultivos e de intervenção direta em sala de aula comum, por meio do ensino cooperativo; a adoção de uma nova organização escolar, propondo a colaboração, o ajuste mútuo, as formas interdisciplinares e o profissionalismo docente. &lt;a href="http://www.4shared.com/file/174511172/4888dbe3/Ftima_Denari_cede_entrevista_a.html" target="_blank"&gt;Baixe em PDF entrevista na íntegra&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;2. Qual o papel da família na inclusão do indivíduo com necessidades educacionais especiais no ensino regular?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;- Entendo que o primeiro passo refere-se à necessidade de superação de entendimentos estereotipados ou de senso comum primando pelo processo de construção do conhecimento da pessoa inserida em seu contexto social e cultural. E isto só será possível e viável, quando o Estado tomar a si a responsabilidade de, para além de instituir políticas de ação, passar a aplicá-las, com efetividade. Não basta simplesmente conceder inequívocos benefícios que se perpetuam em ações assistencialistas. Ao contrário, trata-se, em primeiro plano do respeito ao aporte legal estabelecido. Enquanto isso, assistimos a proliferação de ONGs – muitas destas, sérias e eficientes no cumprimento de uma função que é do Estado - , enquanto que a maioria destas – e a mídia revela esses fatos com razoável freqüência – aproveitam-se da fragilidade das famílias e fazem uso da pessoa com deficiência, de maneira a explorar a imagem e as condições, em benefício próprio.... É esse estado da arte que deve ser combatido à exaustão. A família necessita, por fim, de esclarecimentos, amparo e direcionamentos para a educação de seu membro deficiente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;3. De que forma as famílias dos alunos que convivem com o aluno com necessidade educacional especial podem ajudar no desenvolvimento e socialização em sala de aula?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;- Primeiramente, informando aos professores e à equipe escolar sobre a real situação de seu filho/sua filha: hábitos, medicação, competências, etc.; em seguida, participando ativamente de todas as decisões sobre o filho/a filha; em terceiro lugar, colaborando, quando necessário, na própria escola e no lar, com as tarefas prescritas, com as atividades propostas; cobrando da escola e do sistema, a boa qualidade de ensino, necessária à garantia da permanência e do sucesso escolar. Sem a colaboração da família não há paradigma de inclusão que vingue!!!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;4. Sabendo de suas vivências e estudos sobre a educação inclusiva, que história mais lhe marcou? (Contar algum fato interessante de uma escola ou de alguém)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;- Infelizmente, as histórias “de inclusão” não têm final feliz!!!!! Algumas preocupações que tenho: a questão da própria definição de deficiência intelectual; os adultos com deficiência intelectual estão envelhecendo e perdendo seus cuidadores naturais: pai, mãe; muitas vezes, os irmãos, quando existem, não têm ou tem pouca disponibilidade para cuidar deles. Para onde estão indo? Asilos. Voltamos, como diz Gilberta Jannuzzi, cem anos na História e isso é preocupante. Nossa sociedade não está preparada para cuidar dos envelhecentes comuns, imagine daqueles que além das características próprias da idade, apresentam outras dificuldades?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;- Assim, ao visitar os asilos aqui da minha cidade, para obter dados para uma pesquisa, deparo-me com uma realidade triste: alguns (meus) ex-alunos da APAE (fui professora durante algum tempo na instituição) estão asilados; se antes já não tinham identidade, agora é que não são considerados nem pessoas... Então, pergunto-me: que inclusão é essa?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;5. Para você, quais as principais lacunas que devem ser preenchidas na formação de professores inclusivos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;- Primeiramente, todo professor deveria ter como premissa, incluir TODOS os alunos nas atividades acadêmicas, pedagógicas, de lazer, etc. Mas, a história da profissão docente não se dissocia do lugar que seus membros ocupam nas relações de produção e do papel que desempenham na manutenção da ordem social. No momento em que a escola se impõe como um instrumento privilegiado de estratificação social, os professores também passam a ser investidos de ilimitado poder: podem promover a ascenção (integração/inserção/inclusão) do aluno diferente ou a sua estagnação (exclusão). Neste caso, a diferença não é vista como sinônimo de diversidade: diferença tem o peso do entendimento negativo, em que ao aluno são atribuídas características que o transformam &lt;st1:personname productid="em deficiente. Dadas" w:st="on"&gt;em deficiente. Dadas&lt;/st1:personname&gt; as peculiaridades, cada aluno deveria receber atendimentos diferenciados, sem que isto se constituísse demérito e desencadeasse um processo de marginalização. Ao contrário, tais entendimentos justificar-se-iam na medida em que se reconhecesse que todas as pessoas diferenciam-se umas das outras, e que podem conviver, harmonicamente, a partir desta diferenciação. E esta convivência não deveria ser interpretada como uma concessão de um determinado grupo a outros, mas sim, como um direito que a sociedade reconhece que todos têm, sem discriminação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;- Um novo plano de estudos para a formação deve conter delineamentos específicos que favoreçam a formação dos futuros docentes contemplando, em primeira instância a necessária articulação metodológica e didática para a intervenção e planejamento de ações de caráter formativo, no sentido amplo da educação – a formação do cidadão. Sem entrar na polêmica que envolve as definições terminológicas e semânticas, esclarecemos que tais ações dependem da organização e das possibilidades de gestão interna de cada instituição escolar para propiciar um ambiente escolar e de sala de aula adequados contando, ainda, com recursos técnicos e humanos necessários.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;- Em segunda instância, mas de igual importância, devem ser considerados os procedimentos educativos que também requerem condições didáticas específicas para o desenvolvimento da atividade docente, tanto para salas com maior número de alunos, quanto para pequenos grupos ou para a atenção individualizada. Isto se dá com base na identificação das necessidades especiais e na tentativa de oferecer a atenção pedagógica adequada às necessidades de cada aluno.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;- Em terceiro lugar, considerar a importância do contexto, uma vez que o ensino fundamenta-se na comunidade e atividade, é ecológico e holista, considera a opinião dos alunos propiciando a construção do conhecimento sob a forma de uma aventura do conjunto da classe e prescindindo do auxílio da família. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;- A formação do docente de Educação e de Educação Especial (nesses sentidos mesmos, geral e especialista), inclusive para auxiliar nos serviços da educação especial, atuar em salas multifuncionais – uma “invenção” atual para as salas de recurso – tem de ser mais especializada para atender a diversidade do alunado; para tanto, é conveniente incluir disciplinas ou conteúdos afins, nos diferentes cursos de formação que contemplem, ainda que minimamente, o campo da EE. Assim, esta formação será mais efetiva a partir da relação colaborativa entre o sistema educacional, a universidade, os serviços sociais disponíveis em cada comunidade, a administração educacional, em todas as suas instâncias e o setor privado, transformando o sistema educacional em um marco de desenvolvimento de práticas pedagógicas e investigação de sua ação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;- A prática pedagógica profissional como fonte permanente e privilegiada de reflexão e de atuação propicia a análise do complexo movimento existente entre as construções teóricas e as atividades práticas, promovendo uma compreensão da natureza e da especificidade do conhecimento, desencadeando o desenvolvimento de um compromisso ético e político com uma sociedade democrática&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;6. Para você, existem diferenças de aprendizagem entre alunos que são inseridos no ensino regular de alunos que estão em instituições especializadas?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;- Sem querer traçar um alinha temporal, mas datas são necessárias para o entendimento da idéia que expresso a seguir. No final da década de 80 ainda não havia um aporte legal tão conhecido quanto o que se tem atualmente. Para a minha dissertação de mestrado, tentei verificar quais eram os critérios, inclusive à luz das leis, em que profissionais – professores, gestores, psicólogos, médicos, se pautavam para encaminhar alunos para os serviços de educação especial. Em 2004, vinte anos depois, com outras condições, volto à questão e entrevisto vários profissionais com base na mesma questão. O que observo? Não obstante o apelo da inclusão, alunos continuam sendo encaminhados aos serviços, com base nos mesmos argumentos anteriores. Pergunto, então: o que mudou a´pós o advento da inclusão? Nada, ou quase nada. Alunos são encaminhados, desta vez, para salas de escolas comuns, porém, nada de novo se faz para garantir a sua aprendizagem, além da boa vontade e do interesse de alguns professores. Será que esses alunos não aprenderiam mais rapidamente e com mais sucesso em ambientes mais segregados? Essa questão eu prometo responder em breve, já que uma das minhas orientandas de doutorado está estudando a trajetória do aluno, antes institucionalizado, que foi encaminhado para o ensino comum, não teve sucesso e no momento, freqüenta sala da EJA. Em suma, não acredito que haja diferenças, mas se houver, ainda defendo o ensino especial, devido às condições supra-mencionadas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-5005947785783438272?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/5005947785783438272/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/11/entrevistando-fatima-denari.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/5005947785783438272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/5005947785783438272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/11/entrevistando-fatima-denari.html' title='Fátima Denari cede entrevista a alunos da UECE'/><author><name>Paula Cardoso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01588469437867680822</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_acsdwjWFq8w/SwyNBXdF3WI/AAAAAAAAAAM/UYSyYhd3p-s/S220/Paula_blog.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-7506263008559210897</id><published>2009-11-24T10:03:00.001-03:00</published><updated>2009-12-17T00:24:19.929-03:00</updated><title type='text'>Alunos perguntam e Sadao Omote responde</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;i&gt;Por Renato Mesquisa e Iasmin Marinho &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Alunos: &lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;No contexto da Educação Especial, o que seria o estigma?&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;Omote&lt;/b&gt;: A palavra estigma foi cunhada na Grécia antiga para designar marcas físicas no corpo produzidas artificialmente, com ferro em brasa ou cortes, para sinalizar que o seu portador era uma pessoa moralmente inferior (ladrão, escravo, traidor etc.). Depois, foi utilizada com várias acepções. Atualmente, no contexto da EE, a palavra estigma é usada com significado semelhante àquele com que os gregos antigos usavam, porém, em vez de marcas físicas no corpo, diz respeito a marcas sociais. Para Goffman, o significado hoje corresponde mais à desgraça social que marcas que a sinalizam. Na minha concepção, diz respeito a marcas sociais de descrédito social. Como as marcas sociais não são imediatamente perceptíveis, muitos recursos são utilizados para a identificação de pessoas em situação de descrédito social. O rótulo cumpre um pouco essa função. A demarcação físico-geográfica dos locais freqüentados ou em que são atendidos os estigmatizados também faz parte dessa função de sinalizar que os freqüentadores ou usuários são socialmente desacreditados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Alunos: &lt;i&gt;Que condições podem levar uma pessoa a ser estigmatizada?&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;Omote: &lt;/b&gt;O processo de estigmatização pode ser mais bem compreendido, analisando a dinâmica psicossocial da coletividade na qual determinadas categorias de pessoas são estigmatizadas. Vejo mais como um processo que se refere a essa dinâmica que como algo que ocorre com os indivíduos estigmatizados, em função de alguma característica deles. De uma maneira extremamente sucinta, poder-se-ia dizer que, quando as fronteiras de alguma normalidade relevante numa comunidade estiverem sendo violadas, cria-se um ambiente favorável para a construção de um desvio, em cuja caracterização depreciativa o processo de estigmatização tem participação destacada. Portanto, potencialmente, qualquer característica portada por um grupo de pessoas pode tornar-se um desvio. É uma forma de enfrentamento de um dilema por uma coletividade humana. Em situações de transição ou de instabilidade social, comumente ocorrem terrenos férteis para a construção de novos desvios e estigmas. Mas, não pode o estigma ser visto como algo negativo a ser combatido. Simplesmente faz parte da vida normal de uma coletividade humana, que precisa gerenciar a necessidade de tornar a vida coletiva viável ao reunir pessoas cujas motivações podem estar orientadas fortemente por necessidades e interesses individuais. Recomendo a leitura do meu artigo Estigma no tempo da inclusão, publicado na Revista Brasileira de Educação Especial, v.10, n. 3, p. 287-308, 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Alunos: &lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Como você define “rótulo”, e qual sua função?&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;Omote: &lt;/b&gt;O rótulo é apenas um nome para designar um evento (algum atributo ou comportamento, pessoas ou grupo de pessoas etc.). Qualquer evento, no processo de conhecimento acerca dele, precisa ser nomeado. Portanto, o rótulo em si não pode fazer nem bem nem mal a pessoas rotuladas. O que pode fazer mal são os usos que se fazem do rótulo, no sentido, por exemplo, de resumir em uma única designação todo o conjunto de características de pessoas rotuladas. Essas características que o rótulo suscita nem sempre são atributos efetivamente portados pelas pessoas rotuladas, mas podem ser apenas estereótipos. Uma vez que o rótulo passa a cumprir essa função social de caracterizar caricaturalmente a pessoa rotulada, acaba por orientar as ações de outras pessoas em relação a esta, interagindo com ela e tratando-a como se, de fato, possuísse os traços sugeridos pelo rótulo. Conseqüências negativas advêm, se houver, das ações de outras pessoas em relação à pessoa rotulada, que é percebida e tratada de conformidade com os estereótipos negativos associados, comumente em conjunto com baixas expectativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Alunos: &lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;No texto: “Deficiência: da diferença ao desvio”, você comenta que várias discussões foram feitas em torno dos prejuízos que os rótulos trazem para uma pessoa. Que questões podem ser esclarecidas com referência a esse problema da rotulação?&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;Omote: &lt;/b&gt;Além do que já foi apontado no item 3, é conveniente chamar a atenção para a inoperância de se substituírem rótulos impregnados de significações negativas por outros presumidamente neutros. O paradigma de condicionamento clássico demonstrou sobejamente que a associação sistemática entre um nome inicialmente neutro e um evento interpretado como negativo irá impregnar esse rótulo de significações igualmente negativas. Rótulos altamente negativos do passado, em desuso há longa data, perderam muito da significação negativa. Tais são, por exemplo, os nomes como idiota, imbecil, oligofrênico, mentecapto etc. Não há, enfim, nenhuma propriedade intrínseca a um rótulo que possa ser prejudicial a pessoas rotuladas. Dependendo do uso que se faz do rótulo, pode até beneficiar a pessoa rotulada. Por exemplo, um aluno com uma perda auditiva suficiente para prejudicar a sua participação nas atividades de sala de aula convencional pode beneficiar-se do rótulo de deficiente auditivo, no sentido de que os professores e seus colegas deixarão de tratá-lo como desatento, mal-criado e eventualmente até deficiente mental, e passar a receber atenção diferenciada que pode remover os obstáculos representados pela dificuldade de audição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Alunos: &lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Como você diferencia “integração” de “inclusão”?&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;Omote: &lt;/b&gt;A integração como processo social de inserção do deficiente em meios sociais aparece como uma forma de operacionalizar o princípio da normalização, segundo o qual o deficiente deve levar um modo de vida o mais próximo possível de pessoas comuns. Assim, se crianças comuns aprendem a ler e escrever em classes de ensino comum, então aquela que possui alguma deficiência também deve aprender essas competências em classes de ensino comum. Para tanto, investe-se na capacitação dela para que possa ser integrada a classe de ensino comum, na qual aprenda o que os demais alunos aprendem, usando, sempre que possível, os mesmos recursos utilizados por estes. No processo de integração, há ênfase na capacitação do deficiente, mas há também necessidade de que seja adequadamente preparado o ambiente, social ou não, no qual algum deficiente irá ser integrado. Na inclusão, a ênfase recai na adequação do meio para o acolhimento de pessoas deficientes; na verdade, acolhimento de todas as pessoas, independentemente das diferenças que possam possuir. Mas, considerando as infinitas diferenças, naturalmente não será possível uma plena inserção produtiva de todas as pessoas, mediante apenas as adequações do meio. Há uma interpretação um tanto equivocada no sentido de que com a inclusão, é o meio, e apenas ele, que precisa ser adequado. Tenho insistido na necessidade de cada cidadão, independentemente da natureza, extensão e magnitude da diferença que possui, receber educação e qualificação para adequar-se também às demandas do meio. Portanto, entendo que a inclusão não sepulta os velhos e bons conceitos norteadores como a normalização e a integração. Recomendo a leitura do meu artigo Normalização, integração, inclusão ..., publicado em Ponto de Vista. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-7506263008559210897?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/7506263008559210897/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/11/alunos-perguntam-e-sadao-omote-responde.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/7506263008559210897'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/7506263008559210897'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/11/alunos-perguntam-e-sadao-omote-responde.html' title='Alunos perguntam e Sadao Omote responde'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-7097167430228980160</id><published>2009-09-25T10:00:00.000-03:00</published><updated>2009-09-25T10:02:49.759-03:00</updated><title type='text'>Resenha: A INCLUSÃO QUE É “NOSSA” E A DIFERENÇA QUE É DO “OUTRO”, Skliar, C.</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Por Grace Kelly Luz e Débora Sucupira &lt;/em&gt;            &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O capítulo escrito por Carlos Skliar, pesquisador da área de Educação da Facultad Latinoamericana de Ciências Sociales (Flacso), Argentina, questiona a respeito da educação especial e a crise da “normalidade” considerando os argumentos da pedagogia e as suas (aparentes e permanentes) mudanças, termos descritos pelo próprio autor no desvelar das suas idéias que conduzem a uma reflexão que coloca sob suspeita as conceituações sobre “problemáticas” inerentes à educação especial para além de uma questão de paradigmas; assim como discute, pensando, antes de mais nada, na complexa relação e/ ou oposição entre a questão do outro e a obsessão pelo outro:&lt;br /&gt;            “A pergunta que gostaria de fazer neste texto bem poderia ser: constituem os argumentos da diferença, da preocupação com o outro, do respeito, da aceitação, do reconhecimento, da tolerância etc. um novo argumento educativo ou trata-se, mais uma vez, do velho e conhecido argumento da oposição binária entre exclusão e inclusão...Os “diferentes” respondem a uma construção, uma invenção, quer dizer, são reflexo de um largo processo que poderíamos chamar de “diferencialismo”, isto é, uma atitude – sem dúvida do tipo racista – de categorização, separação e diminuição de alguns traços, de algumas marcas, de algumas identidades, de alguns sujeitos, em relação ao vasto e por demais caótico conjunto de diferenças humanas... A meu ver, as diferenças não podem ser apresentadas nem descritas em termos de melhor e/ ou pior, bem e/ ou mal, superior e/ ou inferior, positivas e /ou negativas, maioria e/ ou minoria etc.São, simplesmente – porém não simplificadamente - , diferenças. Mas o fato de traduzir algumas dessas diferenças como “diferentes” – e já não simplesmente como diferenças – volta a posicionar essas marcas, essas identidades, esse “ser diferença” como contrárias, como opostas e negativas à idéia de “ norma”, do normal e, então, daquilo que é pensado e fabricado como o “correto”, o “positivo”, o “melhor” etc”.&lt;br /&gt;            O autor utiliza uma linguagem elaborada, às vezes exemplificativa, em uma constante crítica-reflexiva às contruções sobre as facetas da diferença e da inclusão, principalmente pela questão do matiz educacional, em meio ao desmascaramento dos estereótipos dos “padronismos” e “diferencialismos” e seus significados, conduzindo o leitor à elaboração de uma leitura desmistificadora, que traz o suspeitar de conceituações resolutivas ou investigativas, proporcionando novos olhares na relação diferença-inclusão eu e o outro. Nessa perspectiva, no mais das vezes, Skliar traz uma escrita densa e complexa em meio às argumentações.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-7097167430228980160?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/7097167430228980160/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/resenha-inclusao-que-e-nossa-e.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/7097167430228980160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/7097167430228980160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/resenha-inclusao-que-e-nossa-e.html' title='Resenha: A INCLUSÃO QUE É “NOSSA” E A DIFERENÇA QUE É DO “OUTRO”, Skliar, C.'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-8973808850745939210</id><published>2009-09-25T09:46:00.000-03:00</published><updated>2009-09-26T06:17:01.786-03:00</updated><title type='text'>Relato de David Farias Falcão: um dos fundadores da ADFC</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sr3b_6Fxr5I/AAAAAAAAADw/1x8-estgUhM/s1600-h/Relato.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 169px; FLOAT: right; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385702620376706962" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sr3b_6Fxr5I/AAAAAAAAADw/1x8-estgUhM/s200/Relato.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Por Débora Sucupira e Grace Kelly Luz&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A ADFC surgiu da iniciativa de quatro irmãos deficientes: David, Geraldo Júnior, Lídia e Ana Falcão que sofrendo na pele a discriminação e a falta de atenção do poder público e sociedade geral resolveram fundar em 1º de maio de 1988 a ADFC, com o objetivo de defender a classe dos deficientes físicos do Ceará. Alguns anos depois conseguiram um terreno da Rua Alcides Santos, nº 51, bairro Parangaba, onde com muita luta conseguiram construir o 1º abrigo para deficiência do Estado do Ceará e anexo à sede. Hoje funcionando no horário comercial, atendendo pelo telefone: 3232 – 7873.&lt;br /&gt;HISTORICO ADFC&lt;br /&gt;A ADFC - Associação dos Deficientes Físicos do Ceara é uma instituição filantrópica sem fins lucrativos, que desde 01 de Maio de 1988, vem desempenhando papel expressivo na cobrança dos direitos dos deficientes em diversas áreas.&lt;br /&gt;• Saúde: doações de cadeiras de rodas, muletas, colchões d'água e cestas básicas.&lt;br /&gt;• Acessibilidade: fiscalização de obras publicas e privadas, atendimento preferencial em caixas, 20 anos de luta pelo passe livre.&lt;br /&gt;• Educação: reforçando a luta por educação inclusiva que não comprometa a integridade física e moral dos alunos, quer deficientes ou não; levando a palestra educativa as escolas com tema "0 Deficiente e a Sociedade" maneira que encontramos para conscientizar 0 futuro cidadão de como lidar com 0 deficiente.&lt;br /&gt;• Trabalho: pioneirismo no convenio com a Prefeitura Municipal de Fortaleza desde Agosto de 1996, criando 70 vagas para deficientes e mais tarde outro convenio com mais 6 vagas, totalizando ate hoje, com outras parcerias mais de 300 pessoas já passaram por essas vagas, conquistando sua independência, 0 sustento de suas famílias do próprio salário. Este ano completamos 16 anos de atividade, já alcançando em torno de 1.000 atendimentos, o que nos deixa feliz com a eficácia de nossos serviços, mas não para por ai. A ADFC ha 5 anos esta construindo 0 1º Albergue para deficientes carentes do Ceara, mais um projeto pioneiro que trará qualidade de vida, resgate de auto-estima a 17 deficientes moradores de rua. Mais de 80% desta obra já está construída através da venda de canetas na Av. Beira Mar, doações voluntarias e das palestras nas escolas.&lt;br /&gt;Aí vai o link do vídeo do youtube que fala da Associação.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=8i3WGkplAuI"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=8i3WGkplAuI&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-8973808850745939210?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/8973808850745939210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/relato-de-david-farias-falcao-um-dos.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/8973808850745939210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/8973808850745939210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/relato-de-david-farias-falcao-um-dos.html' title='Relato de David Farias Falcão: um dos fundadores da ADFC'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sr3b_6Fxr5I/AAAAAAAAADw/1x8-estgUhM/s72-c/Relato.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-420115266329227645</id><published>2009-09-24T20:38:00.000-03:00</published><updated>2009-09-24T21:06:15.643-03:00</updated><title type='text'>ENTREVISTA EDUCADOR E PSICOMOTRICISTA GENIVALDO MACÁRIO</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SrwJWBL2_7I/AAAAAAAAADo/3e1JLiP8YHo/s1600-h/genivaldo.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 191px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385189528308219826" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SrwJWBL2_7I/AAAAAAAAADo/3e1JLiP8YHo/s200/genivaldo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Por Suellen Souza e Hulda Rodovalho&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Genivaldo Macário de Castro&lt;/strong&gt;: Mestre em Educação, graduado em Educação Artística pela UFPI, Artista plástico, Especialista em Psicopedagogia pela EPCE, Psicomotricidade pela UECE, Psicomotricista do CAS/CE, Arte Terapeuta e docente da Formação em arte Terapia do Instituto Aquilae.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Como é realizado o trabalho no CAS (Centro de formação e atendimento ao surdo)?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;“O CAS é voltado para a formação de professores e atendimento de pessoas surdas.Nosso trabalho é todo voltado para o trabalho com o surdo como também o atendimento de psicopedagogia, psicomotricidade, fonodiologia e psicologia para os surdos.Oferecemos cursos de Libras para surdos, familiares e para sociedade, cursos de formação:Psicomotricidade e desenvolvimento da criança surda, curso de Arte-Educação para professores que trabalham ou tem interesse de trabalhar com surdos.Ou seja todo um programa voltado para atender os surdos, familiares e educadores.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Como é a distribuição das vagas dos cursos?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;“Os cursos são oferecidos para professores da rede pública de ensino que trabalham com surdos e uma outra porcentagem e oferecida para a comunidade.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O CAS é mantido por quem?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;“O CAS é uma instituição Estadual de unidade única para o atendimento de todo o Ceará, no que se refere a atendimento a crianças surdas e professores que trabalham ou desejam trabalhar com crianças surdas.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Para ser atendido pelo CAS o que é necessário?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;“Para ser atendido lá basta ir, e quando a demanda é muito grande fica na fila de espera.Mas lá é para atender a todos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Porque os surdos são tão organizados?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;“Hoje existe um movimento da cultura surda muito organizada, com associações e organizações.E isso deve-se ao fato de eles querem estar onde eles podem se comunicar, eles querem compreender, pois existe uma escala muito pequena de ouvintes que falam libras, que dominam é bem menor, que conhecem um pouquinho é mais ou menos e os que fizeram curso sabem até dar um bom dia ou boa tarde mas quando a conversa se estica acabam se perdendo.É muito chato você está conversando com alguém que não te entendi, não gera comunicação, interação, não a ganho nenhum nessa comunicação.Como qualquer outra pessoa eles querem estar onde são compreendidos e aceitos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Genivaldo, qual é o trabalho que você realiza no CAS?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;“Eu trabalho com cursos para professores, educadores de surdos e professores da escola de surdos, no sentido de está cada vez mais convidando eles para refletir sobre a experiência docente com o surdo.Trabalho também com grupos de psicomotricidade.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Como é esse trabalho com grupos de psicomotricidade?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;“Trabalho com grupos de adolescentes e adultos com encontros semanas onde é trabalhado a relação do surdo com o grupo (sociedade), família e com os próprios colegas.É muito importante trabalhar com a família pois não é a surdez em si que o problema é cultural, o problema maior do surdo está na família que não sabe libras, só constitui uma linguagem baseada na oralidade e não da Libras.E ai?Como está pessoa que é surda vai se comunicar com um bando de ouvintes?Aí ele acaba se comunicando com um dialeto caseiro que só serve para a família, o que se difere da libras que é uma linguagem brasileira de sinais.&lt;br /&gt;A psicomotricidade ela trabalha com o corpo do sujeito em movimento na relação.Quando vou trabalhar com a psicomotricidade eu não vou pensar no sujeito isolado, mais o sujeito na relação social com a escola, com a família e com a meio social.A criança surda na relação com a família, escutando o que essas famílias têm a dizer e orientando-as a fazerem cursos de libras para que assim elas possam olhar seus filhos com outros olhos.&lt;br /&gt;O trabalho com os professores eles são convidados a refletirem sobre o modo como eles trabalham a criança surda, o que é peculiar na educação dos ouvintes, o que eles fazem que seja próprio da educação do surdo e o que eles trazem da educação do ouvinte para o surdo, para eles tomarem consciência que a educação do surdo tem uma dinâmica própria.&lt;br /&gt;No trabalho com os alunos trabalho com grupos pontuais e não permanentes, desde a infância, adolescência até a idade adulta.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Quando começou o seu interesse por está área?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;“Pessoal, cheguei até aqui porque fiz um concurso do Estado r nunca assumia e um dia eles me chamaram e a moça que me atendeu me convenceu que eu deveria ir para o CAS.Quando eu cheguei não sabia libras, então aprendi e fui gostando, gostando e fui gostando tanto que estou aqui e adoro.” &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-420115266329227645?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/420115266329227645/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/entrevista-educador-e-psicomotricista.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/420115266329227645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/420115266329227645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/entrevista-educador-e-psicomotricista.html' title='ENTREVISTA EDUCADOR E PSICOMOTRICISTA GENIVALDO MACÁRIO'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SrwJWBL2_7I/AAAAAAAAADo/3e1JLiP8YHo/s72-c/genivaldo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-6498731012457704798</id><published>2009-09-23T14:59:00.000-03:00</published><updated>2009-09-23T19:16:25.741-03:00</updated><title type='text'>VÍDEO: A ROTINA DE UM COLEGA CEGO</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Por Eric Cardonha, Helaine Portela e Renata Glicia Ferrer&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O vídeo vem salientar uma rotina de trabalho do nosso colega João Bosco, deficiente visual. Pretendemos com esse vídeo problematizar a visão do senso comum de julgar o deficiente como “coitadinho”, ou se surpreender ao vir um cego andando só pelas ruas, ou ainda trabalhando entre pessoas sem necessidades especiais.&lt;br /&gt;O deficiente deve ser visto como alguém dotado de necessidades humanas, antes mesmo de sua deficiência, para que não seja reduzida apenas a sua “diferença”. Respeitar as diferenças e reconstruir um novo cenário nas relações sociais, certamente é algo possível.&lt;/div&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-e98ba9e1fcdf336" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v19.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3D0e98ba9e1fcdf336%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331618455%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2DAF3D6F200BD49B88448C22234F15D7097289F1.80E4AE1F45E344AFED09E8833D80816936338045%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3De98ba9e1fcdf336%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DBL-PNtbx3jhRQu4G1PoiFYr9pCo&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v19.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3D0e98ba9e1fcdf336%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331618455%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2DAF3D6F200BD49B88448C22234F15D7097289F1.80E4AE1F45E344AFED09E8833D80816936338045%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3De98ba9e1fcdf336%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DBL-PNtbx3jhRQu4G1PoiFYr9pCo&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-6498731012457704798?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/6498731012457704798/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/por-eric-cardonha-helaine-portela-e.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/6498731012457704798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/6498731012457704798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/por-eric-cardonha-helaine-portela-e.html' title='VÍDEO: A ROTINA DE UM COLEGA CEGO'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-2450632086569543444</id><published>2009-09-23T14:49:00.000-03:00</published><updated>2009-09-23T15:05:45.800-03:00</updated><title type='text'>VISITA AO INSTITUTO DOS CEGOS</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Por Erich Cardonha, Helaine Portela e Renata Glicia Pimentel&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Fomos indicados, na disciplina Educação Especial, do Curso de Pedagogia da Universidade Estadual do Ceará, pela professora Rita de Cássia Magalhães e a estagiária Ana Paula Lima Barbosa Cardoso, para fazermos uma visita ao Instituto dos Cegos e elaborarmos um pequeno relatório sobre nossas impressões, tendo em vista observar na prática as teorias estudadas naquela disciplina e reconhecer nessa prática o modelo educacional adotado pela instituição.&lt;br /&gt;A Escola de Ensino Fundamental Instituto dos Cegos/Centro de Apoio Pedagógico (CAP), localiza-se na Rua Doutor (Dr.) João Guilherme, 373, no bairro Antônio Bezerra, Fortaleza, Ceará. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O instituto funciona nos turnos manhã e tarde. Atende a alunos cegos, com baixa visão e com múltiplas deficiências (sendo a cegueira uma delas), na Educação Infantil e no Ensino Fundamental I (1º ao 6º ano). Oferece aos matriculados: acompanhamento fonoaudiólogo; terapia ocupacional; tratamentos de orientação, mobilidade, psicomotricidade e estimulação visual; reabilitação em Braille, treinamento da escrita cursiva e com o Sorobã; cursos de Braille. Os cursos de Braille também são ofertados aos pais e à comunidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para maiores informações os interessados devem procurar a secretaria da escola, no horário comercial, ou se informarem pelo correio eletrônico (e-mail) &lt;a href="mailto:institutocegos@yahoo.com.br"&gt;institutocegos@yahoo.com.br&lt;/a&gt; ou pelos telefones (0xx85) 3101.5083 / 3235.7720.&lt;br /&gt;A referida visita se limitou a um curto tempo de observação e de questionamentos e respostas sobre as dúvidas gerais do grupo e pertinentes ao assunto em foco, devido ao pouco espaço de convergência dos horários livres dos autores desse relato. Apresentamos a seguir o que nos foi possível analisar segundo as informações coletadas.&lt;br /&gt;De cara, nossa atenção foi tomada pela vergonhosa estrutura física da instituição, espaço residencial doado pelo Governo Estadual e não adaptado totalmente às necessidades de uma escola de educação especial, que não permite um adequado deslocamento dos deficientes visuais dentro da própria instituição.&lt;br /&gt;Procuramos, com a diretora, esclarecer nossas dúvidas sobre como a escola funciona: de onde provêm os recursos financeiros, a que público atende e quais objetivos e pretensões da gestão. Além de conhecer mais internamente o ambiente da desta.&lt;br /&gt;Fomos informados que a escola observada atende ao nível Infantil e Fundamental do ensino e procura capacitar deficientes visuais pra ingressarem na rede regular de ensino, como também oferece apoio pedagógico àqueles que já estão integrados e que os recursos financeiros são provenientes do Governo Estadual e de colaborações da comunidade. A capacitação é feita, principalmente, através de cursos voltados para a aprendizagem da leitura e escrita em Braille e de cálculos matemáticos, com a manipulação dos instrumentos apropriados, e através de práticas educativas para uma vida independente.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Principais Conclusões:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Constatamos, de acordo com nossos estudos e investigações, que a E.E.F. Instituto dos Cegos emprega o modelo educacional de Integração Escolar. Na verdade, as expectativas da gestão dessa instituição, sobre a inserção de alunos com deficiências visuais no ensino regular, se apóiam sobre a educação inclusiva. No entanto, essa inserção só se dá na medida em que estes demonstrem condições para acompanhar a turma na qual serão integrados, recebendo, paralelamente, apoio especializado do CAP; e não como prega o modelo educacional de Inclusão Escolar, no qual esses alunos devem ser inclusos nas classes comuns do ensino regular, independentemente do tipo ou grau de comprometimento; onde a escola é quem deve, responsavelmente, se adequar às necessidades educacionais e estruturais dos alunos especiais, através da flexibilização curricular e acessibilidade física do meio.&lt;br /&gt;Porém, apesar dos pesares, consideramos que a E.E.F. Instituto dos Cegos busca, sensivelmente, nas práticas de humanidade e solidariedade, suas e da sociedade civil, alcançar meios que possibilitem a uma parte dos excluídos da sociedade, no caso, os deficientes visuais, o acesso ao ensino regular e, deste modo, fornecer condições mais dignas, de convivência pessoal e educacional, no mínimo, entre eles e os demais membros da mesma sociedade.&lt;br /&gt;Acreditamos que se mais instituições tivessem o mesmo objetivo daquela, o de afirmar o respeito às diferenças e a compaixão para com o próximo, nós, seres humanos, nos encaminharíamos para a consolidação de uma vida mais harmoniosa e feliz.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-2450632086569543444?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/2450632086569543444/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/por-erich-cardonha-helaine-portela-e.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/2450632086569543444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/2450632086569543444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/por-erich-cardonha-helaine-portela-e.html' title='VISITA AO INSTITUTO DOS CEGOS'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-8589497365752885401</id><published>2009-09-15T10:51:00.000-03:00</published><updated>2009-09-15T11:00:10.595-03:00</updated><title type='text'>UM NOVO OLHAR SOBRE OS LUGARES QUE SE FREQUENTA: ACESSIBLIDADE NAS CIDADES AOS DEFICIENTES</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sq-dbvYQUxI/AAAAAAAAADY/5imxahBMTes/s1600-h/acessibilidade_cego.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381693179631260434" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sq-dbvYQUxI/AAAAAAAAADY/5imxahBMTes/s200/acessibilidade_cego.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Por Cleuma Santos e Alberto Pereira Filho&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Podemos observar que as pessoas com alguma deficiência enfrentam preconceitos, estigmatização e exclusão social. São considerados apenas a partir de sua deficiência e, portanto, como incapazes.&lt;br /&gt;Andando por nossa cidade percebemos que sua organização dificulta o acesso das pessoas portadoras de alguma deficiência. Nossas ruas e calçadas não estão adaptadas para ninguém: pessoas sem ou com deficiência: são mal sinalizadas, esburacadas, faltam rampas de acesso, calçadas estreitas e obstruídas, poucos ônibus com elevadores, enfim, são questões que a sociedade e governo devem resolver para facilitar a locomoção das pessoas com deficiência que, sendo cidadãos, têm o direito de ir e vir.&lt;br /&gt;No que se refere à acessibilidade das pessoas com deficiência algumas leis foram aprovadas no intuito de garantir esses direitos, tais como a LEI COMPLEMENTAR Nº 0057, DE 18 DE JULHO DE 2008. Aprovada pela a Câmara Municipal de Fortaleza, que dispõe sobre o direito à gratuidade para pessoas com deficiência, no pagamento de tarifas do Sistema de Transporte Público de Fortaleza.&lt;br /&gt;Mesmo que de alguma forma as pessoas com deficiência sejam “contempladas” é necessário ter consciência que a prática apresenta uma situação diferente. Para que nossos direitos sejam respeitados é necessário muito empenho, força de vontade e coragem para lutar. Por isso, diante dessas questões o que devemos fazer é abolir o preconceito para proporcionar-nos um ambiente democrático que respeite a pessoa diferente, considerando-a como um ser humano capaz, que tem suas dificuldades e suas habilidades, e como todas as pessoas, está buscando o seu espaço.&lt;br /&gt;Para se adaptar a esta sociedade, onde suas cidades são mal projetadas e não oferecem acessibilidade adequada às pessoas com deficiência, dificultando sua locomoção, a vida destes é sempre constituída como rotina de superação e de vitória sobre as barreiras criadas por aqueles que não se preocupam com a diferença.&lt;br /&gt;Que as autoridades responsáveis pelo Plano Diretor da cidade de Fortaleza, bem como de todas as cidades brasileiras, possam incluir as pessoas com necessidades especiais neste documento. E proporcionar-lhes o pleno gozo de seus direitos constitucionais, ajudando-as a transpor com mais dignidade os caminhos que a vida reserva a cada um de nós, de forma indistinta.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-8589497365752885401?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/8589497365752885401/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/um-novo-olhar-sobre-os-lugares-que-se.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/8589497365752885401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/8589497365752885401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/um-novo-olhar-sobre-os-lugares-que-se.html' title='UM NOVO OLHAR SOBRE OS LUGARES QUE SE FREQUENTA: ACESSIBLIDADE NAS CIDADES AOS DEFICIENTES'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sq-dbvYQUxI/AAAAAAAAADY/5imxahBMTes/s72-c/acessibilidade_cego.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-6015543581850018172</id><published>2009-09-14T16:04:00.000-03:00</published><updated>2009-09-14T16:07:56.876-03:00</updated><title type='text'>Resenha do texto: Um antropólogo em Marte, de Oliver Sacks</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Por Emanuelle Oliveira e Vivian Kelly Pereira&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este texto perpassa a história do autismo, destacando suas causas, as quais podem ser biológicas ou adquiridas. Posteriormente, irá relatar as experiências que o autor Oliver Sacks tem ao estudar o caso de Temple, uma mulher bem-sucedida que se formou bióloga e engenheira, mesmo sendo autista. Sacks irá relatar as atitudes e o comportamento de Temple durante o dia-a-dia.&lt;br /&gt;Logo de início, ele é surpreendido com o fato dela repetir minuciosamente a coordenada para que encontrasse a sala da Universidade que ensinava. Por sua vez, algumas atitudes dela o intrigaram, como a falta de sutilezas sociais ao falar bruscamente com as pessoas e a incapaz de estabelecer uma empatia com os personagens da mitologia grega, afirmando que se sentia como um antropólogo em marte.&lt;br /&gt;Mesmo com essa empatia, é percebida uma relação forte entre ela e os animais, portanto, não é considerada como desprovida de sentimentos. Sacks relata a ausência da capacidade de interação humana social e sexual de Temple, pois era através da observação do comportamento das pessoas que prévia como elas agiriam. Como forma de compensar suas dificuldades Temple relata que encontrou na linguagem da ciência e da tecnologia um enorme alívio, fazendo disso sua vida.&lt;br /&gt;Ao concluir sua análise sobre a bem-sucedida engenheira e bióloga, Sacks concluiu que a sua normalidade havia se revelado uma fachada. E que apesar da sua falta de emoção e ânsia por ser humano, Tem um sentimento apaixonado do que é certo e errado, como por, a respeito do tratamento dos animais.&lt;br /&gt;Essa obra é indicada e necessária para quem quer conhecer um pouco mais sobre as necessidades, os limites, as características e as habilidades de um autista que procura ser reconhecido pelas suas capacidades intelectuais e não pela sua deficiência. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;SACKS, Oliver W. Um antropólogo em marte: sete histórias paradoxais. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-6015543581850018172?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/6015543581850018172/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/resenha-do-texto-um-antropologo-em.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/6015543581850018172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/6015543581850018172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/resenha-do-texto-um-antropologo-em.html' title='Resenha do texto: Um antropólogo em Marte, de Oliver Sacks'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-2046556177797205916</id><published>2009-09-14T07:59:00.001-03:00</published><updated>2009-09-14T08:59:37.286-03:00</updated><title type='text'>Mural de Fotos digital...</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Por Léa Leduc e Juliana Fernandes&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O mural de fotos aqui disposto retrata imagens da diversidade e da diferença que nos caracteriza como coletividade. Evidente a intenção das alunas de compor esse "retrato" numa perspectiva de consciência e respeito às características mais diversas que no diferencia uns dos outros, mas que também nos identifica como sociedade plural. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um convite à beleza da diferença presente nestes... e à reflexão do olhar que a eles destinamos.  &lt;/div&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-8d72c64a4a176a77" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v19.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D8d72c64a4a176a77%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331618455%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D221519A618DF60B3983828261E557BB9D723FC9A.21CDD4A5D765EFF1BE374BF741F5E77475238F43%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D8d72c64a4a176a77%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DTBJxCkkmOQmQ4_JkfAmNW9vyZp8&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v19.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D8d72c64a4a176a77%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331618455%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D221519A618DF60B3983828261E557BB9D723FC9A.21CDD4A5D765EFF1BE374BF741F5E77475238F43%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D8d72c64a4a176a77%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DTBJxCkkmOQmQ4_JkfAmNW9vyZp8&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-2046556177797205916?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/2046556177797205916/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/mural-de-fotos-digital.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/2046556177797205916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/2046556177797205916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/mural-de-fotos-digital.html' title='Mural de Fotos digital...'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-7514417820400727534</id><published>2009-09-11T20:47:00.000-03:00</published><updated>2009-09-11T20:57:38.047-03:00</updated><title type='text'>Resenha: FORMAÇÃO DOCENTE E PSICOMOTRICIDADE EM TEMPOS DE ESCOLA INCLUSIVA: UMA LEITURA COM BASE EM HENRI WALLON</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Por Yara Mendonça&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O texto FORMAÇÃO DOCENTE E PSICOMOTRICIDADE EM TEMPOS DE ESCOLA INCLUSIVA: UMA LEITURA COM BASE EM HENRI WALLON de autoria da professora Rita de Cássia B. P. Magalhães e da mestranda Ana Paula L. B. Cardoso mostra a relação entre formação docente, psicomotricidade e inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais, com base em Henri Wallon.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como entender essa relação? Primeiramente, formação docente porque o professor é o indivíduo mediador da aprendizagem de um aluno e que necessita de constante formação “reflexiva”, uma vez que ultrapassamos a modelo de “transmissão” do conhecimento, e necessitamos acompanhar as mudanças e as demandas educacionais, no caso, alunos com necessidades educacionais especiais. “O professor é o sujeito reprodutor e produtor cultural nos espaços escolares”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Psicomotricidade, pois de acordo com a Sociedade Brasileira de Psicomotricidade é a área do conhecimento que investiga o corpo em movimento, as relações de homens e mulheres com suas possibilidades de motricidade, afetividade e cognição, ou seja, um conceito que interliga o professor com aluno e a importância da psicomotricidade na interpretação, por exemplo, dos sinais expressos pelo corpo do outro (postura, olhar, mímica fisionômica, gestos etc.), pelo seu próprio corpo (expressões, sentimentos e etc.) para o reconhecer-se e reconhecer o outro, em especial, os que apresentam necessidades especiais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Henri Wallon porque em sua teoria de desenvolvimento percebe o sujeito como concreto, situado cultural e historicamente. Uma teoria que se fundamenta na integração entre o organismo e o meio; entre o biológico e o social; entre aspectos cognitivo, afetivo e motor que constitui a pessoa, através também de uma relação entre movimento e emoção inseridos no processo de aprendizagem e nas relações diversas. “O outro é fundamental da construção do eu”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Diante desses pontos percebemos a importância dessa ligação. O professor num processo de formação pessoal e profissional, onde interliga corpo, mente e emoção que a psicomotricidade trata, levando em consideração os aspectos cognitivos, o meio social e a afetividade proposta por Wallon, insere o individuo com necessidade educacional especial dentro do espaço escolar e social, através das relações com os outros e com o professor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Portanto, esse texto traz uma visão diferenciada para o ensino de alunos com necessidades educacionais especiais. Visão essa que mostra a psicomotricidade como elemento importante para auxiliar o professor a entender, perceber e lidar com alunos especiais, sob a ótica também da percepção e reflexão sobre si mesmo, onde todos nós podemos ter ao longo na nossa caminhada escolar, necessidades educacionais, e não somente os deficientes. Um autoconhecimento que dá suporte para o lidar com alunos com necessidades educacionais especiais. Uma reflexão sobre uma formação docente que busque constantemente o conhecimento de si, dos outros e de formas de melhorar o aprendizado do aluno, em direção a uma prática pedagógica que inclua todos os alunos independente de suas necessidades. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Texto disponível em: http://www.anped.org.br/reunioes/31ra/1trabalho/GT15-4920--Int.pdf&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-7514417820400727534?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/7514417820400727534/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/resenha-formacao-docente-e.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/7514417820400727534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/7514417820400727534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/resenha-formacao-docente-e.html' title='Resenha: FORMAÇÃO DOCENTE E PSICOMOTRICIDADE EM TEMPOS DE ESCOLA INCLUSIVA: UMA LEITURA COM BASE EM HENRI WALLON'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-4079104009652666891</id><published>2009-09-11T15:23:00.000-03:00</published><updated>2009-09-11T23:32:07.917-03:00</updated><title type='text'>Entrevista com Daniel: um colega especial</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Por Aline e Joana&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entrevistamos um colega de universidade, aluno do curso de Serviço Social e cadeirante. Ele nos contou sua história de vida e nos falou sobre temas variados: deficiência, relações sociais, educação e a universidade. Compartilhou conosco uma música de sua composição, nos fazendo conhecer uma dimensão estética de sua identidade, dentre outras. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Conversamos muito e tudo foi gravado. Porém, por questões práticas editamos e dividimos em três partes para viabilizar a postagem neste espaço. Quem se interessar pela íntegra da entrevista, faça comentários nesse sentido. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E com vocês, &lt;strong&gt;Daniel&lt;/strong&gt;: uma pessoa como qualquer outra - igual e diferente - como cada um de nós! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=V04TnXJcwio"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=V04TnXJcwio&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=wjm_JNdheCc"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=wjm_JNdheCc&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=nXb2HfRktmY"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=nXb2HfRktmY&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-4079104009652666891?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/4079104009652666891/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/entrevista-com-daniel.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/4079104009652666891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/4079104009652666891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/entrevista-com-daniel.html' title='Entrevista com Daniel: um colega especial'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-2123692757303682265</id><published>2009-09-11T00:54:00.000-03:00</published><updated>2009-09-23T14:49:12.255-03:00</updated><title type='text'>Relato de Visita: Centro Cultural de Arte e Cultura Dragão do Mar</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Por Lidiane Almeida, Renata Mondiane e Daniela Ribeiro&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O objetivo deste trabalho é relatar uma visita ao Centro Cultural Dragão do Mar de Arte e Cultura a fim de conhecer o envolvimento das pessoas encarregadas de promover a inclusão de todas as pessoas (inclusive as com deficiência) à cultura.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nossa visita ocorreu no dia 11 de agosto de 2009. Ao chegarmos, ficamos um pouco desorientadas pelo fato de não sabermos à qual departamento deveríamos nos dirigir para buscar informações sobre a questão da acessibilidade, destinada ao público portador de necessidades especiais. Então, decidimos procurar informações na recepção do Museu de Arte Contemporânea – MAC.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Da recepção do Museu fomos encaminhas ao Espaço Mix para falar com uma pessoa chamada Adriana. Quando chegamos ao local, a pessoa designada nos deu algumas informações como a questão da programação dos eventos a serem disponibilizados em braile e, ainda, do Centro possuir alguns intérpretes para deficientes auditivos. No entanto, chegamos à conclusão de que essa não era a pessoa que poderia nos ajudar com informações mais detalhadas. Por esta razão, perguntamos pela existência de um departamento específico para essa questão da acessibilidade.&lt;br /&gt;Fomos encaminhados a uma funcionária da Diretoria de Ação Cultural que também trabalha no Museu de Arte Contemporânea, que, ainda, nos encaminhou para outro departamento: o Memorial da Cultura Cearense – MCC. Neste local conhecemos a supervisora do núcleo educacional do Memorial: alguém disposto a nos dar as informações porque ansiávamos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Centro desenvolve um projeto chamado “Acesso”, desenvolvido por doze educadores e alguns monitores, sendo alguns deles portadores de algumas necessidades especiais. É o educador Júlio César que tem baixa visãoem baixa visr doze educadores e alguns monitores sendo alguns deles portadores de algumas necessidades especiais como o educado e outros monitores que também possuem deficiências visuais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Toda a programação é impressa em braile e distribuída para todos os setores e espaços de espetáculos, assim como a exposição de cinemas e fotos áudio descritivos. O projeto conta, ainda, com computadores adaptados com sistemas próprios para portadores de deficiências visuais, chamado: “Dosvox”. Os educadores capacitam-se por meio de cursos de braile e mobilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os coordenadores do projeto pleiteiam sua ampliação aos portadores de necessidade auditiva através de programações específicas, com o suporte de um intérprete de Libras.&lt;br /&gt;Todos os educadores e monitores se reúnem às sextas-feiras para promover mesas redondas com discussões temáticas enfocando a questão da acessibilidade. Esses encontros acontecem também para promover espetáculos de dança e teatrais, compostos por pessoas com necessidades especiais que é aberto ao público.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A supervisora explicitou as dificuldades porque passa o Projeto Acesso. A principal delas é a financeira. O Governo do Estado não provê suficientemente os gastos que, segundo ela, são muito altos, havendo a necessidade de buscar estabelecer parcerias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue abaixo informações gerais sobre a acessibilidade Arquitetônica do Centro Dragão do Mar de Arte e cultura.&lt;br /&gt;A&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;CESSOS&lt;br /&gt;Rampas&lt;br /&gt;• Rampa na entrada principal do CDMAC. Acesso pela Avenida Castelo Branco. • Rampa com acesso pela Avenida Pessoa Anta - via Praça Almirante Saldanha. Acesso anexo ao Anfiteatro.&lt;br /&gt;• Rampa para acesso a Praça Verde Historiador Raimundo Girão, Rua José Avelino. Esta rampa também permite acesso ao Atelier de Arte, à rampa de acesso à Praça do Livro e ao Elevador Panorâmico.&lt;br /&gt;• Rampa para acesso à Praça do Livro no Piso Superior. Acesso a partir da Praça Verde Historiador Raimundo Girão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elevadores&lt;br /&gt;• 01 Elevador para portadores de necessidades especiais. Acesso junto a bilheteria do Planetário, para o Auditório, Espaço Mix, Nudoc e Gerencia Administrativo Financeiro - Geraf.&lt;br /&gt;• 01 Elevador Panorâmico na Praça Verde Hist. Raimundo Girão, térreo, com acesso pela Rua José Avelino. Este elevador permite acesso à passarela superior, com saída/entrada em frente a portaria do Museu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estacionamentos para Veículos de Portadores de Necessidades Especiais.&lt;br /&gt;• Entrada pela Rua José Avelino, por trás da Praça Verde Hist. Raimundo Girão - 01 vaga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A visita ao Dragão do Mar foi fonte de aprendizado para nós. Sabemos que somos iguais e temos os mesmos direitos garantido por lei. Contudo, há ainda barreiras de várias ordens que precisam ser vencidas: uma delas é a arquitetônica. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Encontramos facilidades para as pessoas com deficiência, principalmente as com deficiência visual (programação dos eventos em braile e computadores adaptados).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura possui dificuldade financeiras, dificultando a ampliação do “Projeto Acesso” a outros grupos de deficientes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar dos obstáculos, o “Projeto Acesso” pareceu-nos uma importante ação para que o processo de inclusão social se dê de forma mais célere e abrangente. Nós, que estamos em um curso de formação de professores, temos de estar atentos a essas ações e aptos à contribuição de transformações sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1268743650230438572#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;*&lt;/a&gt; Fonte de pesquisa: www.dragaodomar.org.br&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-2123692757303682265?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/2123692757303682265/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/por-lidiane-almeida-e-daniela-ribeiro-o.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/2123692757303682265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/2123692757303682265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/por-lidiane-almeida-e-daniela-ribeiro-o.html' title='Relato de Visita: Centro Cultural de Arte e Cultura Dragão do Mar'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-1214987131810418294</id><published>2009-09-11T00:14:00.000-03:00</published><updated>2009-09-11T00:15:34.461-03:00</updated><title type='text'>Links interessantes</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Por Aline de Oliveira e Joana Brito&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;DEFICIENCIA VISUAL&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.deficientevisual.org.br/"&gt;http://www.deficientevisual.org.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;É um site destinado a deficientes visuais, ele traz informações a respeito do dia-a-dia dos deficientes, links de outros sites de acordo com a área de interesse. Traz também endereços de instituições de assistência a deficientes visuais distribuídas pelo país.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.sac.org.br/"&gt;http://www.sac.org.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O site trás diversas informações de interesse do deficiente, sobre temas relacionados à legislação, braile, saúde, educação, etc...&lt;br /&gt;DEFICIENCIA AUDITIVA&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.feneis.com.br/page/"&gt;http://www.feneis.com.br/page/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O site traz links de outros sites de interesse de deficientes auditivos, biblioteca virtual sobre diversos temas.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.surdos.com.br/index.php"&gt;http://www.surdos.com.br/index.php&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O site procura fazer um link entre o deficiente auditivo e as tecnologias que facilitem a comunicação dos mesmos.&lt;br /&gt;DEFICIENTE FÍSICO&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.deficienteonline.com.br/principal/home/index.php"&gt;http://www.deficienteonline.com.br/principal/home/index.php&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O site trata da inclusão do deficiente no mercado de trabalho, informa sobre vagas de emprego, legislação, etc.&lt;br /&gt;DEFICIÊNCIA MENTAL&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.deficientesolidario.com.br/index.php?/Todas/deficiencia-mental.html"&gt;http://www.deficientesolidario.com.br/index.php?/Todas/deficiencia-mental.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Um site de apoio ao deficiente, que trata de esclarecer como se comporta determinadas deficiências e suas condições no convívio com a sociedade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-1214987131810418294?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/1214987131810418294/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/links-interessantes.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/1214987131810418294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/1214987131810418294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/links-interessantes.html' title='Links interessantes'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-8363953277053553722</id><published>2009-09-11T00:03:00.000-03:00</published><updated>2009-09-11T00:12:29.986-03:00</updated><title type='text'>Resenha do Filme: A vida secreta das palavras</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Por Elaine Matos e Mariana Xavier&lt;/em&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sqm-xfp3OhI/AAAAAAAAADI/NL4aKIy-t5Y/s1600-h/A+Vida+Secreta+Das+Palavras.jpg"&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5380040987390720530" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sqm-xfp3OhI/AAAAAAAAADI/NL4aKIy-t5Y/s200/A+Vida+Secreta+Das+Palavras.jpg" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um filme surpreendente. Um silencioso e sutil retrato do ser humano, onde suas palavras, gestos e até mesmo silêncio adquirem novos significados. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Hanna é uma jovem que não falta ao trabalho, não tira férias, não tem amigos, tem mania de limpeza e come todos os dias arroz, frango e maçã. Forçada pelo chefe a tirar férias ela vai trabalhar numa plataforma de petróleo - como enfermeira, cuidando de um homem que sofreu queimaduras por todo o corpo devido uma explosão. Josef fica temporariamente cego. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Logo no início a relação entre enfermeira e paciente é fria e indiferente, mas ao passar do tempo a comunicação entre eles vai se firmando. Josef sempre querendo saber mais sobre a vida sem graça de Hanna. Como a visão dele está temporariamente afetada, as palavras passam a ser a principal forma de contato entre os dois. Mas só palavras não são suficientes. Ela esconde um segredo que será revelado mais adiante, segredo que justifica seu isolamento. Hanna sofre solitária e Josef aos poucos conquista sua confiança e seu coração, mas ela resiste a esse estranho sentimento – o amor. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esse filme nos instiga a fazer uma reflexão sobre nós, sobre o que queremos, para onde estamos indo. Hanna refugiava-se na própria solidão. E nós, nos refugiamos em quê?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-8363953277053553722?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/8363953277053553722/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/resenha-do-filme-vida-secreta-das.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/8363953277053553722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/8363953277053553722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/resenha-do-filme-vida-secreta-das.html' title='Resenha do Filme: A vida secreta das palavras'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sqm-xfp3OhI/AAAAAAAAADI/NL4aKIy-t5Y/s72-c/A+Vida+Secreta+Das+Palavras.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-8213980097504668828</id><published>2009-09-09T19:38:00.000-03:00</published><updated>2009-09-09T19:39:46.341-03:00</updated><title type='text'>Mural de fotos</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SqgudGvLEII/AAAAAAAAADA/-3Ape_REQgE/s1600-h/foto+para+o+blog.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 361px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5379600832453611650" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SqgudGvLEII/AAAAAAAAADA/-3Ape_REQgE/s400/foto+para+o+blog.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Por Mariana Xavier e Elaine Matos&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-8213980097504668828?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/8213980097504668828/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/mural-de-fotos.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/8213980097504668828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/8213980097504668828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/mural-de-fotos.html' title='Mural de fotos'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SqgudGvLEII/AAAAAAAAADA/-3Ape_REQgE/s72-c/foto+para+o+blog.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-1601087457185190998</id><published>2009-09-09T07:44:00.000-03:00</published><updated>2009-09-09T07:48:19.309-03:00</updated><title type='text'>Resenha do texto "Políticas de educação inclusiva no sistema municipal de ensino de Fortaleza-Ce: início de conversa"</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Patrício Teixeira&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;MAGALHÃES, Rita de Cássia Barbosa Paiva (org). Políticas de educação inclusiva no sistema municipal de ensino de Fortaleza-Ce: início de conversa. In MAGALHÃES, Rita de C. B. P. &lt;strong&gt;Reflexões sobre a diferença&lt;/strong&gt;: uma introdução à educação especial. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha: 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto propõe uma discussão sobre a política educacional para alunos com deficiência desenvolvida pela Secretaria de Educação no Municio de Fortaleza e realiza uma investigação sobre a inclusão escolar e a inserção dessa clientela no sistema público de educação de nosso País.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quanto ao que significa a educação inclusiva no contexto de uma sociedade num sistema de ensino historicamente excludente, a autora relata que as iniciativas públicas pioneiras para inclusão datam da metade do século XIX, com a criação do Imperial Instituto dos Meninos Cegos (1854), hoje Instituto Benjamin Constant (IBC), e do Imperial Instituto dos Surdos-Mudos (1857), atual Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES). Estas iniciativas foram isoladas e elitistas em uma sociedade escravocrata e agrária, na qual poucas pessoas tinham acesso à escolarização. E no século XX a crescente participação do setor privado com um teor essencialmente assistencialista, como se estivessem prestando um favor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com a criação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 4.024/61, foi confirmada o direito dos excepcionais à Educação. Esta deveria ocorrer se possível, dentro do sistema geral de educação. A Lei nº 5.692/71, por sua vez, apontou objetivos semelhantes para a educação comum e a educação especial, incluindo a preparação para o trabalho e para o exercício da cidadania.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estas leis são marcadas pelo liberalismo, pois são inspiradas em idéias de liberdade e igualdade e na disposição do Estado em relação à educação geral e especial. Tais medidas criaram as condições perfeitas para a relação entre o setor público e privado existente hoje e onde, a maioria das instituições especializadas é do setor privado que recebem verbas do poder público.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nos anos 90, com a reforma do Estado brasileiro que alinhou o país às idéias neoliberais, é editada a nova LDB nº 9.394/96 que apresentou o Capítulo V (arts. 58 a 60) que regula a Educação Especial, situando-a como modalidade da educação escolar a ser oferecida, preferencialmente, na rede regular de ensino. Sua oferta é um dever constitucional do Estado, desde a Educação Infantil. A LDB foi associada à escola inclusiva para superar os impasses impostos por formas de atendimento institucionalizado e assistencial, que não comprimiram a função de democratizar o ensino para alunos portadores de deficiência. Estas escolas inclusivas teriam como fundamento a flexibilidade curricular e metodológica com o intuito de aceitar as diferenças individuais de seus alunos. A educação inclusiva no Ceará, mas especificamente em Fortaleza, reflete estas contradições peculiares à reforma do estado brasileiro, no contexto do capitalismo financeiro-monopolista e suas influências em setores sociais, como a educação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O texto ainda traz as medidas de inclusão de alunos com deficiência no sistema público municipal de ensino em Fortaleza-CE, por meio da municipalização, que visa a ampliação de vagas na busca pela crescente democratização da escola pública brasileira, a criação de salas de apoio pedagógico aos convênios com instituições especializadas, além de organizar cursos especializados para formação de professores que realizavam trabalhos nas áreas de deficiência mental, visual e auditiva e um sistema de matrículas conhecido como “Matrícula Antecipada de alunos com Necessidade Educacionais Especiais”. Este sistema de matrícula apresenta três aspectos positivos: 1) a visibilidade (nos meios de comunicação de massa) para a sociedade de que os pais podem matricular os filhos que apresentam deficiência na rede pública municipal; 2) o reconhecimento das necessidades específicas de um grupo de alunos; e 3) o mapeamento mais preciso do número de estudantes com deficiência e das escolas onde estão matriculados colabora na elaboração e implantação de políticas públicas mais eficazes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por fim, o texto frisa que a escola representa, por excelência, um espaço de homogeneização de práticas pedagógicas. Apesar de não poder atender a todas as individualidades, ela não deve restringir a consideração das particularidades de sujeitos e grupos. Mesmo com todas as medidas políticas realizadas ainda não atendem às demandas qualitativas e quantitativas peculiares à educação inclusiva, a atual gestão da Prefeitura Municipal de Fortaleza* assume, de uma forma como dantes não havia sido feito, o desafio de construção de um sistema de ensino mais democrático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* &lt;span style="font-size:78%;"&gt;O ano desta publicação é 2002, portanto, a autora refere-se à gestão em curso neste período. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-1601087457185190998?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/1601087457185190998/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/resenha-do-texto-politicas-de-educacao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/1601087457185190998'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/1601087457185190998'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/resenha-do-texto-politicas-de-educacao.html' title='Resenha do texto &quot;Políticas de educação inclusiva no sistema municipal de ensino de Fortaleza-Ce: início de conversa&quot;'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-78532942291138580</id><published>2009-09-08T08:06:00.000-03:00</published><updated>2009-09-08T08:09:00.196-03:00</updated><title type='text'>"Uma lição de amor" (resenha)</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SqY66can-sI/AAAAAAAAAC4/WT5ORamYGKQ/s1600-h/montagem+filme.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 173px; FLOAT: right; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5379051580675324610" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SqY66can-sI/AAAAAAAAAC4/WT5ORamYGKQ/s200/montagem+filme.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;Por Léa Leduc e Juliana Fernandes&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma lição de amor é um filme que conta a história de Sam Dawson (SEAN PENN), um adulto com deficiência intelectual, ou seja, o funcionamento de sua inteligência fica aquém do esperado, pois corresponde a de uma criança de sete anos de idade.&lt;br /&gt;Sam tem uma filha, Lucy (DAKOTA FANNING), com uma moradora de rua que se hospedou em sua casa durante alguns dias. Lucy foi abandonada pela mãe ao sair do hospital. Ele cria a menina com muito amor e com ajuda de seus quatro amigos, todos deficientes também. Ao perceber a deficiência de seu pai, Lucy começa a não querer se desenvolver, principalmente, na escola para não ficar mais inteligente que ele.&lt;br /&gt;O drama vivido por ele inicia-se quando tem a guarda da filha ameaçada, pois no dia em Lucy completa sete anos de idade, uma assistente social vai até a casa deles e a leva para um orfanato, alegando que Sam não tem capacidade de criar a sua filha. Incentivado por seus quatro amigos, Sam parte para a luta em busca da guarda de Lucy, que já está sob custódia do governo, pronta para adoção, pois, a justiça o julgou incapaz de ser responsável pela criança. Para isso, ele recorre a uma advogada, Rita (MICHELLE PFEIFFER), super conceituada que a princípio recusa ajudá-lo porque Sam não tinha dinheiro suficiente para contratá-la. Contudo, para demonstrar aos os outros sua compaixão, ela aceita sem nenhuma cobrança. À medida que se relaciona com o cliente se envolve mais no caso.&lt;br /&gt;Rita tem problemas de relação com o seu filho, o drama enfrentado por Sam e, principalmente, o seu esforço para ficar ao lado da filha, ajudam a advogada a refletir sobre seu relacionamento com o filho e passa, também, a admirar Sam.&lt;br /&gt;Sam luta pela guarda de Lucy nos tribunais, que será adotada por uma família de pessoas “normais”, provando que pode ser responsável pela criação da criança, tentando superar os seus próprios limites.&lt;br /&gt;Este filme mostra uma realidade enfrentada por muitas pessoas com necessidades específicas, visto que, são estigmatizadas por pessoas ditas normais. O amor de Sam pela filha e a sua vontade de criá-la, nos faz refletir sobre até que ponto o ser humano é julgado por causa de seu esteriótipo. Trata-se de um drama acompanhado de cenas bem-humoradas, que emocionam o público durante todo o decorrer da história, nos fazendo chorar. O ator Seann Penn interpreta o personagem de Sam de uma maneira formidável, nos fazendo “sentir na pele” de um deficiente intelectual, prova disso é que ele já recebeu indicação de Oscar em 2002 como melhor ator.&lt;br /&gt;A inocência, a sinceridade e a bondade do personagem Sam nos transmite que tudo é possível quando há amor! A importância desse sentimento é demonstrada por uma das falas da personagem Lucy: “Tudo o que eu preciso é amor!”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-78532942291138580?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/78532942291138580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/uma-licao-de-amor-e-um-filme-que-conta.html#comment-form' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/78532942291138580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/78532942291138580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/uma-licao-de-amor-e-um-filme-que-conta.html' title='&quot;Uma lição de amor&quot; (resenha)'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SqY66can-sI/AAAAAAAAAC4/WT5ORamYGKQ/s72-c/montagem+filme.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-2243560591663133214</id><published>2009-09-07T22:55:00.000-03:00</published><updated>2009-09-07T23:02:44.709-03:00</updated><title type='text'>Uma entrevista especial...</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SqW7Bi-s_bI/AAAAAAAAACw/ZK78yGHJYE0/s1600-h/deficiente.jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 261px; HEIGHT: 198px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5378910965207989682" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SqW7Bi-s_bI/AAAAAAAAACw/ZK78yGHJYE0/s200/deficiente.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Por Wandresa Bruno e Sérgio Rocha&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nome: Maria Tiane da Silva (nome fictício /sugerido pela entrevistada), 39 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wandresa/Sérgio: Qual a sua profissão?&lt;br /&gt;Tiane: Hoje trabalho como auxiliar administrativa, mas já fui catadora de material reciclável durante sete anos. Com o dinheiro que recebia por realizar tal trabalho pagava o curso de Auxiliar Administrativo. Nunca pedi a ninguém e a nenhuma entidade beneficente, pois nunca quis ninguém me olhando como uma pobre coitada! Isso não sou mesmo [pobre coitada], sou tão feliz, alegre, mesmo quando a “coisa” aperta, sorrio e não estou nem ai!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wandresa/Sérgio: Qual seu estado civil, com quem mora?&lt;br /&gt;Tiane: Sou solteira. Homem só da muito trabalho, não quero mesmo! Já tenho os meu irmãos para cuidar. Moro com meus pais e seis irmãos. O menor de nove anos e o mais velho de quase trinta anos. O mais novinho nasceu surdo e já sabe Libras (Língua Brasileira de Sinais). Acho ele Massa!! (muitas risadas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wandresa/Sérgio: O que gosta de fazer?&lt;br /&gt;Tiane: Gosto de ouvir muitas músicas. Ganhei de aniversario um MP4 e estou muito chique! Estou paquerando um viúvo que mora perto daqui, acho ele tão barrigudinho. Adoro! Só não quero casar, essas coisas não, já tive namoradinhos, mas quero ficar só na paquerinha. Homem dá trabalho demais. Acho que não quero porque apanhei muito na rua de homens, pensando que eu era um mendiga. Pode isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wandresa/Sérgio: Qual é a sua Deficiência?&lt;br /&gt;Tiane: Euuuuu? Eu não tenho nada! (risadas enfáticas). Brincadeirinha! Olha meninos, tenho um problema em uma das minhas pernas (Tiane teve paralisia infantil). Uma é linda, grossa e malhada de “puxar carro” e outra é a irmã mais “nova”, ela [a perna] “ficou gripada” quando eu tinha um ano e ficou assim, magrinha e torta. Mas nunca deixei, nunca mesmo, de fazer nada. Fiz meu ensino médio indo sozinha à escola; fazia minhas atividades, e a faculdade estou fazendo agora, à noite. Estou “linda” indo para a FACE (instituição de ensino superior) fazer meu curso de Direito. Estou pagando com o dinheiro do meu trabalho e ainda continuo ajudando a todos aqui em casa. Vou realizar meu sonho de ajudar o próximo com as leis jurídicas, pois adoro ajudar. Agora sou mais “cidadã”, pois conheço mais o que esta acontecendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wandresa/Sérgio: Sua deficiência, então, foi adquirida?&lt;br /&gt;Tiane: Sim, eu tive o problema de não tomar as gotinhas, nem coloco a culpa na minha mãe, ela tinha muitas dificuldades naquela época. Não coloco culpa na vida e nem em Deus; acho que andar lentamente e engraçado me faz ter um charme (...) Sou linda e a perna “gripadinha” fica a cada dia mais atraente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wandresa/Sérgio: Como descreveria sua rotina?&lt;br /&gt;Tiane: Acordo bem lentamente (...) Quando em era criança as pessoas diziam: “Oh, coitada, nasceu toda torta! Que Deus tenha pena dela!” Hoje estou muito viva. Sim, a rotina: Acordo às cinco e meia da manhã, faço minha “higiene”. Minha mãe faz o café, o Rafinha compra o pão, estou no trabalho na Aldeota e antes das 08:00 chego lá. Trabalho até às 05:30 e, de lá, vou para faculdade. Tem dias na semana que saio cedo da faculdade para dar tempo de fazer meus trabalhos na lan house perto de casa. Ainda faço faxina em casa. Muita gente mora junto e ainda tem muitas crianças! Não perco o pique, sou mãe de muitos deles, pois ajudei na criação e quero o melhor para todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wandresa/Sérgio: Você já sofreu alguma reação preconceituosa sobre sua deficiência? Qual?&lt;br /&gt;Tiane: Sim, mas não quero comentar, tenho pena dessas pessoas, elas não estão pensando nem nelas nem em nos pessoas “especiais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wandresa/Sérgio: Existe algo que você gostaria de fazer e lhe é impossibilitado devido a sua deficiência? Exemplifique.&lt;br /&gt;Tiane: Ah, tem sim, queria tanto dançar balé clássico!! Agora estou na minha faculdade, nem reclamo de ônibus lotado e nem tanto mais de calçada, supero isso com a ajuda de alguns amigos. Às vezes pego uma carona e chego cedo em casa, mas agora não me frustro mais! Esse sonho realmente já “passou!” (suspiros).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wandresa/Sérgio: O que você acha que poderia ser feito pelas autoridades ou pela sociedade civil organizada que lhe possibilitasse uma melhor forma de viver?&lt;br /&gt;Tiane: Acho que a conscientização das diferenças, que existem pessoas que precisam de um auxílio, mas um auxílio que as desenvolva, esses auxílios do tipo “Bolsa Família” para mim não dá! Conscientizar para respeitar e desenvolver as potencialidades! Vixe, falei bonito!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wandresa/Sérgio: Que mensagem você deixaria para as pessoas que possuem deficiência?&lt;br /&gt;Tiane: Sejam felizes! Não se olhem como coitados e dá para superar as coisas da vida! Tolerar o próximo e amar o próximo! (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-2243560591663133214?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/2243560591663133214/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/uma-entrevista-especial.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/2243560591663133214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/2243560591663133214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/uma-entrevista-especial.html' title='Uma entrevista especial...'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SqW7Bi-s_bI/AAAAAAAAACw/ZK78yGHJYE0/s72-c/deficiente.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-5347286191277989938</id><published>2009-09-06T09:54:00.000-03:00</published><updated>2009-09-06T10:02:58.279-03:00</updated><title type='text'>Legislação e prática: pessoas com deficiência</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SqOy77Hd_SI/AAAAAAAAACo/EttSQWphztU/s1600-h/deficientes_interna.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 133px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5378339122561547554" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SqOy77Hd_SI/AAAAAAAAACo/EttSQWphztU/s200/deficientes_interna.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Por Daniela Ribeiro, Lidiane Almeida e Renata Mondiane&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A legislação que atende às pessoas portadoras de deficiência é muito extensa e rica. Trata dos mais diversos campos que na verdade todos nós necessitamos. Ela abrange direitos individuais, como educação, integração, valores básicos de igualdade, justiça social e respeito à dignidade da pessoa humana, dentre muitos. Como acontece comumente no Brasil ela não é devidamente atendida, e com ela também não podia ser diferente. Esta talvez seja a razão pela qual tenhamos conhecimento de tanta desigualdade e descriminação sociais em nosso país.&lt;br /&gt;A análise feita condiz com o nosso olhar de estudantes da disciplina de Educação Especial, mas principalmente condiz com a nossa noção de cidadania, com o que acreditamos e com o que nos indigna em relação a esse assunto. Por que acreditamos que a cidadania só existe quando a colocamos em prática, ou seja, quando deixamos de ser passivos no que diz respeito a lutar pelo que acreditamos que temos direito, pelo o que está escrito em uma determinada lei. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fica difícil comentar um artigo ou outro especificamente, pois baseado em nossos conhecimentos podemos fazer comentários gerais e/ou aprofundados que englobem vários pontos desta legislação. Porém, mesmo assim, selecionamos alguns artigos desta lei, conhecida como “LEI N 7.853, DE 24 DE OUTUBRO DE 1989. Dispõe sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiência, sua integração social, sobre a Coordenadoria Nacional para integração da Pessoa Portadora de Deficiência (CORDE), institui a tutela jurisdicional de interesses coletivos ou difusos dessas pessoas, disciplina a atuação do Ministério Público, define crimes, e dá outras providências”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Art. 1º. Ficam estabelecidas normas gerais que asseguram opleno exercício dos direitos individuais e sociais das pessoas portadorasde deficiência, e sua efetiva integração social, nos termos desta Lei.&lt;br /&gt;§ 2º. As normas desta Lei visam garantir às pessoas portadorasde deficiência as ações governamentais necessárias ao seu cumprimentoe das demais disposições constitucionais e legais que lhes concernem,afastadas as discriminações e os preconceitos de qualquer espécie, entendida a matéria como obrigação nacional a cargo do poder públicoe da sociedade.&lt;br /&gt;Art. 2º. Ao poder público e seus órgãos cabe assegurar àspessoas portadoras de deficiência o pleno exercício de seus direitosbásicos, inclusive dos direitos à educação, à saúde, ao trabalho, ao lazer, à previdência social, ao amparo à infância e à maternidade, e de outrosque, decorrentes da Constituição e das leis, propiciem seu bem-estarpessoal, social e econômico.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Comentários parecem dispensáveis em se tratando desta questão, porém sempre há algo a se dizer, já que a problemática nos faz refletir sobre o que pode acontecer para que exista tamanha desigualdade em vez de uma igualdade legal, criada e defendida pelos maiores responsáveis pela estruturação e organização da nossa sociedade. O que de fato pode acontecer é que essas pessoas criam leis para que outros a sigam. O poder público não efetiva as providências. A discriminação e o descumprimento destas leis, que é o que vemos escancaradamente, não dão em coisa alguma. Somente quem está do “outro lado” é que sabe da dificuldade, sabe da dor, que não precisa ser física para ser considerada. Se há a lei, deve haver uma razão, mas por que não se cumpre? No dia a dia, casos e mais casos são relatados, tanto como um desabafo quanto com a finalidade de que uma mudança considerável ocorra, entretanto observamos que pouco ocorre. Todos deveríamos entrar numa luta em favor destas pessoas, que já têm sua possibilidades limitadas e são dificultadas ainda mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Constituição Federal&lt;br /&gt;Art. 208. O dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de:&lt;br /&gt;III - atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, embora o que está determinado nesta lei em relação aos portadores de necessidades especiais, no que se refere à educação, seja, de certa forma abrangente, a maioria das leis ainda não é cumprida de forma integral. Na educação, por exemplo, a lei diz que os portadores de necessidades especiais têm direito a um atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino. O que pudemos observar em relação a essa determinação da lei, na prática, é que as escolas, ou pelo menos parte delas fingem não ter conhecimento da lei rejeitando os alunos com determinadas deficiências alegando que a escola não está preparada estruturalmente e nem profissionalmente para atender a esse público.&lt;br /&gt;No semestre passado, cursamos uma disciplina de Educação Inclusiva e tivemos a oportunidade de visitarmos algumas escolas públicas para verificar justamente a questão da inclusão que ficou tão discutida, por incrível que pareça, mais por causa de uma novela do que pelo próprio regimento da lei. As constatações foram mais graves do que imaginamos. Usaremos como exemplo, o depoimento de uma diretora e de uma professora de uma das escolas visitadas.&lt;br /&gt;Durante a entrevista foi lhes perguntado como a escola via a questão da inclusão e se a mesma estava preparada, então uma das pessoas entrevistadas disse que no começo foi muito difícil, os professores resistiram muito pelo fato da escola não ter estrutura física nem profissional para atender a esse publica, mas depois em virtudes de alguns acontecimentos que serão especificados posteriormente essa visão foi modificada.&lt;br /&gt;A parte principal desta entrevista foi quando a diretora disse que o que motivou realmente a escola procurar se adaptar a inclusão foi a luta das mães que fizeram de tudo para que o direito de seus filhos fossem reconhecidos. Elas fizeram abaixo assinados, acamparam na escola, foram a prefeitura, enfim, foram ativas na luta pelo cumprimento da lei. Somente assim, elas foram atendidas em suas reivindicações por quererem seus filhos estudando perto de casa e em um ambiente que atendessem as suas necessidade e que lhes permitissem a inclusão no ensino regular o que, para ela, era o ideal de educação. A partir daí a escola recebeu recursos para fazer as adaptações necessárias e para formação de alguns professores.&lt;br /&gt;O que mais nos marcou nessa entrevista foi o relato das pessoas entrevistadas descrevendo como foi a recepção dos portadores de deficiências especiais na escola. Elas contam que a sensação era que havia pousado uma “nave” cheia de “ET’s” que elas ficaram se perguntando se “aquilo”’ realmente iria dar certo.&lt;br /&gt;Essa parte da entrevista foi chocante para nós futuros educadores por ver que existem pessoas da área educacional que pensa dessa forma. No entanto, as pessoas entrevistadas disseram que com o passar do tempo e apesar de todas as dificuldades encontradas, elas perceberam que esse foi o melhor caminho a ser seguido, pois hoje a escola serve de referencia de inclusão no ensino regular e que já possui vários projetos envolvendo portadores de necessidades especiais e que a visão da escola, como um todo desde a diretoria e professores até os demais alunos hoje percebem a inclusão como algo que pode sim dar certo, pois o que falta além de investimento por parte dos órgãos competentes e formação dos professores é sem dúvidas a vontade de fazer com as coisas aconteçam. Segundo a diretora, as dificuldades sempre irão existir o que não pode permanecer é a cegueira dos que enxergam de quererem fechar os olhos para a realidade de que somos todos iguais na diferença.&lt;br /&gt;Assim como a lei ainda não está plena na educação onde deveria ser a área mais propicia para isso, vimos que com relação à acessibilidade disposta no Art.244 citado acima a realidade ainda é muito mais cruel.&lt;br /&gt;Como está explícito no art. 244 e na &lt;a href="http://www6.senado.gov.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=231344"&gt;Lei 10.098/2000&lt;/a&gt;, estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências, as empresas públicas e privadas precisam garantir o acesso a pessoas portadoras de necessidades especiais com implementações de acesso físico e de comunicação como rampas, elevadores, ônibus coletivos adaptados, estacionamentos, produtos diversos com leitura em braile em locais públicos, entre outras ações. No entanto, o que vemos, na maioria das vezes, é o desrespeito de forma escancarada por esses órgãos que não cumpre o que a lei determina e por parte da população que não respeita o deficiente.&lt;br /&gt;Como exemplos do que foi exposto acima, está a estrutura física da cidade de Fortaleza, por exemplo, que possuem poucas rampas tendo em vista o tamanho da população e poucos recursos de acessibilidades comunicativa em locais de utilidade publica.São poucos os ônibus coletivos adaptados para cadeirantes tornando a vida deste cada vez mais difícil.&lt;br /&gt;Temos consciência de que apesar das leis serem teoricamente muito bem elaboradas a prática ainda esta longe de se tornar uma realidade. No entanto, nós como futuros educadores temos que estar atentos quando a constante luta por uma sociedade mais igualitária. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-5347286191277989938?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/5347286191277989938/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/legislacao-e-pratica-pessoas-com.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/5347286191277989938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/5347286191277989938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/legislacao-e-pratica-pessoas-com.html' title='Legislação e prática: pessoas com deficiência'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SqOy77Hd_SI/AAAAAAAAACo/EttSQWphztU/s72-c/deficientes_interna.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-8477624983010160435</id><published>2009-09-02T00:09:00.000-03:00</published><updated>2009-09-02T00:24:23.966-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sp3k7bbQtiI/AAAAAAAAACg/vGIrBBCFOM4/s1600-h/defic_acess.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 167px; FLOAT: right; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5376705239775753762" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sp3k7bbQtiI/AAAAAAAAACg/vGIrBBCFOM4/s200/defic_acess.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Por Expedito e Camila&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;OMOTE, S. Deficiência e não-deficiência: recortes do mesmo tecido. Revista Brasileira de Educação Especial, v. 1, n. 2, p. 65-74, 1994.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O texto “Deficiência e Não-Deficiência: recortes do mesmo tecido” é um artigo publicado na Revista Brasileira de Educação Especial, escrito pelo professor do Departamento de Educação Especial da Universidade Estadual Paulista UNESP/Marília, Sadao Omote. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Omote inicia seu artigo discutindo a temática: &lt;strong&gt;diferença&lt;/strong&gt;. O autor diz que as diferenças são inerentes ao homem e, por isso, criam enormes dificuldades aos estudiosos da psiquê humana, contudo esse é o mesmo motivo que torna tal pesquisa interessante. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na sequência, o autor introduz o assunto “diferenças que atraem atenção especial” (p.66), insistentemente classificadas em categorias distintas. A própria Psicologia parece supor que os deficientes integram categorias especiais de pessoas. A maioria dos manuais de Psicologia do Deficiente trata exclusivamente de um tipo de deficiência ou dedica capítulos específicos para cada deficiência, e essa prática pode sugerir, até, por vezes, a idéia de que possam ser necessariamente teorias psicológicas especiais para se compreender o funcionamento das pessoas deficientes (p.66).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Omote alerta para o perigo desse tipo de definição, pois, segundo o autor, &lt;strong&gt;a deficiência é uma construção social&lt;/strong&gt;. Certa audiência pode determinar uma característica como desviante do padrão e estigmatizá-la como deficiência. Na verdade, o desvio nem sempre constitui um problema, ou algo que afeta a (con)vivência de seus portadores. “Portanto, trata-se de uma questão antes política que lógica ou científica (médica, psicológica ou educacional)” (p.67). A deficiência não é algo que emerge com o nascimento de alguém ou com a enfermidade que alguém contrai, mas é produzida e mantida por um grupo social na medida em que interpreta e trata como desvantajosas certas diferenças apresentadas por determinadas pessoas (p.68,9).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Omote também alerta para a perigosa armadilha pela qual o estudioso da deficiência pode ser pego ao estudar o tema. Segundo ele, a “ciência lhe ensina uma série de coisas acerca da deficiência concebida como atributo” (p.71), mas, ao entrar em contato prático com os serviços administrativos destinados aos deficientes, o conceito é bem diferente do aprendido pela ciência. “Não encontra mais o caminho epistemológico que aprendeu a trilhar” (p.71). Sendo assim, o estudioso é levado a trilhar outro caminho epistemológico, “cujos critérios e requisitos para se considerarem corretos os conhecimentos administrativos levam esse estudioso a institucionalizar preconceitos e conferir-lhe um suporte científico aparente” (p.71). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vale enfatizar – exposto isso – que devemos sempre interpretar a partir de qual contexto e de qual audiência a deficiência é interpretada para não cairmos no erro descrito acima.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cabe-nos, então, aconselhar a leitura deste breve artigo publicado pela Revista Brasileira de Educação Especial como uma forma introdutória ao tema deficiência. Além disso, Omote, ao discutir o assunto, apresenta muitas fontes bibliográficas para aprofundar os temas abordados nesse artigo, o que – para os interessados – será de grande valia. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-8477624983010160435?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/8477624983010160435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/omote-s.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/8477624983010160435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/8477624983010160435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/omote-s.html' title=''/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sp3k7bbQtiI/AAAAAAAAACg/vGIrBBCFOM4/s72-c/defic_acess.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-8548197582819940850</id><published>2009-09-01T10:04:00.000-03:00</published><updated>2009-09-01T10:16:27.284-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sp0elmFzKuI/AAAAAAAAACY/JIwuUR8TFnk/s1600-h/Turma%2520da%2520Febeca.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 207px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5376487161379105506" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sp0elmFzKuI/AAAAAAAAACY/JIwuUR8TFnk/s320/Turma%2520da%2520Febeca.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O jornalista Victor Klier criou uma revista em quadrinhos um pouquinho "diferente": começando pelos personagens. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A líder da turma é a Febeca, uma cadeirante por lesão medular, mas há muitos outros personagens que merecem ser conhecidos: e são todos "reais", pois inspirados em pessoas que são "gente como a gente". Febeca (a personagem) é muito sapeca e sempre está aprontando alguma travessura. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;As histórias são cheias de humor, leveza e muito apaixonantes. É inclusão com criatividade! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Recomendo a todos um instante de ludicidade inteligente... entrem no site abaixo e conheçam uma forma alternativa de falar de inclusão de pessoas com deficiência. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.megaterio.com.br/febeca/index.html" target="_blank"&gt;http://www.megaterio.com.br/febeca/index.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-8548197582819940850?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/8548197582819940850/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/o-jornalista-victor-klier-criou-uma.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/8548197582819940850'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/8548197582819940850'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/09/o-jornalista-victor-klier-criou-uma.html' title=''/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sp0elmFzKuI/AAAAAAAAACY/JIwuUR8TFnk/s72-c/Turma%2520da%2520Febeca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-614908389074915784</id><published>2009-08-31T21:37:00.000-03:00</published><updated>2009-09-01T19:31:58.931-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sp0WhActWHI/AAAAAAAAACQ/G9arvv5VF7g/s1600-h/TERMIN~1.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 236px; DISPLAY: block; HEIGHT: 292px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5376478286462146674" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sp0WhActWHI/AAAAAAAAACQ/G9arvv5VF7g/s320/TERMIN~1.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;ACESSIBILIDADE&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Por Renato e Iasmin&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O vídeo, que pode ser acessado por meio do link abaixo, trata-se de uma produção (como as demais constantes desse espaço virtual) de dois alunos da disciplina de Fundamentos da Educação Especial da UECE (2009), cuja temática principal é a acessibilidade. Os alunos realizaram a produção, gravação e edição do vídeo que, assim, busca retratar o que os aluno concebem como acessibilidade. Utilizaram várias locações na cidade de Fortaleza-Ce, tais como terminal de ônibus, logradouros públicos e, ainda, a universidade (Universidade Estadual do Ceará-UECE) na qual estudam, buscando evidenciar como uma pessoa com deficiência exercita seu direito constitucional de &lt;strong&gt;ir e vir&lt;/strong&gt; pela cidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O vídeo é um convite à reflexão sobre o assunto. Assim, navegem guiados por &lt;em&gt;Renato e Iasmin&lt;/em&gt; pela cidade de Fortaleza, a partir do ponto de vista de uma pessoa com deficiência...    &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Vídeo: ACESSIBILIDADE EM FORTALEZA: &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=xiytV1zPLK4"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=xiytV1zPLK4&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-614908389074915784?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/614908389074915784/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/acessibilidade-por-renato-e-iasmin.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/614908389074915784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/614908389074915784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/acessibilidade-por-renato-e-iasmin.html' title=''/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sp0WhActWHI/AAAAAAAAACQ/G9arvv5VF7g/s72-c/TERMIN~1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-3093244770773948345</id><published>2009-08-31T09:05:00.000-03:00</published><updated>2009-08-31T09:26:19.885-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SpvAZU2SWQI/AAAAAAAAACI/nbl8HrNNOr4/s1600-h/De+porta+em+porta.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 230px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5376102121522485506" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SpvAZU2SWQI/AAAAAAAAACI/nbl8HrNNOr4/s320/De+porta+em+porta.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Por Wandressa e Sérgio&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O filme de &lt;em&gt;Porta em Porta&lt;/em&gt; nos sensibiliza a todo o momento. Seu enredo versa sobre diferenças, indiferenças e acertos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Retrata uma pequena família composta por mãe e seu único filho: Bill Potter. Este vai em busca de emprego e tem sua mãe como motivadora essencial. Bill se auto-motiva mesmo sendo rejeitado devido à sua “condição diferente”, pois na infância teve paralisia cerebral que o deixou com algumas seqüelas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Combina uma forma desengonçada de andar e de falar com grande empenho na conquista de um emprego. Especialmente, quando sai de uma entrevista de emprego encontra sua mãe que está à sua espera - ela vê em seu filho expectativa e esperança quanto às suas potencialidades. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A partir daí Bill retorna ao prédio e encara o seu futuro chefe com mais ênfase, fazendo com que a vaga proposta torne-se sua, tornando-se um vendedor de "Porta em Porta”.&lt;br /&gt;A partir de então assistimos a um festival de superação por parte de Bill, pois geralmente é visto pelos outros como incapaz, medonho pela forma de andar e falar, sendo, muitas vezes, ignorado. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Contudo, não desiste e percebe que há grandes potencialidades em si e que vai exercitar a paciência, a amizade e, claro, o diálogo e a ouvida do outro para fazer-se ouvir também.&lt;br /&gt;Papéis de assistência e acomodação não fazem parte do sucesso de Bill. Ao contrário, percebe-se grande força de vontade em superar-se e no cumprimento das metas estabelecidas profissionalmente. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na sequência a mãe de Bill passa por uma “doença degenerativa” que a faz perder a memória a cada dia, fazendo com que Bill se torne ativo no processo de resignificar a situação de "quem cuida de quem”. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pudemos perceber uma extrema ligação entre os personagens, cada um vivendo um momento delicado. Presente também a questão da homossexualidade e do adultério no filme. Ressalta, ainda, alguns recortes históricos de mudança sociais, econômicas e tecnológicas, pois não só Bill supera os preconceitos, mas também se adapta com bastante rejeição aos “novos tempos”, mesmo sendo a hora social ou biológica para se aposentar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um filme extraordinário que abre muitas discussões sobre a inclusão de uma forma ampla e não assistencialista, trata de capacidades, afeto, empatia e motivação, de acreditarmos que a “minoria” faz a diferença, é formadora, é mobilizadora de opinião e que tem a capacidade de acreditar na transformação e ter papel ativo nesse constante processo. O filme nos transmite a capacidade de acreditar em si, não importando os limites sociais e estruturais e que todos nós podemos ser agentes de transformação. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-3093244770773948345?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/3093244770773948345/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/o-filme-de-porta-em-porta-nos.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/3093244770773948345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/3093244770773948345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/o-filme-de-porta-em-porta-nos.html' title=''/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SpvAZU2SWQI/AAAAAAAAACI/nbl8HrNNOr4/s72-c/De+porta+em+porta.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-6552695523028829188</id><published>2009-08-30T18:23:00.000-03:00</published><updated>2009-08-30T18:50:38.707-03:00</updated><title type='text'>V Seminário Nacional de Pesquisa em Educação Especial</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sprz99TgEQI/AAAAAAAAACA/SmMxyhcjrLw/s1600-h/DSC05569.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 150px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5375877350974034178" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sprz99TgEQI/AAAAAAAAACA/SmMxyhcjrLw/s200/DSC05569.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Participamos nos últimos dias 26 a 28 de agosto, em São Paulo, de um importante encontro científico da área, cuja temática foi &lt;em&gt;Formação de Professores em foco. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Prof. Dra. Rita de Cássia B. P. Magalhães foi convidada a participar do evento no Painel II, entitulado &lt;em&gt;Educação Especial e Formação nos cursos de Pedagogia&lt;/em&gt;, apresentando o trabalho &lt;em&gt;Pedagogia em Tempos de Educação Inclusiva: a formação inicial em debate. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cada um dos professores convidados ao evento podia indicar até dois orientandos de pós-graduação para participarem do evento. Assim, eu (Ana Paula L. B. Cardoso) e uma outra aluna (Fabricia Gomes da Silva) do Mestrado em Educação da UECE nos enriquecemos com os debates e discussões mais atuais na área. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Três programas de pós-graduação do país organizam o evento: a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a Universidade Federal do Espírito Santo e a Universidade Federal de São Carlos nas pessoas dos pesquisadores &lt;em&gt;Prof. Dr. Cláudio Roberto Baptista, Prof. Dra. Denise Meyrelles de Jesus e Prof. Dra. Kátia R. Moreno Caiado, &lt;/em&gt;das três universidades, respectivamente. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O evento contou com a participação de 26 pesquisadores em educação especial do país e o Ceará estave representado pela Prof. Rita de Cássia Magalhães. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Na foto, da esquerda para direita, Prof. Kátia, &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Prof. Cláudio, Prof. Denise e Prof. Rita.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-6552695523028829188?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/6552695523028829188/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/v-seminario-nacional-de-pesquisa-em.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/6552695523028829188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/6552695523028829188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/v-seminario-nacional-de-pesquisa-em.html' title='V Seminário Nacional de Pesquisa em Educação Especial'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sprz99TgEQI/AAAAAAAAACA/SmMxyhcjrLw/s72-c/DSC05569.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-1064875086598320353</id><published>2009-08-24T09:41:00.000-03:00</published><updated>2009-08-24T17:03:36.689-03:00</updated><title type='text'>Acessibilidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SpLyCm4hlSI/AAAAAAAAAB4/k0ffhutqN-c/s1600-h/acessibilidade-mil-assentos.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 250px; FLOAT: right; HEIGHT: 235px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5373623432017712418" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SpLyCm4hlSI/AAAAAAAAAB4/k0ffhutqN-c/s320/acessibilidade-mil-assentos.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Por Tânia e Yara&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estamos vivendo uma época em que se discute o direito dos deficientes a ter acesso a todos os serviços e direitos de que usufrui a população em geral. Daí o termo ‘acessibilidade’. A intenção é permitir a inclusão social das pessoas portadoras de deficiência que, como cidadãos, têm os mesmos direitos que os não-portadores de deficiência. Para isso, a sociedade precisa adaptar a maneira com oferece seus serviços às diferentes necessidades especiais existentes. Em seu texto, Jesus afirma que: “No processo de inclusão, há quatro fatores de suma importância para essas pessoas: a garantia da educação, a garantia do trabalho, a garantia do convívio social, e de uma vida afetiva também satisfatória”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O texto da lei de acessibilidade contido no Decreto-Lei 5.296, de 2/12/04 é longo e esclarece os direitos dos deficientes físicos de ter acesso aos diferentes locais, serviços e informação. Os muitos tipos de deficiência são mencionados no texto e também os direitos que as pessoas portadoras de deficiência têm à acessibilidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por acessibilidade entende-se, segundo o decreto acima citado, o direito que o portador de deficiência tem de ter acesso a lugares públicos, transportes, lazer, educação, entre outros. O mesmo decreto faz referência à necessidade de surdos e cegos terem serviços oferecidos em Libras e Braile, respectivamente. O decreto também determina a obrigatoriedade de sinais em lugares públicos determinando o atendimento prioritário a pessoas com deficiência. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No entanto, até que ponto podemos dizer que nossa cidade oferece aos portadores de deficiência a possibilidade de usufruir dos serviços que a mesma oferece ao público em geral? Quantas escolas oferecem acesso à cadeirantes, por exemplo, fazendo com que sua limitação física deixe de ser um obstáculo ao seu desenvolvimento acadêmico? A idéia de Educação Inclusiva passa obrigatoriamente pela reestruturação arquitetônica dos prédios, permitindo aos deficientes físicos que tenham acesso ao espaço físico da escola.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Além da estrutura do prédio, devemos lembrar que tornar a escola acessível a deficientes visuais, por exemplo, significa disponibilizar aos mesmos equipamentos que permitam sua participação nas atividades escolares. No caso dos surdos, a formação de professores em LIBRAS se torna essencial para que haja comunicação entre alunos e professores e para que o processo de aprendizagem possa ter sucesso. Além disso, a adaptação do currículo é um item essencial para atender pessoas com necessidades educacionais especiais. E mais importante ainda é a formação do profissional de Pedagogia de maneira que o mesmo possa atender às diferentes necessidades educacionais da população. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Educação Inclusiva é vital para que o deficiente possa, posteriormente, ter a possibilidade de entrar no mercado de trabalho. Tendo acesso à educação e ao mercado de trabalho, podemos dizer que o deficiente terá a possibilidade de conviver em sociedade e, quem sabe, poder desenvolver relações afetivas fora da família que complementem sua vivência.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No entanto, será que estruturas físicas apropriadas, currículos modificados ou linguagens específicas são suficientes se a população como um todo insiste em, primeiro, achar que o deficiente é um incapaz e, em segundo, não perceber que, sem as devidas adaptações, essas pessoas estarão sempre à margem da sociedade? Além do cumprimento da lei, parece que existe outro ponto de suma importância para viabilizar a participação de pessoas com deficiência da vida em sociedade como têm direito. A mudança atitudinal da população parece ser importante para tornar possível a inclusão do deficiente. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Assim, pode-se dizer que o processo de inclusão passa necessariamente por uma via governamental, no que se refere à obrigatoriedade da lei em favor da oferta de ‘acessibilidade’ em todos os âmbitos mencionados acima. Contudo, torna-se imprescindível atentarmos para o aspecto social, com o reconhecimento da população da necessidade de adaptações que levem os deficientes a ter acesso a uma melhor qualidade de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.acessobrasil.org.br/"&gt;http://www.acessobrasil.org.br/&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;JESUS, Elisângela Maria de. Acessibilidade. Em &lt;a href="http://www.paralerepensar.com.br/"&gt;http://www.paralerepensar.com.br/&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-1064875086598320353?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/1064875086598320353/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/acessibilidade.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/1064875086598320353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/1064875086598320353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/acessibilidade.html' title='Acessibilidade'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SpLyCm4hlSI/AAAAAAAAAB4/k0ffhutqN-c/s72-c/acessibilidade-mil-assentos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-542337067437424717</id><published>2009-08-20T23:26:00.000-03:00</published><updated>2009-08-23T17:47:32.608-03:00</updated><title type='text'>Resenha do Filme: Meu Pé Esquerdo</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SpGq2RgHTVI/AAAAAAAAABw/6SYq_bx1kls/s1600-h/meu+pe+esquerdo.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5373263679817469266" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SpGq2RgHTVI/AAAAAAAAABw/6SYq_bx1kls/s320/meu+pe+esquerdo.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Christy Brown nasceu em 5 de junho de 1932 e faleceu em 7 de setembro de 1981. De nacionalidade irlandesa, foi escritor, artista plástico e poeta, autor do livro que se chama My Left Foot (Meu Pé Esquerdo) e que deu origem ao filme de mesmo nome. Casou-se com sua enfermeira, Mary Car, em 5 de outubro de 1972. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O filme relata as dificuldades vividas por Christy. Ele que nasceu com deficiência física e paralisia cerebral, o que lhe impedia de movimentar praticamente todo o seu corpo, exceto seu pé esquerdo. Ele conseguiu superar diversos obstáculos como o preconceito, o desrespeito, o descrédito social, além dos problemas familiares como um pai extremamente autoritário e incompreensível (Sr. Paddy), que o julgava como estorvo, uma dificuldade a mais em sua existência. Sua mãe era carinhosa (Sra. Bridget) e, com muito amor e esperança, lhe ensinou o alfabeto e motivou na busca pela superação de seus limites. Esforçou-se na economia para a compra de uma cadeira de rodas, chegando a fazer a família passar frio por falta de carvão no inverno e a se alimentar precariamente para cumprir esse objetivo. Ela confiava que ele poderia encontrar soluções pessoais para as suas eventuais dificuldades. Ao lado de seus 13 irmãos buscava incluí-lo nas atividades de recreação, tanto quanto possível.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mesmo com a atrofia de um dos membros e da paralisia cerebral, Christy, usando seu pé esquerdo, fez os seus primeiros rabiscos num pequeno quadro negro que tinha no chão de sua casa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sua mãe conheceu a Dra. Eileen Cole, que era especialista em paralisia cerebral. Ela convidou Christy a freqüentar sua clinica na cidade de Dublin. Ele não se adaptou por ser tratado como criança. Mas resolveu aceitar a ajuda da médica que, com uso de técnica da logopedia, fez com que ele pronuncie melhor as palavras (até então só sua mãe o entedia).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com todos esses avanços ele alcançou o reconhecimento de sua família e notáveis realizações na arte e na literatura. Percorreu uma fascinante trajetória de vida, conseguindo vencer vários obstáculos com a ajuda de sua mãe e irmãos. Foi capaz de se auto-sustentar e sustentar sua família.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A história de Christy é um convite à reflexão e conscientização, pois nos ajuda a compreender as dificuldades e as necessidades de quem tem algum tipo de deficiência, nos convidando ao respeito e alteridade dos deficientes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: O Meu Pé esquerdo / &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/My_Left_Foot/"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/My_Left_Foot/&lt;/a&gt; &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Christy_Brown"&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Christy_Brown&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#6666cc;"&gt;O filme foi exibido pela primeira vez no ano de 1989, do gênero drama biográfico dirigido pelo irlandês Jim Sheridan e com roteiro baseado na autobiografia de Christy Brown, sendo ganhador do Oscar em 1990, vencendo nas categorias de Melhor Ator Principal (Daniel Day-Lewis) e Melhor Atriz Coadjuvante (Brenda Fricker). Indicado nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Roteiro Adaptado. BAFTA 1990 (Reino Unido), venceu nas categorias de Melhor Ator (Daniel Day-Lewis), Melhor Ator Coadjuvante (Ray McAnally). Indicado nas categorias de Melhor Filme, Melhor Maquiagem e Melhor Roteiro Adaptado. Prêmio David di Donatello 1990 (Itália), Venceu na categoria de Melhor Filme Estrangeiro. Globo de Ouro 1990 (EUA), indicado nas categorias de Melhor Ator - Cinema (Daniel Day-Lewis) e Melhor Atriz Coadjuvante - Cinema (Brenda Fricker). Independent Spirit Awards 1990 (EUA) e venceu na categoria de Melhor Filme.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;Atividade postada por Patrício. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#6666cc;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#6666cc;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-542337067437424717?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/542337067437424717/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/resenha-do-filme-meu-pe-esquerdo.html#comment-form' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/542337067437424717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/542337067437424717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/resenha-do-filme-meu-pe-esquerdo.html' title='Resenha do Filme: Meu Pé Esquerdo'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SpGq2RgHTVI/AAAAAAAAABw/6SYq_bx1kls/s72-c/meu+pe+esquerdo.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-3557278551162369301</id><published>2009-08-20T20:19:00.000-03:00</published><updated>2009-08-20T20:23:27.926-03:00</updated><title type='text'>Legislação referente à pessoa com deficiência</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;TÍTULO II - DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS&lt;br /&gt;CAPÍTULO II - DOS DIREITOS SOCIAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 7.º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:&lt;br /&gt;XXXI - proibição de qualquer discriminação no tocante a salário e critérios de admissão do trabalhador portador de deficiência;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 23º. É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios:&lt;br /&gt;II - cuidar da saúde e assistência pública, da proteção e garantia das pessoas portadoras de deficiência;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 24º. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:&lt;br /&gt;XIV - proteção e integração social das pessoas portadoras de deficiência;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 37º - A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: (redação E.C. nº 19, de 04.06.98.)&lt;br /&gt;VIII - a lei reservará percentual dos cargos e empregos públicos para as pessoas portadoras de deficiência e definirá os critérios de sua admissão;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEÇÃO IV - DA ASSISTÊNCIA SOCIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 203º. A assistência social será prestada a quem dela necessitar, independentemente de contribuição à seguridade social, e tem por objetivos:&lt;br /&gt;IV - a habilitação e reabilitação das pessoas portadoras de deficiência e a promoção de sua integração à vida comunitária;&lt;br /&gt;V - a garantia de um salário mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção ou de tê-la provida por sua família, conforme dispuser a lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO III - DA EDUCAÇÃO, DA CULTURA E DO DESPORTO&lt;br /&gt;SEÇÃO I - DA EDUCAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 208º.  O dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de:&lt;br /&gt;III - atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO VII - DA FAMÍLIA, DA CRIANÇA, DO ADOLESCENTE E DO IDOSO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 227º. É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.&lt;br /&gt;§ 1º - O Estado promoverá programas de assistência integral à saúde da criança e do adolescente, admitida a participação de entidades não governamentais e obedecendo aos seguintes preceitos:&lt;br /&gt;II - criação de programas de prevenção e atendimento especializado para os portadores de deficiência física, sensorial ou mental, bem como de integração social do adolescente portador de deficiência, mediante o treinamento para o trabalho e a convivência, e a facilitação do acesso aos bens e serviços coletivos, com a eliminação de preconceitos e obstáculos arquitetônicos.&lt;br /&gt;§ 2.º A lei disporá sobre normas de construção dos logradouros e dos edifícios de uso público e de fabricação de veículos de transporte coletivo, a fim de garantir acesso adequado às pessoas portadoras de deficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LEGISLAÇÃO ORDINÁRIA PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;LEI Nº 7.405, DE 12 DE NOVEMBRO DE 1985&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Torna obrigatória a colocação do “Símbolo Internacional de Acesso” em todos os locais e serviços que permitam sua utilização por pessoas portadoras de Deficiência, e dá outras providências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEI Nº 7.853, DE 24 DE OUTUBRO DE 1989&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dispõe sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiência, sua integração social, sobre a Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência - Corde, institui a tutela jurisdicional de interesses coletivos ou difusos dessas pessoas, disciplina a atuação do Ministério Público, define Crimes, e dá outras providências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEI Nº 8.989, DE 24 DE FEVEREIRO DE 1995&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dispõe sobre a Isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI, na aquisição de automóveis para utilização no transporte autônomo de passageiros, bem como por pessoas portadoras de deficiência física, e dá outras providências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEI Nº 8.989, DE 24 DE FEVEREIRO DE 1995&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dispõe sobre a Isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI, na aquisição de automóveis para utilização no transporte autônomo de passageiros, bem como por pessoas portadoras de deficiência física, e dá outras providências. (NR) Redação da LEI No 10.754/31.10.2003)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEI Nº 10.182, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2001&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Restaura a vigência da Lei no 8.989, de 24 de fevereiro de 1995, que dispõe sobre a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na aquisição de automóveis destinados ao transporte autônomo de passageiros e ao uso de portadores de deficiência física, reduz o imposto de importação para os produtos que especifica, e dá outras providências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lei Nº 8.899, de 29/06/1994, Decreto 3.691, de 19/12/2000&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concede passe livre às pessoas portadoras de deficiência no sistema de transporte coletivo interestadual, e dá outras providências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEI Nº 10.226, DE 15 DE MAIO DE 2001&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acrescenta parágrafos ao art. 135 da Lei no 4.737, de 15 de julho de 1965, que institui o&lt;br /&gt;Código Eleitoral, determinando a expedição de instruções sobre a escolha dos locais de&lt;br /&gt;votação de mais fácil acesso para o eleitor deficiente físico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEI Nº 10.098, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2000&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estabelece normas gerais e critério básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEI Nº 9394/96, LDB - EDUCAÇÃO ESPECIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O capítulo V desta lei dispõe sobre a definição de Educação Especial, prevê os serviços de apoio especializado para atendermos portadores de necessidades especiais, quando necessário, na escola regular, bem como, estabelece as garantias que o Sistema de Ensino deve assegurar a esses educandos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEI Nº 8069/90, ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O capítulo IV, art. 53, III, prevê o atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente, na rede regular de ensino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEI Nº 10436/02. Reconhece como meio legal de expressão a Língua Brasileira de Sinais LIBRAS e outros recursos a ela associados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEI Nº 7853/89. Dispõe sobre o apoio às pessoas com deficiência, sua integração social e atribui ao poder público e seus órgãos a incumbência de garantir-lhes o pleno exercício de seus direitos básicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEI Nº 8859/94, modifica dispositivos da LEI N 6494/77, estendendo aos alunos de ensino especial o direito à participação em atividades de estágios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DECRETOS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;DECRETO Nº 5.296/04. Regulamenta as Leis nos 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e D.O.U. de 3.12.2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DECRETO Nº 6.215/07. Institui o comitê gestor de políticas de inclusão de pessoas com deficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DECRETO Nº 6.214/07. Regulamenta o benefício de prestação continuada da assistência social devida à pessoas com deficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DECRETO Nº 6.571/08. Dispõe sobre o atendimento educacional especializado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DECRETO Nº 3.952/01. Cria o Conselho Nacional de Combate à Discriminação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LEGISLAÇÃO INTERNACIONAL SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ONU, 2007. Sobre os direitos das pessoas com deficiência, Carta Para o 3º Milênio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Declaração de Salamanca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Declaração Internacional de Montreal Sobre Inclusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conferência Internacional do Trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convenção da Guatemala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Declaração Internacional dos Direitos das Pessoas Deficientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;                                             Atividade elaboradas pelas alunas Nathália e Luzia.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-3557278551162369301?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/3557278551162369301/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/legislacao-referente-pessoa-com.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/3557278551162369301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/3557278551162369301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/legislacao-referente-pessoa-com.html' title='Legislação referente à pessoa com deficiência'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-2132579811357933471</id><published>2009-08-18T22:55:00.000-03:00</published><updated>2009-08-18T23:19:52.735-03:00</updated><title type='text'>Reportagem com Atleta cego</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SotgZiO6xFI/AAAAAAAAABo/lpvVp2FX7FA/s1600-h/7+DSCN2204.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 179px; FLOAT: left; HEIGHT: 292px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371492972371821650" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SotgZiO6xFI/AAAAAAAAABo/lpvVp2FX7FA/s400/7+DSCN2204.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Recomendo esta reportagem sobre um triatleta que é cego. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ele fala de sua adaptação à condição de pessoa cega e mostra-nos sua forma de vivenciar sua deficiência. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acho que pode proporcionar uma outra percepção da pessoa com deficiência: alguém que se determina, vence obstáculos à primeira vista intransponíveis e resolve praticar um esporte de alta performance.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Deixem-se "impressionar" (em um primeiro momento, pois algo provável!), mas pensem no que este exemplo pode colaborar com a nossa forma de perceber-nos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que esta pessoa (a exemplo de muitas outras) pode mostrar-me com sua forma de perceber o mundo e o que está à minha volta? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vale a pena "passear" por este endereço, apostem!!!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=JtYCUfbBqJo"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=JtYCUfbBqJo&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;OBS.: Ah... E pode ser que alguém lhes seja familiar. E nesse caso não será mera coincidência!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;                                                                                                        &lt;em&gt;Paula Cardoso&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;                                                                                                   Estagiária da Disciplina  &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-2132579811357933471?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/2132579811357933471/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/reportagem-com-atleta-cego.html#comment-form' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/2132579811357933471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/2132579811357933471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/reportagem-com-atleta-cego.html' title='Reportagem com Atleta cego'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SotgZiO6xFI/AAAAAAAAABo/lpvVp2FX7FA/s72-c/7+DSCN2204.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-3395413694939973267</id><published>2009-08-18T21:25:00.000-03:00</published><updated>2009-08-18T21:33:33.498-03:00</updated><title type='text'>Visita a Instituição Especializada: Casa da Esperança</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SotITwKZTwI/AAAAAAAAABg/5cmbJmCh8a8/s1600-h/Casa_esperan%C3%A7aJPG.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 318px; DISPLAY: block; HEIGHT: 181px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371466484752666370" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SotITwKZTwI/AAAAAAAAABg/5cmbJmCh8a8/s400/Casa_esperan%C3%A7aJPG.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim que entramos na Casa da Esperança vimos um local colorido e confortável, com áreas verdes e um amplo espaço para atividades recreativas. Havia playground para as crianças e piscina para pacientes de todas as faixas etária. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A instituição procura contribuir teórica e praticamente para que haja respeito à integridade da pessoa autista, tratando seus educandos não como pessoas com “defeito”, mas como seres humanos completos que são e que devem ser estimulados a um desenvolvimento pleno, superando suas dificuldades. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A avaliação do trabalho desenvolvido e os esforços educativos contam com a total participação dos familiares, já que são eles os especialistas que buscam tratar com a individualidade destas crianças. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Percebemos que além do autismo, havia crianças e adolescentes com Síndrome de Down. Percebemos alguns destes mais isolados e, por isso, indagamos acerca do porquê deste isolamento. Fomos informadas que isto se dava porque alguns deles tinham dificuldade de se relacionar com os outros, justificando seu “isolamento” naquele momento. As crianças eram acompanhadas por monitores, até mesmo na hora das brincadeiras, pois corria o risco de se machucarem ou mesmo se desentenderam. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ao proporcionar atividades culturais e de lazer a pessoas portadoras de autismo, a Casa da Esperança procura melhorar o desempenho dos jovens autistas em atividades cotidianas e práticas, contribuindo assim, para a inserção desse jovem na vida familiar e comunitária. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os alunos participam de alguns programas: - escolarização: desenvolvimento de habilidades acadêmicas e preparação para o ingresso suporte para a permanência na rede regular de ensino; - vivencia terapêutica: desenvolvimento de habilidade comunicacionais de auto-cuidado, regulação emocional; - educação profissional: oficinas protegidas de serigrafia, lancheria, artes plásticas, artesanatos e informáticas, preparando para o mundo do trabalho; - musicalização: desenvolvimento de habilidades artísticas através de estimulação musical; - atividade sócio-educativas; - palestras; - exposição de filmes; - debates; - passeios; e - confraternização. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como forma de auxiliar no desenvolvimento dos pacientes da Casa da Esperança a instituição conta com uma equipe de profissionais das várias áreas como: medicina, pedagogia, assistentes sociais, administração, marketing, fisioterapia, alem de agentes e acompanhantes terapêuticos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Histórico da Casa da Esperança&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de uma entidade privada, sem fins lucrativos, especializada no atendimento a pessoas com transtornos do espectro do autismo.&lt;br /&gt;Fundada no início dos anos 90, pela médica pediatra Fátima Dourado, em pouco tempo se transformou em uma entidade modelar, sendo hoje, uma referência nacional e internacional em sua área de atuação. Destaca-se pelos bons serviços prestados, por sua contribuição ao campo do conhecimento e por seu compromisso com a luta pela dignidade das pessoas com autismo.Instalada em sede própria, ocupando uma área de 10 mil metros quadrados especialmente construída e ambientada para o atendimento integral às especificidades do espectro do autismo, a Casa da Esperança atende atualmente a cerca de 350 pacientes, em regime de 4 ou 8 horas/dia, o que a torna a maior instituição no atendimento a autistas do Brasil e uma das maiores do mundo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 2003 a Casa da Esperança se tornou a primeira entidade nacional credenciada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para realizar procedimentos de alta complexidade em pessoas com autismo. Para tanto, compôs uma equipe multiprofissional nas áreas de Medicina (nas especialidades de Pediatria, Neurologia, Psiquiatria e Clínica Geral), Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, Psicologia, Fisioterapia, Enfermagem, Assistência Social, Pedagogia, além de Agentes e Acompanhantes Terapêuticos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Relato de Visita feito pelas alunas: EMANUELLE OLIVEIRA DA FONSECA e VIVIAN KELLY PEREIRA LIMA. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-3395413694939973267?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/3395413694939973267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/visita-instituicao-especializada-casa.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/3395413694939973267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/3395413694939973267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/visita-instituicao-especializada-casa.html' title='Visita a Instituição Especializada: Casa da Esperança'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SotITwKZTwI/AAAAAAAAABg/5cmbJmCh8a8/s72-c/Casa_esperan%C3%A7aJPG.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-3830471811305195083</id><published>2009-08-17T21:34:00.000-03:00</published><updated>2009-08-17T21:43:46.906-03:00</updated><title type='text'>Resenha do livro "Um antropólogo em Marte", texto "Ver e não ver".</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;SACKS, Oliver. Ver e não ver. In: Um Antropólogo em Marte: sete histórias paradoxais. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;                                                     por Nathália Laurentius e Luzia O. de Sousa, alunas da disciplina&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;                                                      &lt;br /&gt;O livro Um Antropólogo em Marte foi lançado no Brasil em 1995. O autor, Oliver Sacks, é um neurologista com grande habilidade para narrar distúrbios neurológicos complexos, de forma que o leitor acaba sendo completamente absorvido pelas incríveis histórias de vida de seus pacientes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em “Ver e Não Ver”, Virgil com 50 anos, era praticamente cego, portador de uma doença hereditária que acabava aos poucos com sua retina. Amy era sua noiva e tinha um enorme desejo que ele fizesse uma cirurgia de catarata para que no dia do casamento pudesse ver tudo que lhe acontecia. No dia seguinte da operação do olho direito, Amy iniciou um diário contando tudo o que acontecia com seu noivo, suas primeiras sensações, visões e descobertas. Para Virgil houve uma enorme transformação em sua vida, pois já era bem acostumado com a vida que levava antes da cirurgia. Muitas vezes não conseguia utilizar da visão para identificar algo e sempre voltava a utilizar o tato como ferramenta. Uma pessoa que passa 50 anos sem enxergar, cria sua própria visão de mundo e para ele era muito complicado ver algo como um todo, e via sim coisas fragmentadas, por partes. Depois da operação do olho esquerdo Virgil melhorou a sua visão e se mostrava mais assentado em suas maneiras, apesar de tudo que passou se saiu muito bem, “mostrando um aumento constante em sua capacidade de apreender o mundo visual”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enfim, após 4 meses da cirurgia, Virgil desfalecera com pneumonia lombar, o que fez com que perdesse a visão novamente e assim teve que reaprender a ser cego novamente.&lt;br /&gt;Esta história demonstra como o processo de visão não é só uma fotografia de mundo, mas é necessário para o cérebro interpretar os sinais que recebe dos olhos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Essa história serviu como base para o roteiro do filme “A Primeira Vista”.&lt;br /&gt;                                      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-3830471811305195083?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/3830471811305195083/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/resenha-do-livro-um-antropologo-em.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/3830471811305195083'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/3830471811305195083'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/resenha-do-livro-um-antropologo-em.html' title='Resenha do livro &quot;Um antropólogo em Marte&quot;, texto &quot;Ver e não ver&quot;.'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-1035604953048529974</id><published>2009-08-15T15:21:00.000-03:00</published><updated>2009-08-15T23:27:28.740-03:00</updated><title type='text'>Cantinho da Denúncia!*</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SocnMVeQmEI/AAAAAAAAABY/rxxL1s9gdgg/s1600-h/ParaPaulinha.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 195px; DISPLAY: block; HEIGHT: 167px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5370304173538580546" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SocnMVeQmEI/AAAAAAAAABY/rxxL1s9gdgg/s400/ParaPaulinha.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desrespeito às normas de acessibilidade põe em risco a vida de pedestres, principalmente, a de pessoas portadoras de necessidades especiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Messejana, precisamente na Rua Padre Pedro de Alencar, vizinho ao n° 1564, existe um condomínio cuja calçada foi construída de forma irregular, o que tem posto em risco a vida de dezenas de pedestres que residem no condomínio, bem como a de inúmeras outras pessoas que passam no local.&lt;br /&gt;Estando no local pudemos constatar a dificuldade de um deficiente físico (cadeirante) para transpor o obstáculo construído na calçada e seguir o seu caminho de volta para casa.&lt;br /&gt;O grande perigo pelo qual passam os pedestres é que esta rua possui um fluxo intenso de veículos pesados como: caminhões, ônibus e automóveis, e no justo local existe uma parada de coletivos.&lt;br /&gt;O cadeirante, que não quis se identificar nem se deixou fotografar, teve que aguardar por vários minutos para poder passar para a rua e conseguir transpor aquele obstáculo. Ele foi obrigado a disputar espaço com os veículos que por ali transitavam, correndo o risco de ser atropelado. Teve muita sorte, pois naquele dia existiam dois agentes de trânsito da AMC no local que, percebendo o perigo que o cadeirante estava correndo, foram em seu auxilio e detiveram o fluxo de veículos até que ele conseguisse chegar a um local acessível da calçada e continuar seu percurso.&lt;br /&gt;Solicitamos às autoridades municipais responsáveis da Regional VI que saiam um momento de seus escritórios seguros e refrigerados e vão ao local para se inteirarem do problema e contribuir para a melhoria do acesso as pessoas naquela área, cumprindo assim o seu dever e devolvendo as pessoas - principalmente aos deficientes físicos como aquele cadeirante - seu direito de ir e vir contemplado pela Constituição Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fortaleza, 11 de Agosto de 2009&lt;br /&gt;Alberto Henrique Pereira Filho&lt;br /&gt;Cleuma Raquel Cunha Santos&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;* Atividade desenvolvida pelos alunos da disciplina Alberto Pereira Filho e Cleuma Santos. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-1035604953048529974?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/1035604953048529974/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/cantinho-da-denuncia.html#comment-form' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/1035604953048529974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/1035604953048529974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/cantinho-da-denuncia.html' title='Cantinho da Denúncia!*'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SocnMVeQmEI/AAAAAAAAABY/rxxL1s9gdgg/s72-c/ParaPaulinha.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-1074768657228332711</id><published>2009-08-13T22:05:00.000-03:00</published><updated>2009-08-13T22:06:59.533-03:00</updated><title type='text'>Como organizamos este Blog</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;As produções inseridas neste blog são elaboradas pela turma da disciplina Fundamentos de Educação Especial do Curso de Pedagogia da UECE. Cada matéria postada foi elaborada por duplas ou trios de alunos (as) a partir de sugestões do coletivo da turma. Tanto a professora, quanto a estagiária da turma também poderão postar produções. A idéia é tornar pública a produção do grupo, bem como estabelecer interlocução com os(as) internautas que visitarem este espaço virtual. Pretendemos, assim, divulgar informações, conhecimentos de cunho científico, produções artísticas que envolvam direta ou indiretamente as pessoas com deficiência e, inclusive, outros grupos que compõem a tessitura da diversidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso blog pode ser considerado um “portfólio virtual e coletivo” das leituras, das reflexões e das experiências vivenciadas por esta turma. Um portfólio em permanente atualização feito por um grupo que tem como característica principal o “gosto pelo desafio”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rita Magalhães (docente da disciplina)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-1074768657228332711?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/1074768657228332711/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/como-organizamos-este-blog.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/1074768657228332711'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/1074768657228332711'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/como-organizamos-este-blog.html' title='Como organizamos este Blog'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-5117797461585866012</id><published>2009-08-11T09:02:00.000-03:00</published><updated>2009-08-11T09:03:07.783-03:00</updated><title type='text'>A disciplina</title><content type='html'>Desde a década de 1990 que a Educação Especial faz parte da grade curricular do Curso de Pedagogia da Universidade Estadual do Ceará (UECE) como disciplina obrigatória. A disciplina atualmente é denominada “Fundamentos de Educação Especial” e compõe a nova grade curricular do Curso de Pedagogia com oferta no 5º semestre. A turma é composta por 33 aluno(a)s e conta com uma aluna do Mestrado em Educação da UECE realizando o seu Estágio de Docência. &lt;br /&gt;Este semestre estamos organizando este blog com a intenção de compartilhar conhecimentos construídos e socializar as experiências vivenciadas durante o semestre. Esta idéia está associada à perspectiva de estímulo à capacidade de produção dos alunos desenvolvida há alguns anos, com o uso de portfólios como ferramenta no processo de avaliação no Ensino Superior. O blog possibilita não apenas a produção escrita, mas também a inserção de vídeos, fotos, etc.&lt;br /&gt;A educação das pessoas com deficiência nos últimos anos vem ganhando relevância no âmbito das políticas educacionais, da organização da sociedade civil e da produção acadêmica. Isto se deve, em parte, ao apelo ético da noção de educação inclusiva e às implicações para a prática pedagógica evocada pela mesma.&lt;br /&gt;A formação de professores, especificamente, de pedagogos sensíveis aos desafios e possibilidades peculiares à educação inclusiva torna-se premente. Faz-se necessário, ainda, espaços para discussão e divulgação de informações que colaborem no enfrentamento dos preconceitos e estereótipos vinculados à socialização e educação escolar de pessoas com deficiência.&lt;br /&gt;Com estas palavras convidamos os navegadores do mundo contemporâneo (“os internautas”) a viajarem conosco nesta empreitada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-5117797461585866012?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/5117797461585866012/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/disciplina.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/5117797461585866012'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/5117797461585866012'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/disciplina.html' title='A disciplina'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-7785963530376272233</id><published>2009-08-11T08:59:00.000-03:00</published><updated>2009-08-11T09:02:08.002-03:00</updated><title type='text'>A professora</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SoFdtDs80dI/AAAAAAAAAAs/oG0wT5lFfkE/s1600-h/Rita+para+Blog.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 134px; FLOAT: right; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5368675259471679954" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SoFdtDs80dI/AAAAAAAAAAs/oG0wT5lFfkE/s200/Rita+para+Blog.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sou Rita de Cássia Barbosa Paiva Magalhães (um nome imenso) e prefiro que me chamem Rita Magalhães. Sou pedagoga pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e desde o final da década de 1980 tenho me ocupado com o ensino, a pesquisa e a extensão, com temáticas relacionadas à educação das pessoas com deficiência. Fiz mestrado em educação especial na Universidade Federal de São Carlos e aprendi a importância da pesquisa meticulosa e precisa. Cursei Doutorado em Educação na UFC, investigando aspectos curriculares da educação inclusiva; aprendi a realizar interfaces e estabelecer uma interlocução entre Educação Especial e outras área de conhecimento como a Sociologia da Educação, os Estudos Culturais e as Teorias de Currículo.&lt;br /&gt;Atualmente sou professora adjunta da Universidade Estadual do Ceará (UECE) exercendo a docência na graduação em pedagogia, em cursos de Especialização e no Mestrado em Educação da referida universidade. Realizo pesquisas no âmbito da Formação do Pedagogo e da Identidade Docente no contexto dos processos de Educação Inclusiva no Grupo de Pesquisa em Educação Especial da UECE.&lt;br /&gt;Se me perguntarem por que me interessei por educação especial durante a minha formação não saberia responder ao certo, mas diria que a “diferença” e o “diferente” instigaram a minha jornada profissional e a cada dia reafirmam a minha crença na necessidade de construção de uma escola menos seletiva e atenta às demandas de seus alunos e professores.&lt;br /&gt;Às vezes uso uma frase de Caetano Veloso para me definir: “Ninguém é comum e eu sou ninguém (...)”&lt;br /&gt;Caso queiram conhecer melhor a minha trajetória profissional acessem o currículo lattes no endereço:&lt;br /&gt;http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4708347Z6&lt;br /&gt;Os curiosos sobre algo da minha produção científica acessem:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.anped.org.br/reunioes/31ra/1trabalho/GT15-4920--Int.pdf"&gt;http://www.anped.org.br/reunioes/31ra/1trabalho/GT15-4920--Int.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Para contatos: &lt;a href="mailto:ritafora@hotmail.com"&gt;ritafora@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-7785963530376272233?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/7785963530376272233/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/professora.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/7785963530376272233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/7785963530376272233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/professora.html' title='A professora'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SoFdtDs80dI/AAAAAAAAAAs/oG0wT5lFfkE/s72-c/Rita+para+Blog.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-1572768851276288308</id><published>2009-08-11T08:55:00.001-03:00</published><updated>2009-08-11T08:59:20.162-03:00</updated><title type='text'>A estagiária</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SoFc_sz4xJI/AAAAAAAAAAk/DPOXT3A51ZM/s1600-h/DSC05466.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5368674480232645778" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SoFc_sz4xJI/AAAAAAAAAAk/DPOXT3A51ZM/s200/DSC05466.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Meu nome é Ana Paula, mas sempre me apresento como Paula – assim me identifico e me reconheço. Sou mestranda do curso de Mestrado Acadêmico em Educação da UECE, cuja linha de pesquisa é Didática e Formação Docente e eixo Cultura, História e Diversidade. Trilhei alguns caminhos (ou vários) que me trouxeram até aqui: uma sala de aula da Universidade Estadual do Ceará, na disciplina de Fundamentos de Educação Especial.&lt;br /&gt;Minha primeira formação é o Bacharelado em Direito, pela Universidade de Fortaleza (1998). Apostei as fichas que tinha à época que seria uma advogada realizada, mas não foi isso que aconteceu! Às vezes é preciso que caminhões pesados atropelem nossas trajetórias para que mudemos de rumo. No caso, não fui eu a pessoa atropelada, mas meu namorado e, por razões que a própria razão desconhece (ou não) mudei minha rota profissional. O namorado tornou-se marido (e dos especiais) e, passados alguns anos sem direção clara a seguir, desenvolvi meus melhores dois projetos de vida: meus filhos, Maria Clara (8) e Pedro (5).&lt;br /&gt;E assim surge a Educação: como uma escolha livre e consciente, embora apontando para direções diversas das que já pareciam habituais. Nesse mesmo contexto descubro a Educação Especial e, para além da técnica, apaixono-me (pois, afinal de contas, um pouco de paixão na vida é sempre bem-vinda!). Inicio, nesta área, as atividades de pesquisa como bolsista de iniciação científica, o que atribuo como o grande diferencial de minha formação. Estes caminhos, certamente, foram minha referência na trajetória de busca pela pós-graduação no curso de Mestrado em Educação da UECE.&lt;br /&gt;Como mestranda, fui contemplada com uma bolsa de estudos da CAPES e curso, atualmente, o segundo semestre. A fim de cumprir uma exigência da CAPES, bem como almejando ensaiar meus primeiros passos na docência do Ensino Superior, desenvolvo o Estágio de Docência Supervisionado nesta disciplina.&lt;br /&gt;Planejar conteúdos, pensar metodologias, aprender a dinâmica da sala de aula e estar preparada para o incerto (por mais que planejado), para o improviso (quando o planejado torna-se impossível) e, no meio de tudo isso, sentir-me realizada e feliz: eis as metas que objetivo alcançar!&lt;br /&gt;Mas ainda me pergunto: o que espero dessa atividade? Aprender, aprender, aprender! Com minha supervisora de estágio, a arte de ensinar; com os alunos, os caminhos que os levam a aprender. E, ainda, contribuir com os estudos sobre o Outro identificado por sua diferença [a pessoa com deficiência], para que tais conhecimentos se aprofundem e alcancem lugares importantes na academia e na sociedade.&lt;br /&gt;Contatos: cardoso.paula@uol.com.br&lt;br /&gt;Currículo Lattes: &lt;a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4593136Y4"&gt;http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4593136Y4&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-1572768851276288308?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/1572768851276288308/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/estagiaria_11.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/1572768851276288308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/1572768851276288308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/08/estagiaria_11.html' title='A estagiária'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SoFc_sz4xJI/AAAAAAAAAAk/DPOXT3A51ZM/s72-c/DSC05466.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1268743650230438572.post-3379167942002808228</id><published>2009-07-12T11:17:00.000-03:00</published><updated>2009-07-12T11:20:33.715-03:00</updated><title type='text'>Foto da Turma</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SlnwjXOhD9I/AAAAAAAAAAc/lkHI3DU3FCM/s1600-h/Ed.ESP.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5357577722054905810" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 260px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SlnwjXOhD9I/AAAAAAAAAAc/lkHI3DU3FCM/s400/Ed.ESP.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Enfim, a foto! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Turma de &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Educação Especial&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; da Universidade Estadual do Ceará com a professora Rita de Cássia. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;OBS.: Alguns colegas da disciplina não estão presentes na foto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1268743650230438572-3379167942002808228?l=educacaoespecial2009.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/feeds/3379167942002808228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/07/enfim-foto-turma-de-educacao-especial.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/3379167942002808228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1268743650230438572/posts/default/3379167942002808228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://educacaoespecial2009.blogspot.com/2009/07/enfim-foto-turma-de-educacao-especial.html' title='Foto da Turma'/><author><name>Dra. Rita Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08937852457850921472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/Sww7mVEVGzI/AAAAAAAAAD4/Pf5yDSDW-dU/S220/Rita+para+Blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_-t5KLSuC84o/SlnwjXOhD9I/AAAAAAAAAAc/lkHI3DU3FCM/s72-c/Ed.ESP.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
